terça-feira, 17 de maio de 2011

Hierarquia Cósmica - As Personalidades Supremas da Trindade




AS PERSONALIDADES SUPREMAS DA TRINDADE


Todas as Personalidades Supremas da Trindade são criadas para um serviço específico. São concebidas pela Trindade divina para cumprirem alguns deveres específicos; e são qualificadas para servir com perfeição de técnica e finalidade de devoção. Há sete ordens de Personalidades Supremas da Trindade:

1. Os Segredos Trinitarizados da Supremacia.

2. Os Eternos dos Dias.

3. Os Anciães dos Dias.

4. Os Perfeições dos Dias.

5. Os Recentes dos Dias.

6. Os Uniões dos Dias.

7. Os Fiéis dos Dias.

Esses seres de perfeição administrativa existem em número definido e final. A sua criação é um evento passado; mais nenhum deles é personalizado.

Em todo o grande universo, essas Personalidades Supremas da Trindade representam as diretrizes administrativas da Trindade do Paraíso, representam a justiça e são o julgamento executivo da Trindade do Paraíso. Elas formam uma corrente de inter-relacionamento na perfeição administrativa que se estende desde as esferas do Pai, no Paraíso, aos mundos-sedes dos universos locais, indo mesmo até as capitais das constelações que os compõem.

Todos os seres com origem na Trindade são criados na perfeição do Paraíso, em todos os seus atributos divinos. Apenas no domínio da experiência, o passar do tempo terá acrescentado algo ao seu preparo para o serviço cósmico. Não há nunca qualquer perigo de não-cumprimento, ou de risco de rebelião, entre os seres originários da Trindade. Eles são de essência divina e nunca se teve notícia de que se hajam desviado do caminho divino e perfeito de conduta da personalidade.

1. OS SEGREDOS TRINITARIZADOS DA SUPREMACIA

Existem sete mundos, no circuito mais interno dos satélites do Paraíso, e um corpo de dez Segredos Trinitarizados da Supremacia preside a cada um desses mundos excelsos. Eles não são criadores, mas são administradores supremos e últimos. A condução dos assuntos dessas sete esferas fraternais é totalmente entregue a esse corpo de setenta diretores supremos. Embora a progênie da Trindade supervisione essas sete esferas sagradas mais próximas do Paraíso, esse grupo de mundos é universalmente conhecido como o circuito pessoal do Pai Universal.

Os Segredos Trinitarizados da Supremacia funcionam em grupos de dez, como diretores coordenados e conjuntos das suas respectivas esferas, mas também funcionam individualmente, em campos de responsabilidades específicas. O trabalho de cada um desses mundos especiais é dividido em sete departamentos principais, e, desses governantes coordenados, um preside a cada uma dessas divisões de atividades especializadas. Os três restantes atuam como representantes pessoais da Deidade trina em relação aos outros sete; um representando o Pai; outro, o Filho; e o terceiro, o Espírito.

Embora haja uma semelhança definida de classe que tipifica os Segredos Trinitarizados da Supremacia, eles também apresentam sete características distintas de grupo. Os dez diretores supremos dos assuntos de Divínington são um reflexo do caráter pessoal e natureza do Pai Universal; e assim é com cada uma dessas sete esferas: cada grupo de dez assemelha-se àquela Deidade, ou associação de Deidades, que é característica do seu domínio. Os dez diretores que governam Ascêndington são um reflexo da natureza combinada do Pai, Filho e Espírito.

Pouquíssmo é o que eu posso revelar sobre o trabalho dessas altas personalidades nos sete mundos sagrados do Pai, pois elas são verdadeiramente Segredos da Supremacia. Não há segredos arbitrários relacionados com o acesso ao Pai Universal, ao Filho Eterno ou ao Espírito Infinito. As Deidades são um livro aberto a todos aqueles que alcançam a perfeição divina, mas nunca se pode alcançar plenamente todos os Segredos da Supremacia. Seremos sempre incapazes de penetrar plenamente os domínios que contêm os segredos da personalidade da associação da Deidade com os agrupamentos sétuplos de seres criados.

Já que o trabalho desses diretores supremos tem a ver com o contato estreito e pessoal das Deidades com esses sete agrupamentos básicos de seres do universo, quando domiciliados nesses sete mundos especiais, ou funcionando em todo o grande universo, torna-se adequado que tais relações, bastantes pessoais, e tais contatos extraordinários devam ser sagradamente mantidos em segredo. Os Criadores do Paraíso respeitam a privacidade e a santidade da personalidade, mesmo a das suas criaturas mais inferiores. E isso é verdadeiro, tanto para os indivíduos quanto para as várias ordens independentes de personalidades.

Mesmo para os seres que já alcançaram uma realização elevada no universo, esses mundos secretos permanecem sempre como um teste de lealdade. É-nos dado, inteira e pessoalmente, conhecer os Deuses eternos, conhecer livremente os seus caracteres de divindade e perfeição; todavia não nos é concedido penetrar totalmente em todas as relações pessoais dos Governantes do Paraíso com todos os seus seres criados.

2. OS ETERNOS DOS DIAS

Cada um dentre os mundos de Havona, cujo total é de um bilhão, é dirigido por uma Personalidade Suprema da Trindade. Esses governantes são conhecidos como os Eternos dos Dias; e o número deles é, exatamente, de um bilhão, um para cada uma das esferas de Havona. Eles são uma progênie da Trindade do Paraíso, mas, como sucede com os Segredos da Supremacia, não há nenhum registro da sua origem. Desde sempre esses dois grupos de pais oniscientes governaram os seus maravilhosos mundos do sistema Paraíso-Havona; e funcionam sem revezamento e sem mudanças de posto.

Os Eternos dos Dias são visíveis para todas as criaturas volitivas que habitam os seus domínios. Eles presidem aos conclaves planetários regulares. Periodicamente, e por revezamento, eles visitam as esferas-sedes dos sete superuniversos. Sendo muito semelhantes aos Anciães dos Dias, são os iguais divinos deles, que presidem aos destinos dos sete supergovernos. Quando um Eterno dos Dias está ausente da sua esfera, o seu mundo é dirigido por um Filho Instrutor da Trindade.

Excluindo a questão estabelecida das ordens de vida, e tal como se dá com os nativos de Havona e outras criaturas viventes do universo central, os Eternos dos Dias residentes desenvolveram as suas respectivas esferas inteiramente de acordo com as suas próprias idéias e ideais. Eles visitam os planetas uns dos outros, mas não copiam ou imitam; são sempre e totalmente originais.

A arquitetura, a ornamentação natural, as estruturas moronciais e as criações espirituais são exclusivas e únicas, em cada esfera. Cada um dos mundos é um local de beleza sempiterna, sendo completamente diferente de qualquer outro no universo central. E vós ireis permanecer um tempo mais longo, ou mais curto, em cada uma dessas esferas únicas e estimulantes, no vosso caminho interior, através de Havona, até o Paraíso. É natural, no vosso mundo, mencionar o Paraíso como estando em cima; mas seria mais correto, quando vos referirdes à meta divina de ascensão, dizer ir para dentro.

3. OS ANCIÃES DOS DIAS

Quando os mortais do tempo graduam-se, nos mundos de educação e aperfeiçoamento, existentes em torno de um universo local, e avançam até as esferas educacionais dos seus superuniversos, significa que progrediram, no seu desenvolvimento espiritual, até aquele ponto em que se tornam capazes de reconhecer e comunicar-se com os altos governantes espirituais e diretores dos reinos avançados, incluindo os Anciães dos Dias.

Basicamente, os Anciães dos Dias são idênticos entre si; eles revelam o caráter e a natureza unificada da Trindade. Possuem individualidade e têm personalidade diferenciada, mas não diferem entre si como os Sete Espíritos Mestres. Eles proporcionam uma direção uniforme aos sete superuniversos, os quais, afora esse aspecto, são diferentes entre si, cada um sendo uma criação distinta, separada e única. Os Sete Espíritos Mestres são diferentes em natureza e atributos; os Anciães dos Dias, os governantes pessoais dos superuniversos, porém, são todos uma progênie uniforme e superperfeita da Trindade do Paraíso.

Os Sete Espíritos Mestres, nas alturas, determinam a natureza dos seus respectivos superuniversos; ao passo que os Anciães dos Dias ditam a administração desses mesmos superuniversos. Eles sobrepõem a uniformidade administrativa à diversidade criadora e asseguram a harmonia do todo, em face das diferenças criativas subjacentes aos sete segmentos agrupados do grande universo.

Os Anciães dos Dias foram todos trinitarizados ao mesmo tempo. Eles representam o início dos registros para as personalidades do universo dos universos, daí o seu nome ? Anciães dos Dias. Quando vós alcançardes o Paraíso e procurardes registros escritos do começo das coisas, vereis que a primeira entrada que aparece, na seção das personalidades, é o relato da trinitarização desses vinte e um Anciães dos Dias.

Esses seres elevados governam sempre em grupos de três. Há muitas fases de atividades nas quais eles operam individualmente, e em outras, ainda, quaisquer dois podem funcionar; todavia, para as esferas mais elevadas da sua administração, os três devem atuar em conjunto. Eles nunca deixam pessoalmente os seus mundos de residência, e também não têm de fazê-lo, pois esses mundos são os pontos focais, no superuniverso, do amplo sistema de refletividade.

As moradas pessoais de cada trio de Anciães dos Dias estão localizadas no ponto de polaridade espiritual da esfera da sua sede central de governo. Essa esfera está dividida em setenta setores administrativos e tem setenta capitais divisionais nas quais os Anciães dos Dias residem de tempos em tempos.

Em termos de poder, âmbito de autoridade e extensão de jurisdição, os Anciães dos Dias são os mais potentes e poderosos entre os governantes diretos das criações do espaço-tempo. Em todo o vasto universo dos universos, apenas eles estão investidos dos altos poderes do julgamento executivo final, no que concerne à extinção eterna das criaturas mortais volitivas. E todos os três Anciães dos Dias devem participar de uma decretação final do tribunal supremo de um superuniverso.

À parte as Deidades e os Seus associados do Paraíso, os Anciães dos Dias são os governantes mais perfeitos, mais versáteis e mais divinamente dotados de toda a existência no espaço-tempo. Aparentemente, são os governantes supremos dos superuniversos; mas não ganharam experiencialmente esse direito de governar e, portanto, estão destinados, em algum tempo, a serem sobrepujados pelo Ser Supremo, um soberano experiencial, de quem eles se tornarão, sem a menor dúvida, os vice-regentes.

O Ser Supremo está alcançando a soberania dos sete superuniversos por meio do serviço experiencial, do mesmo modo que um Filho Criador experiencialmente conquista a soberania do seu universo local. Todavia, durante a idade atual de evolução incompleta do Supremo, os Anciães dos Dias proporcionam um supracontrole administrativo coordenado e perfeito dos universos em evolução do tempo e do espaço. E a sabedoria da originalidade e a iniciativa da individualidade caracterizam todos os decretos e ditames dos Anciães dos Dias.

4. OS PERFEIÇÕES DOS DIAS

Há exatamente duzentos e dez Perfeições dos Dias; e eles presidem aos governos dos dez setores maiores de cada superuniverso. Eles foram trinitarizados para o trabalho especial de dar assistência aos diretores dos superuniversos, e governam como vice-regentes pessoais imediatos dos Anciães dos Dias.

Três Perfeições dos Dias estão designados para cada capital de um setor maior, mas, diferentemente dos Anciães dos Dias, não se faz necessário que todos os três estejam presentes o tempo inteiro. De tempos em tempos, um dos três pode ausentar-se para conferências pessoais com os Anciães dos Dias, a respeito do bem-estar do seu reino.

Esses seres, governantes trinos dos setores maiores, são peculiarmente perfeitos na mestria sobre detalhes administrativos, daí o seu nome ? Perfeições dos Dias. Ao efetuarmos, nestes documentos, o registro dos nomes desses seres do mundo espiritual, nós deparamos com o problema de traduzi-los para a vossa língua e, freqüentemente, torna-se excessivamente difícil encontrar uma tradução satisfatória. Não apreciamos usar designações arbitrárias, que poderiam não ter nenhum significado para vós; por isso, freqüentemente achamos difícil escolher um nome adequado, que seja claro para vós, e, ao mesmo tempo, representativo, de um certo modo, do original.

Os Perfeições dos Dias têm um corpo de Conselheiros Divinos, de Perfeccionadores da Sabedoria e de Censores Universais, de porte moderado, ligado ao seu governo. E, em número um pouco maior, eles têm: Mensageiros Poderosos, Aqueles Elevados Em Autoridade e Aqueles Sem Nome Nem Número. Todavia, grande parte do trabalho de rotina dos assuntos do setor maior é tratada pelos Guardiães Celestes e pelos Assistentes do Filho Elevado. Esses últimos dois grupos provêm do corpo da descendência trinitarizada, seja de alguma das personalidades de Havona-Paraíso, seja dos finalitores mortais glorificados. Algumas dentre essas duas ordens de seres trinitarizados-por-criaturas, são re-trinitarizadas pelas Deidades do Paraíso e, então, são enviadas para prestar assistência na administração dos governos dos superuniversos.

A maior parte dos Guardiães Celestes e dos Assistentes do Filho Elevado está destinada ao serviço dos setores maior e menor, mas os Custódios Trinitarizados (serafins e seres intermediários abraçados pela Trindade) são funcionários das cortes de todas as três divisões, atuando nos tribunais dos Anciães dos Dias, dos Perfeições dos Dias e dos Recentes dos Dias. Os Embaixadores Trinitarizados (mortais ascendentes, abraçados pela Trindade, da natureza de fusionamento com o Filho, ou com o Espírito) podem ser encontrados em qualquer local, em um superuniverso, mas a maioria está a serviço dos setores menores.

Antes dos tempos do pleno desdobramento do esquema de governo dos sete superuniversos, praticamente todos os administradores das várias divisões desses governos, à exceção dos Anciães dos Dias, serviram como aprendizes, por períodos de durações variadas, junto aos Eternos dos Dias, nos vários mundos do universo perfeito de Havona. Os seres trinitarizados posteriormente, do mesmo modo, passaram por um período de instrução com os Eternos dos Dias, antes que se engajassem no serviço dos Anciães dos Dias, dos Perfeições dos Dias e dos Recentes dos Dias. Todos eles são administradores maduros, provados e experientes.

Quando avançardes até a sede central de Esplândon, depois da vossa estada nos mundos do vosso setor menor, logo vereis os Perfeições dos Dias, pois esses excelsos governantes, estão estreitamente ligados aos setenta mundos dos setores maiores no aprendizado mais elevado dado às criaturas ascendentes do tempo. Os Perfeições dos Dias administram, pessoalmente, os juramentos grupais dos graduados ascendentes das escolas dos setores maiores.

O trabalho dos peregrinos do tempo, nos mundos que rodeiam a sede central de um setor maior, é principalmente de natureza intelectual, ao contrário do cunho mais físico e material do aprendizado nas sete esferas educacionais de um setor menor e, também, ao contrário dos exercícios espirituais nos quatrocentos e noventa mundos universitários da sede central de um superuniverso.

Ainda que vós sejais registrados apenas no setor maior de Esplândon, que abrange o universo local da vossa origem, tereis de passar por todas as dez divisões maiores do nosso superuniverso. E vós vereis todos os trinta Perfeições dos Dias de Orvônton, antes de chegardes a Uversa.

5. OS RECENTES DOS DIAS

Os Recentes dos Dias são os mais jovens dos diretores supremos dos superuniversos; em grupos de três, eles presidem aos assuntos dos setores menores. Pela sua natureza, eles estão coordenados com os Perfeições dos Dias, mas, em autoridade administrativa, ficam subordinados a eles. Há apenas vinte e uma mil dessas personalidades individualmente gloriosas e divinamente eficientes da Trindade. Elas foram criadas simultaneamente e, junto com os Eternos dos Dias, realizaram o seu aprendizado em Havona.

Os Recentes dos Dias têm um corpo de colaboradores e assistentes semelhante ao dos Perfeições dos Dias. E têm, designados para eles, ainda, um número enorme de seres celestes de várias ordens subordinadas. Na administração dos setores menores, eles utilizam grandes números de mortais ascendentes residentes, o pessoal das várias colônias de cortesia e vários grupos que se originam do Espírito Infinito.

Os governos dos setores menores estão ocupados, em boa medida, embora não exclusivamente, com os grandes problemas físicos dos superuniversos. As esferas dos setores menores são as sedes centrais dos Mestres Controladores Físicos. Nesses mundos, os mortais ascendentes fazem os seus estudos e as suas experiências concernentes a uma análise das atividades da terceira ordem dos Centros Supremos de Potência e de todas as sete ordens de Mestres Controladores Físicos.

Já que o regime de um setor menor está tão extensamente ocupado com problemas físicos, os seus três Recentes dos Dias só muito raramente ficam juntos na esfera da capital. A maior parte do tempo um deles está afastado, para alguma conferência com os Perfeições dos Dias, do setor maior de supervisão, ou ausente para representar os Anciães dos Dias, nos conclaves dos altos seres originários da Trindade, no Paraíso. Eles alternam-se, com os Perfeições dos Dias, na representação dos Anciães dos Dias, nos conselhos supremos do Paraíso. Nesse meio tempo, um outro Recente dos Dias pode estar afastado, em uma viagem de inspeção, pelos mundos-sedes de universos locais pertencentes à sua jurisdição. Mas pelo menos um desses governantes permanece sempre na sua função nas sedes centrais de um setor menor.

Em algum momento todos vós ireis, conhecer os três Recentes dos Dias encarregados de Ensa, o vosso setor menor, pois deveis passar pelas suas mãos, no vosso caminho para dentro, até os mundos de aprendizado dos setores maiores. Ao ascender até Uversa, vós ireis passar apenas por um grupo de esferas de instrução do setor menor.

6. OS UNIÕES DOS DIAS

As personalidades da Trindade da ordem dos “Dias” não desempenham funções administrativas em um nível abaixo dos governos dos superuniversos. Nos universos locais em evolução, eles atuam apenas como conselheiros e assessores. Os Uniões dos Dias são um grupo de personalidades de ligação, credenciadas pela Trindade do Paraíso, perante os governantes duais dos universos locais. Cada universo local, organizado e habitado tem, designado para o seu âmbito, um desses conselheiros do Paraíso, que atua como o representante da Trindade e, apenas para alguns fins, do Pai Universal, na criação local.

Há setecentos mil desses seres em existência, embora ainda nem todos tenham recebido missões. O corpo de reserva dos Uniões dos Dias funciona no Paraíso como o Conselho Supremo de Ajustamentos no Universo.

De uma maneira especial, esses observadores da Trindade coordenam as atividades administrativas de todas as ramificações do governo universal, desde as do universo local e as dos governos dos setores, até as do superuniverso, daí o seu nome ? Uniões dos Dias. Eles apresentam um informe tríplice aos seus superiores: relatam os dados pertinentes de natureza física e semi-intelectual aos Recentes dos Dias do seu setor menor; reportam os acontecimentos intelectuais e quase espirituais aos Perfeições dos Dias dos seus setores maiores; e mostram sobre as questões espirituais e semiparadisíacas aos Anciães dos Dias, na capital do seu superuniverso.

Como são seres originários da Trindade, eles contam com a disponibilidade de todos os circuitos do Paraíso, para intercomunicações, e assim estão sempre em contato uns com os outros e com todas as outras personalidades que se fizerem necessárias, até com os conselhos supremos do Paraíso.

Um União dos Dias não se encontra organicamente conectado ao governo do universo local para o qual está designado. À parte os seus deveres como observador, ele atua junto às autoridades locais apenas a pedido. Ele é um membro ex officio de todos os conselhos primários e de todos os conclaves importantes da criação local, mas não participa da consideração técnica dos problemas administrativos.

Quando um universo local é estabelecido em luz e em vida, os seus seres glorificados associam-se livremente ao União dos Dias, que então atua em uma função mais amplificada em tal reino de perfeição evolucionária. Todavia, primordialmente, ele é um embaixador da Trindade e um conselheiro do Paraíso.

Um universo local é governado diretamente por um Filho divino, que tem origem dual na Deidade; entretanto esse Filho tem, constantemente, a seu lado, um irmão do Paraíso, uma personalidade originária da Trindade. No caso da ausência temporária de um Filho Criador da sede central do seu universo local, os governantes em exercício, nas suas decisões principais, são guiados, em grande parte, pelo aconselhamento do seu União dos Dias.

7. OS FIÉIS DOS DIAS


Essas altas personalidades, originárias da Trindade, são os conselheiros do Paraíso para os governantes de uma centena de constelações, em cada universo local. Há setenta milhões de Fiéis dos Dias e, como os Uniões dos Dias, nem todos permanecem a serviço. O corpo de reserva dos Fiéis dos Dias, no Paraíso, forma a Comissão de Aconselhamento de Ética Interuniversal e Autogoverno. Os Fiéis dos Dias revezam-se no serviço, conforme as decisões dos governos dos conselhos supremos do seu corpo de reserva.

Tudo o que um União dos Dias é para um Filho Criador de um universo local, os Fiéis dos Dias são para os Filhos Vorondadeques que governam as constelações de uma criação local. Eles são supremamente devotados e divinamente fiéis ao bem-estar das constelações da sua designação, daí o seu nome ? Fiéis dos Dias. Eles atuam apenas como conselheiros; nunca participam das atividades administrativas, exceto a convite das autoridades da constelação. E também não ficam diretamente ocupados em ministrações educacionais aos peregrinos em ascensão, nas esferas arquitetônicas de estudos que rodeiam as sedes centrais de uma constelação. Todos esses empreendimentos estão sob a supervisão dos Filhos Vorondadeques.

Todos os Fiéis dos Dias que funcionam nas constelações de um universo local estão sob a jurisdição dos Uniões dos Dias, aos quais se reportam diretamente. Eles não têm um sistema amplo de intercomunicação, sendo ordinariamente autolimitados a interassociações dentro dos limites de um universo local. Qualquer Fiel dos Dias, a serviço em Nébadon, pode comunicar-se, e de fato comunica-se, com todos os outros membros da sua ordem a serviço neste universo local.

Como os Uniões dos Dias, em uma sede central de um universo, os Fiéis dos Dias mantêm as suas residências pessoais nas capitais da constelação, separadas das dos diretores administrativos desses reinos. As suas moradias são de fato modestas, se comparadas com as dos governantes Vorondadeques das constelações.

Os Fiéis dos Dias são o último vínculo, na longa corrente administrativa-conciliar, que se estende desde as esferas sagradas do Pai Universal, próximas do centro de todas as coisas, até as divisões primárias dos universos locais. O regime originário da Trindade tem o seu fim nas constelações; nenhum desses conselheiros do Paraíso fica permanentemente fixado nos sistemas componentes de uma constelação, nem nos seus mundos habitados. Essas últimas unidades administrativas estão completamente sob a jurisdição dos seres nativos dos universos locais.

[Apresentado por um Conselheiro divino de Uversa.]

Fonte: Minha Mestria

Hierarquia Cósmica - Os Sete Grupos de Espíritos Supremos




OS
SETE grupos de Espíritos Supremos são os diretores coordenadores universais da administração dos sete segmentos do grande universo. Embora todos se agrupem como sendo da família funcional do Espírito Infinito, os três grupos seguintes são usualmente classificados como filhos da Trindade do Paraíso:

1. Os Sete Espíritos Mestres.
2. Os Sete Executivos Supremos.
3. Os Espíritos Refletivos.

Os quatro grupos remanescentes são trazidos à existência por atos criadores do Espírito Infinito ou dos seus coligados de status criativo:

4. Os Auxiliares Refletivos de Imagens.
5. Os Sete Espíritos dos Circuitos.
6. Os Espíritos Criativos dos Universos Locais.
7. Os Espíritos Ajudantes da Mente.

Essas sete ordens são conhecidas, em Uversa, como os sete grupos de Espíritos Supremos. O seu domínio funcional estende-se desde a presença pessoal dos Sete Espíritos Mestres, na periferia da Ilha Eterna, passando pelos sete satélites do Espírito, no Paraíso, pelos circuitos de Havona, pelos governos dos superuniversos e pela administração e a supervisão dos universos locais, e abrangem, até mesmo, os serviços menos elevados dos ajudantes concedidos aos reinos da mente evolucionária, nos mundos do tempo e do espaço.

Os Sete Espíritos Mestres são os diretores coordenadores desse vasto domínio administrativo. Em algumas questões pertinentes à regulamentação administrativa do poder físico organizado, da energia mental e do ministério impessoal do espírito, eles atuam pessoal e diretamente; e em outras, eles atuam por meio dos seus colaboradores multivariados. Para todas as questões de natureza executiva — os ditames, regulamentações, ajustamentos e decisões administrativas — os Espíritos Mestres atuam por intermédio das pessoas dos Sete Executivos Supremos. No universo central, os Espíritos Mestres podem atuar por meio dos Sete Espíritos dos Circuitos de Havona; nas sedes-centrais dos sete superuniversos, eles revelam-se pelo canal dos Espíritos Refletivos e atuam por intermédio das pessoas dos Anciães dos Dias, com quem se mantêm em comunicação pessoal, por meio dos Auxiliares Refletivos de Imagens.

Os Sete Espíritos Mestres não têm contato, pessoal e diretamente, com a administração dos universos, nos níveis abaixo dos tribunais dos Anciães dos Dias. O vosso universo local é administrado, como uma parte do nosso superuniverso, pelo Espírito Mestre de Orvônton; mas a função dele, em relação aos seres nativos de Nébadon, passa a ser imediatamente desempenhada e pessoalmente dirigida pelo Espírito Criativo Materno residente em Sálvington, sede-central do vosso universo local.

1. Os Sete Executivos Supremos


A sede-central executiva dos Espíritos Mestres ocupa os sete satélites do Espírito Infinito no Paraíso, os quais giram em torno da Ilha Central, entre as esferas resplandecentes do Filho Eterno e as órbitas do circuito mais interno de Havona. Essas esferas executivas estão sob a direção dos Executivos Supremos: um grupo de sete que foi trinitarizado pelo Pai, pelo Filho e pelo Espírito, segundo as especificações dos Sete Espíritos Mestres, para seres do tipo que possa funcionar como os seus representantes universais.

Os Espíritos Mestres mantêm contato com as várias divisões dos governos do superuniverso, por intermédio desses Executivos Supremos. São sobretudo eles que determinam, em ampla medida, as tendências constituintes básicas dos sete superuniversos. Eles são uniforme e divinamente perfeitos, mas também possuem diversidades de personalidade. Eles não têm um superior permanente; cada vez que se reúnem escolhem um, dentre eles, para presidir ao conselho conjunto. Eles viajam ao Paraíso, periodicamente, para reunir-se em conselho com os Sete Espíritos Mestres.

Os Sete Executivos Supremos atuam como coordenadores administrativos do grande universo; eles poderiam ser chamados de junta de diretores executivos da criação pós-Havona. Eles não se ocupam dos assuntos internos do Paraíso; e dirigem as suas limitadas esferas de atividade em Havona por intermédio dos Sete Espíritos dos Circuitos. Fora disso, há poucos limites para o âmbito da sua supervisão; eles engajam-se, física, intelectual e espiritualmente na direção das coisas; a tudo vêem, escutam tudo, sentem tudo e até sabem de tudo o que acontece nos sete universos e em Havona.

Esses Executivos Supremos não dão origem a diretrizes, nem alteram os procedimentos nos universos; eles ocupam-se da execução dos planos da divindade, tais como promulgados pelos Sete Espíritos Mestres. E eles também não interferem no governo dos Anciães dos Dias, nos superuniversos, nem na soberania dos Filhos Criadores, nos universos locais. Eles são os executivos coordenadores cuja função é dar continuidade aos atos diretivos combinados de todos os soberanos devidamente constituídos no grande universo.

Cada um dos executivos, bem como os recursos da sua esfera, são consagrados à administração eficiente de um único superuniverso. O Executivo Supremo Número Um, funcionando na esfera executiva de número um, ocupa-se totalmente com os assuntos do superuniverso número um; e assim por diante, até o Executivo Supremo Número Sete, que trabalha no sétimo satélite do Espírito, no Paraíso, devotando as suas energias à administração do sétimo superuniverso. O nome dessa sétima esfera é Orvônton, pois os satélites do Espírito, no Paraíso, têm o mesmo nome dos superuniversos aos quais se relacionam; na verdade, os superuniversos receberam os seus nomes de acordo com elas.

Na esfera executiva do sétimo superuniverso, o pessoal encarregado de manter em ordem os assuntos de Orvônton atinge um número além da compreensão humana, abrangendo praticamente todas as ordens de inteligências celestes. Todos os serviços, no superuniverso, de embarque das personalidades (exceto o dos Espíritos Inspirados da Trindade e dos Ajustadores do Pensamento) passam por um desses sete mundos executivos, nas suas viagens pelos universos, de ida e vinda ao Paraíso, e neles são mantidos os registros centrais de todas as personalidades criadas pela Terceira Fonte e Centro, os quais funcionam nos superuniversos. O sistema dos arquivos materiais, moronciais e espirituais, em um desses mundos executivos do Espírito, assombra até os seres da minha ordem.

Os subordinados imediatos dos Executivos Supremos consistem, principalmente, nos filhos trinitarizados das personalidades do Paraíso-Havona e da progênie trinitarizada dos mortais glorificados que se tenham graduado nos estudos e aperfeiçoamentos de longa duração, no esquema ascendente do tempo e do espaço. Esses filhos trinitarizados são designados para o serviço, com os Executivos Supremos, pelo dirigente do Conselho Supremo do Corpo de Finalidade do Paraíso.

Cada Executivo Supremo tem dois gabinetes de conselheiros: os filhos do Espírito Infinito, na sede-central de cada superuniverso, escolhem os representantes das suas fileiras para servirem, por um milênio, no gabinete consultivo primário do seu Executivo Supremo. Para todas as questões que afetam os mortais ascendentes do tempo, há um gabinete secundário, consistindo em mortais que alcançaram o Paraíso e filhos trinitarizados de mortais glorificados; este corpo é escolhido pelos seres em perfeccionamento e em ascensão, que, transitoriamente, habitam as sedes-centrais dos sete superuniversos. Todos os outros dirigentes de assuntos são apontados pelos Executivos Supremos.

De tempos em tempos, são realizados grandes conclaves nesses satélites do Espírito, no Paraíso. Os filhos trinitarizados designados para esses mundos, junto com os seres ascendentes que atingiram o Paraíso, congregam-se com as personalidades espirituais da Terceira Fonte e Centro, nas reuniões sobre as lutas e os triunfos da carreira ascendente. Os Executivos Supremos sempre presidem a essas reuniões fraternais.

Uma vez, em cada milênio do Paraíso, os Sete Executivos Supremos deixam vagos os seus assentos de autoridade e vão ao Paraíso, onde têm o seu conclave milenar de saudação universal e de bons augúrios às hostes inteligentes da criação. Essa ocasião memorável tem lugar na presença direta de Majeston, o dirigente de todos os grupos refletivos do espírito. E assim, pois, eles tornam-se capazes de comunicar-se simultaneamente com todos os seus colaboradores associados, no grande universo, por meio da função singular da refletividade universal.

2. Majeston — O Dirigente Supremo da Reflectividade


Os Espíritos Refletivos têm origem divina na Trindade. Existem cinqüenta desses seres únicos e, de certo modo, misteriosos. Sete dessas personalidades extraordinárias foram criadas em um mesmo momento, e cada um dos episódios criadores delas foi efetivado por meio de um enlace da Trindade do Paraíso com um dos Sete Espíritos Mestres.

Essas operações memoráveis, que ocorreram na aurora dos tempos, demonstram o esforço inicial das Personalidades Criadoras Supremas, representadas pelos Espíritos Mestres, para atuarem como co-criadoras com a Trindade do Paraíso. Essa união do poder criador dos Criadores Supremos com os potenciais criadores da Trindade é a fonte mesma da realidade do Ser Supremo. É por isso que, após o ciclo da criação refletiva haver percorrido todo o seu curso, quando cada um dos Sete Espíritos Mestres já havia encontrado a sincronia perfeita de criação com a Trindade do Paraíso, e quando o quadragésimo nono Espírito Refletivo estava já personalizado, só então ocorreu uma nova e abrangente reação, no âmbito do Absoluto da Deidade, que conferiu novas prerrogativas de personalidade ao Ser Supremo, e isso culminou na personalização de Majeston, o dirigente da refletividade e o centralizador, no Paraíso, de todo o trabalho dos quarenta e nove Espíritos Refletivos e dos seus colaboradores em todo o universo dos universos.

Majeston é uma pessoa verdadeira, é o centro pessoal e infalível dos fenômenos da refletividade, em todos os sete superuniversos do tempo e do espaço. Ele mantém a sua sede-central permanente no Paraíso, perto do centro de todas as coisas, no ponto de confluência dos Sete Espíritos Mestres. Ele encarrega-se apenas da coordenação e da manutenção do serviço de refletividade, em toda a vasta criação; ele não se envolve, de outro modo, na administração dos assuntos do universo.

Majeston não está incluído na nossa catalogação das personalidades do Paraíso, porque ele é a única personalidade existente da divindade, criada pelo Ser Supremo em enlace funcional com o Absoluto da Deidade. Ele é uma pessoa, mas está exclusiva e automaticamente encarregado, aparentemente apenas dessa única fase da economia do universo; ele não emprega nenhuma habilidade pessoal em função de outras ordens (não-refletivas) de personalidades do universo.

A criação de Majeston assinalou o primeiro ato supremo criativo do Ser Supremo. Tal vontade para a ação foi voluntária, da parte do Ser Supremo, mas a estupenda reação do Absoluto da Deidade não era conhecida de antemão. Desde o surgimento-em-eternidade de Havona, o universo não havia testemunhado uma factualização tão extraordinária de um alinhamento tão gigantesco e vasto de poder e coordenação de atividades espirituais funcionais. A resposta da Deidade à vontade criadora do Ser Supremo, e seus interassociados, esteve muito além do intento proposital deles e excedeu, grandemente, os seus prognósticos conceituais.

Tudo aquilo que o Supremo e o Último podem alcançar em termos de novos níveis de divindade, ascendendo a novos domínios de função da personalidade, causa em nós um espanto reverente pelas possibilidades daquilo que as idades futuras poderão testemunhar nos domínios da deificação de outros seres inesperados e não-sonhados ainda, possuidores de poderes inimagináveis para uma coordenação ainda mais elevada do universo. Pareceria não haver limites ao potencial de resposta do Absoluto da Deidade a tal unificação de relações entre a Deidade experiencial e a Trindade existencial do Paraíso.

3. Os Espíritos Reflectivos

Os quarenta e nove Espíritos Refletivos são originários da Trindade, mas cada um dos sete episódios criadores que determinaram o surgimento deles produziu um tipo de ser de natureza semelhante às características do Espírito Mestre que foi o seu coancestral. Assim, eles refletem variadamente as naturezas e os caracteres das sete combinações possíveis de associação entre as características divinas do Pai Universal, do Filho Eterno e do Espírito Infinito. Por essa razão, é necessário que haja sete desses Espíritos Refletivos nas sedes-centrais de cada superuniverso. Faz-se necessário um, de cada um dos sete tipos, para realizar a perfeita reflexão de todas as fases, de cada manifestação possível das três Deidades do Paraíso; pois tais fenômenos poderiam ocorrer em qualquer parte dos sete superuniversos. E, sendo assim, um de cada tipo foi designado para o serviço em cada superuniverso. Esses grupos, de sete Espíritos Refletivos diferentes, mantêm sedes-centrais nas capitais dos superuniversos, no foco refletivo de cada reino; e esse foco, por sua vez, não coincide com o ponto de polaridade espiritual.

Os Espíritos Refletivos têm nomes, mas essas designações não são reveladas aos mundos do espaço. Esses nomes pertencem à natureza e ao caráter desses seres e são uma parte dos sete mistérios universais das esferas secretas do Paraíso.

O atributo da refletividade, o fenômeno dos níveis mentais do Agente Conjunto, do Ser Supremo e dos Espíritos Mestres, é transmissível a todos os seres encarregados do funcionamento desse vasto esquema de informação universal. E nisso repousa um grande mistério: nem os Espíritos Mestres, nem as Deidades do Paraíso, singular ou coletivamente, demonstram ter esses poderes da refletividade universal coordenada, do modo como são manifestados nessas quarenta e nove personalidades ligadas a Majeston, não obstante serem eles os criadores de todos esses seres maravilhosamente dotados. A hereditariedade divina, algumas vezes, revela na criatura certos atributos não discerníveis no Criador.

O pessoal do serviço de refletividade, à exceção de Majeston e dos Espíritos Refletivos, é composto todo de criaturas do Espírito Infinito bem como de colaboradores e subordinados diretos seus. Os Espíritos Refletivos de cada superuniverso são os criadores dos seus Auxiliares Refletivos da Imagem, que são as suas vozes pessoais para as cortes dos Anciães dos Dias.

Os Espíritos Refletivos não são meramente agentes de transmissão; eles são também personalidades retentoras. A sua progênie, de seconafins, também é de retentores ou personalidades de registro. Tudo aquilo que tiver valor espiritual verdadeiro é registrado em duplicata; e uma impressão é preservada, no equipamento pessoal de algum membro de uma das inúmeras ordens de personalidades secoráficas pertencentes à vasta equipe dos Espíritos Refletivos.

Os registros formais dos universos são transmitidos pelos registradores angélicos e por meio deles; mas os verdadeiros registros espirituais estão reunidos, por refletividade, e preservados nas mentes das personalidades adequadas e apropriadas, pertencentes à família do Espírito Infinito. Estes são os registros vivos, em contraste com os registros formais e mortos do universo; e são perfeitamente preservados nas mentes vivas das personalidades de registro do Espírito Infinito.

A organização da refletividade é, também, o mecanismo de reunião das notícias e disseminação dos decretos de toda a criação. E mantém-se em constante operação, ao contrário do funcionamento periódico de vários serviços de transmissão.

Tudo de importância que acontece na sede-central de um universo local é, inerentemente, refletido para a capital do seu superuniverso. E, inversamente, tudo o que tenha significado para o universo local é refletido para fora das sedes-centrais do seu superuniverso, indo até as capitais dos universos locais. O serviço de refletividade, dos universos do tempo até os superuniversos, parece ser automático ou auto-operante, mas não é. Tudo é muito pessoal e inteligente; tal precisão resulta da perfeição da cooperação entre as personalidades e, portanto, dificilmente pode ser atribuído às presenças-atuações impessoais dos Absolutos.

Embora os Ajustadores do Pensamento não participem da operação do sistema de refletividade universal, nós temos todos os motivos para acreditar que todos os fragmentos do Pai sejam plenamente conhecedores dessas transações e sejam, por si próprios, capazes de colocar-se a par dos seus conteúdos.

Durante a era atual do universo, o alcance espacial do serviço de refletividade extra-Paraíso parece estar limitado pela periferia dos sete superuniversos. Por outro lado, a função desse serviço parece ser independente do tempo e do espaço; parece ser independente de todos os circuitos subabsolutos conhecidos do universo.

Nas sedes-centrais de cada superuniverso, a organização da refletividade funciona como uma unidade em separado; mas, em certas ocasiões especiais, sob a direção de Majeston, todas as sete sedes podem agir, e o fazem, em uníssono universal, tal como no evento do jubileu ocasionado pelo estabelecimento de um universo local inteiro, em luz e vida, e nas épocas das saudações milenares dos Sete Executivos Supremos.

4. Os Auxiliares Reflectivos da Imagem

Os quarenta e nove Auxiliares Refletivos da Imagem foram criados pelos Espíritos Refletivos; e há apenas sete Auxiliares nas sedes-centrais de cada superuniverso. Os primeiros atos criadores dos Sete Espíritos Refletivos de Uversa foram a produção dos seus sete Auxiliares das Imagens, cada Espírito Refletivo criando o seu próprio Auxiliar. Os Auxiliares das Imagens são, considerando certos atributos e características, reproduções perfeitas dos seus Espíritos Refletivos Maternos; são duplicações virtuais, excetuando-se o atributo da refletividade. Eles são verdadeiras imagens e funcionam, constantemente, como canal de comunicação entre os Espíritos Refletivos e as autoridades dos superuniversos. Os Auxiliares das Imagens não são meramente assistentes; eles são as representações reais dos seus respectivos Espíritos ancestrais; eles são imagens, e são fiéis ao seu nome.

Os Espíritos Refletivos, eles próprios, são verdadeiras personalidades, mas de uma ordem incompreensível para os seres materiais. Mesmo na esfera da sede-central de um superuniverso, eles requerem a assistência dos seus Auxiliares das Imagens, para todo o intercâmbio pessoal com os Anciães dos Dias e os seus colaboradores. Nos contatos entre os Auxiliares das Imagens e os Anciães dos Dias, algumas vezes, um único Auxiliar funciona aceitavelmente, enquanto, em outras ocasiões, dois, três, quatro e mesmo até todos os sete se fazem necessários, para a apresentação, própria e total, da comunicação confiada à sua transmissão. Do mesmo modo, as mensagens dos Auxiliares das Imagens são, variavelmente, recebidas por um, dois ou todos os três Anciães dos Dias, conforme o conteúdo da comunicação possa requerer.

Os Auxiliares das Imagens servem, para sempre, junto aos seus Espíritos ancestrais e têm, à sua disposição, uma hoste inacreditável de seconafins ajudantes. Os Auxiliares das Imagens não funcionam diretamente em conexão com os mundos de educação dos mortais ascendentes. Eles estão estreitamente interligados ao serviço de informação do esquema universal da progressão mortal; mas vós não entrareis em contato pessoal com eles, quando estiverdes nas escolas de Uversa, porque esses seres, aparentemente pessoais, são desprovidos de vontade; eles não exercem o poder de escolha. Eles são verdadeiras imagens, totalmente refletivas, da personalidade e da mente do seu Espírito ancestral individual. Como classe, os mortais ascendentes não entram em contato, estreitamente, com a refletividade. Sempre algum ser de natureza refletiva interpor-se-á entre vós e a operação real desse serviço.

5. Os Sete Espíritos dos Circuitos

Os Sete Espíritos dos Circuitos de Havona são a representação impessoal conjunta do Espírito Infinito e dos Sete Espíritos Mestres perante os sete circuitos do universo central. Eles são os servidores dos Espíritos Mestres, de quem são progênie coletiva. Os Espíritos Mestres suprem os sete superuniversos com uma individualidade administrativa distinta e diversificada. Por intermédio desses Espíritos uniformes dos Circuitos de Havona, os Espíritos Mestres tornam-se capazes de prover o universo central de uma supervisão espiritual unificada, uniforme e coordenada.

Os Sete Espíritos dos Circuitos estão limitados, cada um deles, a permear apenas um circuito de Havona. Eles não estão diretamente envolvidos com os regimes dos Eternos dos Dias, governantes dos mundos individuais de Havona. Contudo, estão em ligação com os Sete Executivos Supremos e sincronizam-se com a presença do Ser Supremo no universo central. O seu trabalho é totalmente confinado a Havona.

Esses Espíritos dos Circuitos fazem contato com aqueles que permanecem em Havona por meio da sua progênie pessoal, os supernafins terciários. Embora os Espíritos dos Circuitos sejam coexistentes com os Sete Espíritos Mestres, a função dos Espíritos dos Circuitos na criação dos supernafins terciários só atingiu maior importância quando os primeiros peregrinos do tempo chegaram ao circuito externo de Havona, nos dias de Grandfanda.

À medida que avançardes, de circuito a circuito, em Havona, vós aprendereis sobre os Espíritos dos Circuitos, contudo não sereis capazes de manter comunhão pessoal com eles, ainda que possais, pessoalmente, gozar da sua presença impessoal e até reconhecer a sua influência espiritual.

Os Espíritos dos Circuitos estão relacionados aos habitantes nativos de Havona, tanto quanto os Ajustadores do Pensamento estão relacionados às criaturas mortais que habitam os mundos dos universos evolucionários. Como os Ajustadores do Pensamento, os Espíritos dos Circuitos são impessoais; e eles consorciam-se às mentes perfeitas dos seres de Havona, de um modo muito semelhante àquele pelo qual os espíritos impessoais do Pai Universal residem nas mentes finitas dos homens mortais. Entretanto, os Espíritos dos Circuitos nunca se tornam uma parte permanente das personalidades de Havona.

6. Os Espíritos Criativos do Universo Local

Grande parte daquilo que diz respeito à natureza e função dos Espíritos Criativos Maternos do universo local pertence mais propriamente à narrativa da sua associação com os Filhos Criadores, na organização e na gestão das criações locais; mas há muitos aspectos, anteriores às experiências no universo local, desses seres maravilhosos, que podem ser narrados aqui como uma parte desta dissertação sobre os sete grupos de Espíritos Supremos.

Estamos familiarizados com seis fases da carreira de um Espírito Materno de um universo local e temos muitas cogitações a fazer sobre a probabilidade de um sétimo estágio de atividade. Esses diferentes estágios de existência são:

1. A Diferenciação Inicial no Paraíso. Quando um Filho Criador é personalizado, pela ação conjunta do Pai Universal e do Filho Eterno, simultaneamente ocorre, na pessoa do Espírito Infinito, aquilo que é conhecido como uma “reação suprema de complemento”. Nós não entendemos a natureza dessa reação, mas compreendemos que ela designa uma modificação inerente das possibilidades personalizáveis abrangidas pelo potencial criativo do Criador Conjunto. Assim, o nascimento de um Filho Criador coordenado assinala o nascimento, dentro da pessoa do Espírito Infinito, do potencial de uma futura consorte, no universo local, para esse Filho do Paraíso. Não somos conhecedores da nova identificação pré-pessoal dessa entidade, mas sabemos que esse fato se encontra nos registros do Paraíso, referentes à carreira de cada Filho Criador.

2. O Aperfeiçoamento Preliminar das Faculdades de Criador. Durante o longo período preliminar da educação de um Filho Michael, sobre a organização e a administração dos universos, a sua futura consorte é submetida a um desenvolvimento posterior de entidade, e torna-se consciente do grupo do destino. Não sabemos, mas suspeitamos que tal entidade, com consciência de grupo, torne-se conhecedora do espaço e comece aquela educação preliminar que é requisito para que ela adquira a perícia espiritual, no seu futuro trabalho, de colaboração com o seu Michael complementar, na criação e administração de um universo.

3. A Etapa da Criação Física. No momento em que o Filho Eterno encarrega o Filho Michael da tarefa de criação, o Espírito Mestre que dirige o superuniverso ao qual esse novo Filho Criador está destinado, dá expressão à “oração de identificação”, na presença do Espírito Infinito; e, pela primeira vez, a entidade do subseqüente Espírito Criativo Materno aparece de modo diferenciado da pessoa do Espírito Infinito. E, indo diretamente até a pessoa do Espírito Mestre solicitante, essa entidade desaparece imediatamente do nosso campo de reconhecimento, tornando-se aparentemente uma parte da pessoa desse Espírito Mestre. O Espírito Criativo recém-identificado permanece com o Espírito Mestre até o momento da partida do Filho Criador para a aventura do espaço; a partir deste momento, o Espírito Mestre entrega a nova consorte-Espírito aos cuidados do Filho Criador, ao mesmo tempo administrando à consorte-Espírito o encargo de eterna fidelidade e infindável lealdade. E então se dá um dos episódios mais profundamente tocantes entre todos os que acontecem no Paraíso. O Pai Universal fala em reconhecimento à eterna união do Filho Criador e do Espírito Criativo Materno, e em confirmação de alguns poderes conjuntos de administração, outorgados pelo Espírito Mestre da jurisdição do superuniverso.

O Filho Criador e o Espírito Materno, unidos pelo Pai, então, seguem adiante para a sua aventura da criação de um universo. E eles trabalham juntos, nessa forma de enlace, durante todo o longo e árduo período de organização material do seu universo.

4. A Era de Criação da Vida. Quando o Filho Criador declara a sua intenção de criar a vida, começam no Paraíso as “cerimônias de personalização”, das quais participam os Sete Espíritos Mestres, e que são pessoalmente experienciadas pelo Espírito Mestre supervisor. Essa é uma contribuição da Deidade do Paraíso para a individualidade da consorte-Espírito, do Filho Criador, que se torna manifesta, ao universo, no fenômeno da “erupção primária” na pessoa do Espírito Infinito. Simultaneamente a esse fenômeno, no Paraíso, a consorte-Espírito do Filho Criador, até aqui, impessoal torna-se, para todos os propósitos e intentos práticos, uma pessoa autêntica. Daí em diante, e para sempre, esse mesmo Espírito Materno de um universo local será considerado uma pessoa, e irá manter relações pessoais com todas as hostes de personalidades subseqüentes à criação da vida.

5. As Idades Posteriores às Auto-outorgas. Outra grande mudança ocorre na carreira sem fim de um Espírito Criativo, quando o Filho Criador retorna à sede-central do universo, após cumprir a sua sétima auto-outorga e, pois, subseqüentemente à sua aquisição da plena soberania sobre o universo. Nessa ocasião, perante os administradores do universo reunidos, o Filho Criador triunfante eleva o Espírito Materno do Universo à co-soberania e reconhece essa consorte-Espírito como a sua igual.

6. As Idades de Luz e Vida. Após o estabelecimento da era de luz e vida, a co-soberana do universo local ingressa na sexta fase da carreira de um Espírito Criativo. Todavia não podemos descrever a natureza dessa grande experiência. Tais coisas pertencem a um estágio futuro de evolução em Nébadon.

7. A Carreira Não Revelada. Sabemos dessas seis fases da carreira de um Espírito Materno de um universo local. E é inevitável que devêssemos perguntar: existe uma sétima carreira? Somos sabedores, e há o registro, de que, quando os finalitores alcançam o que parece ser o seu destino final de ascensão mortal, eles entram na carreira dos espíritos de sexta etapa. Conjecturamos que uma outra carreira não revelada, de compromisso no universo, espera pelos finalitores. É de se esperar que consideremos, do mesmo modo, que os Espíritos Maternos do Universo tenham, diante de si, uma carreira não revelada que constituirá a sua sétima fase da experiência pessoal, no serviço universal e de leal cooperação com a ordem dos Criadores Michaéis.

7. Os Espíritos Ajudantes da Mente

Esses Espíritos ajudantes são uma outorga mental sétupla do Espírito Criativo Materno de um universo local, às criaturas vivas da criação conjunta do Filho Criador e desse Espírito Criativo. Essa outorga torna-se possível no momento da elevação do Espírito Criativo às prerrogativas do status de personalidade. A narrativa da natureza e funcionamento dos sete espíritos ajudantes da mente pertence mais propriamente à história do vosso universo local de Nébadon.

8. As Funções dos Espíritos Supremos

Os sete grupos de Espíritos Supremos constituem o núcleo da família funcional da Terceira Fonte e Centro, tomada, ao mesmo tempo, tanto enquanto Espírito Infinito quanto como Agente Conjunto. O domínio dos Espíritos Supremos estende-se desde a presença da Trindade no Paraíso, até o funcionamento da mente, na ordem dos mortais evolucionários dos planetas do espaço. Dessa maneira, eles unificam os níveis administrativos descendentes e coordenam as funções múltiplas do pessoal envolvido. A atividade dos Espíritos Supremos é encontrada em todos os lugares, no universo central, no superuniverso e nos universos locais; seja junto a um grupo de Espíritos Refletivos, em ligação com os Anciães dos Dias; junto a um Espírito Criativo, atuando em uníssono com um Filho Michael ou, ainda, junto aos Sete Espíritos Mestres, em circuito com a Trindade do Paraíso. Eles funcionam do mesmo modo, tanto com as personalidades da Trindade da ordem dos “Dias”, quanto com as personalidades do Paraíso da ordem dos “Filhos”.

Junto com os seus Espíritos Maternos Infinitos, os grupos dos Espíritos Supremos são os criadores diretos da vasta família das criaturas da Terceira Fonte e Centro. Todas as ordens de espíritos ministradores surgem dessa ligação. Os supernafins primários originam-se no Espírito Infinito; os seres secundários dessa ordem são criados pelos Espíritos Mestres; os supernafins terciários, pelos Sete Espíritos dos Circuitos. Os Espíritos Refletivos, coletivamente, são as mães criadoras de uma ordem maravilhosa de hostes angélicas, a dos poderosos seconafins do serviço do superuniverso. Um Espírito Criativo Materno é a mãe das ordens angélicas de uma criação local; tais ministros seráficos são originários de cada universo local, embora eles sejam modelados a partir dos arquétipos do universo central. Todos esses criadores de espíritos ministradores são assistidos, apenas indiretamente, pelo foco central do Espírito Infinito, mãe original e eterna de todos os ministros angélicos.

Os sete grupos de Espíritos Supremos são os coordenadores da criação habitada. A interassociação dos seus chefes diretos, os Sete Espíritos Mestres, parece coordenar as extensas atividades de Deus, o Sétuplo:

1. Coletivamente, os Espíritos Mestres quase equivalem ao nível de divindade das Deidades da Trindade do Paraíso.
2. Individualmente, eles abrangem todas as possibilidades primárias de combinação da Deidade Trina.
3. Como representantes diversificados do Agente Conjunto, eles são depositários daquela soberania de poder-mente-espírito do Ser Supremo, a qual, pessoalmente, ele ainda não exerce.
4. Por intermédio dos Espíritos Refletivos, eles sincronizam os governos dos Anciães dos Dias, no superuniverso, com Majeston, o centralizador, no Paraíso, da refletividade universal.
5. Com a sua participação na individualização das Ministras Divinas, dos universos locais, os Espíritos Mestres contribuem para o último nível de Deus, o Sétuplo, na união do Filho Criador e do Espírito Criativo Materno dos universos locais.

A unidade funcional inerente ao Agente Conjunto revela-se aos universos em evolução por meio dos Sete Espíritos Mestres, as suas personalidades primárias. Contudo, nos superuniversos perfeccionados do futuro, essa unidade, sem dúvida, será inseparável da soberania experiencial do Supremo.

[Apresentado por um Conselheiro Divino de Uversa.]

sexta-feira, 13 de maio de 2011

O Que é a Ascensão?



Neste meio tempo vocês provavelmente perceberam que nós não demos um projeto para a ascensão. Em um mundo perfeito, nós teríamos um projeto ou modelo que nos mostrasse o que fazer. Nós saberíamos o que esperar e o que não esperar e, portanto, passaríamos pelo processo com mais graça e tranquilidade do que o fazemos agora. Mas como todos percebem, nós não vivemos em um mundo perfeito, assim, nós cambaleamos cegamente por algum tempo, imaginando como prosseguir.


Grande parte de nossa energia é gasta, sendo informados de que temos concepções errôneas do que é e não é o processo de ascensão. Estas concepções errôneas criam muita dor que experienciamos ao longo do caminho. Por exemplo, há uma concepção errônea de que podemos ascender sem ter que experienciar os nossos medos. Ohhh, como seria maravilhoso se isto fosse realmente verdadeiro! “Suspiro”.

Este artigo foi escrito para ajudar a dissipar algumas destas concepções errôneas que nos levam a cambalear e também fornecer algo de um projeto para o processo. Este projeto, naturalmente, é baseado em minhas experiências, assim como as daquelas magníficas almas que eu tenho a honra de conhecer e que trilham o caminho ao meu lado. Assim, vamos começar com o básico.

O Que É A Ascensão?

A um nível individual, a ascensão é o processo de mudar a consciência da realidade de alguém, baseada em um conjunto de crenças, para outra. Em um grupo, ou nível planetário, a ascensão é a expansão coletiva de um estado de consciência (conjunto de crenças), ao ponto onde esta consciência cria uma nova realidade – um novo estado de ser ou dimensão (A Síndrome do Centésimo Macaco). Exemplo: Nós estamos criando coletivamente uma consciência de 5ª dimensão através de nossos processos de ascensão individual. Está certo, eu compreendo que eu lancei um novo pensamento aqui, este de que uma dimensão é um estado de consciência. Talvez, nós devêssemos parar e observar isto antes que continuemos, porque realmente precisamos compreender a consciência, as dimensões e tais conceitos, antes que possamos compreender verdadeiramente o processo da ascensão.

O que é a Consciência?

Consciência é um conjunto de crenças nas quais baseamos nossas vidas e através das quais fazemos as escolhas e decisões que criam a nossa realidade presente.

O que é uma dimensão?

Uma dimensão é um estado da consciência. Agora como isto pode ser? Bem, quando vocês observam o que chamamos de dimensões, o que percebemos é que cada uma refere-se a um exclusivo conjunto de crenças. Por exemplo, a 3ª dimensão refere-se à crença de que esta é a única vida que temos e se não pudermos tocá-la, experimentá-la, vê-la, senti-la ou ouvi-la, ela não existe. E esta bem próxima? A 5ª dimensão, a qual eu me dedicarei totalmente em um artigo vindouro, refere-se à Cristo ou à Consciência da Unidade, onde compreendemos que estamos todos conectados – compreendemos e vivemos em unidade (há uma concepção errônea de como é a consciência de unidade e eu me referirei a ela no artigo, A 5ª Dimensão – como será?). Nossa consciência de 3ª dimensão atual não foi estabelecida até que um número suficiente de pessoas começasse a acreditar da mesma maneira. E eu suspeito de que a consciência de 5ª dimensão atual não foi estabelecida até que um número suficiente de pessoas que existissem lá imaginasse como viver em unidade. Assim vemos que quando um número suficiente de pessoas vive um conjunto de crenças, elas criam uma dimensão.

Indo além, um estado de consciência/dimensão, vibra em certa freqüência assim como toda a matéria física tem uma vibração distinta de freqüência. Em nosso universo como eu o compreendo, quanto mais próximos nós alcançarmos o ponto de integração de Luz e de Escuridão, mais rápidos nós vibraremos (a compaixão sendo o ponto de integração com o padrão vibratório mais rápido). Assim, se todo um grupo de pessoas adquirirem um conjunto particular de crenças, neste caso, a compreensão de como viver no ponto de integração entre a Luz e a Escuridão, então todos eles começarão a vibrar neste padrão particular. Este padrão vibratório é também conhecido como freqüência. Continuando, esta vibração do grupo cria uma nova consciência, uma nova realidade, e uma nova dimensão pelos indivíduos no grupo, expressando-se emocionalmente, criativamente, etc. Eu espero que tudo isto faça sentido para vocês. Algumas vezes eu me vejo tentando explicar conceitos multidimensionais um pouco desafiadores, porque há muitos níveis para eles. Eu posso vê-los em minha mente, mas colocá-los no papel é outra questão. “Sorriso”.

Agora que temos uma compreensão básica da consciência, dimensões e freqüência, voltemos à ascensão.

Como ascendemos?

Expresso de uma forma simples, nós ascendemos ao clarificarmos os nossos bloqueios emocionais, integrando os medos que são a base destes bloqueios, e transmutando a raiva, o ódio, a culpa, a censura e a humilhação nestes bloqueios em compaixão. Em cada um de nossos bloqueios emocionais há julgamento das emoções obscuras (já afirmadas acima). Quando aprendemos a aceitar, valorizar e usar estas emoções de uma maneira equilibrada, nós equilibramos o lado Obscuro de nós mesmos.

No exterior, quando aprendemos a valorizar e a apreciar estes que expressam emoções obscuras em seus papéis como nossos professores (isto é, estes que desempenham papéis obscuros, pois eles têm contratos espirituais conosco para fazerem isto), há um equilíbrio entre a Luz e a Escuridão em nossa realidade. Mais uma vez, outro conceito multidimensional condensado em uma sentença ou duas. Leiam a “Fórmula da Compaixão” e “Dançando com os folhetos obscuros” para mais informação na integração da Luz e da Escuridão.

Quando clarificamos os nossos bloqueios, mudamos a nossa consciência. Nós nos tornamos menos críticos, portanto mais compassivos. Assim a nossa consciência muda primeiro e o nosso corpo físico segue o exemplo. Em terceiro lugar, a nossa realidade externa começa a refletir a nova consciência que estamos expressando. Portanto, vagarosamente a realidade física muda também. Assim, a cada dia, quando permitimos que nossos guias nos tragam lições de modo que possamos clarificá-las, nós estamos ascendendo.A cada vez que clarificamos um bloqueio e experienciamos a alegria da gratidão, a apreciação e a compaixão, estamos ascendendo. Vamos recapitular esta. A ascensão ocorre quando vocês:

1 – Estão desejando clarificar os seus bloqueios.

2 – Clarificam um bloqueio, integram um medo ao experiênciá-lo e conquistam a compaixão, criando assim uma mudança em sua consciência.

Qual é a mecânica da ascensão?

A Ascensão é um processo que tem componentes espirituais, emocionais, mentais e físicos. Este processo tem múltiplas camadas e é interconectado, significando que uma ação que ocorra a algum nível, afeta os outros níveis (pensem nisto como um efeito dominó). A mecânica do processo de ascensão segue algo como isto:

1 – Vocês pedem para que os seus medos se mostrem a vocês.

2 – Um medo se manifesta em sua vida como uma lição que tem que se manifestar.

3 – Vocês se movem através do medo, desejando experienciá-lo tão completamente quanto necessário, a fim de integrá-lo.

4 – Vocês integram o medo, aprendendo assim a lição. Nesta parte, vocês assimilam os sentimentos do medo associados com este medo/lição. Eles podem ser sentimentos tais como: culpa, vergonha, ódio, raiva, ressentimento, etc.. (Sim, nós realmente tememos ao sentirmos estas emoções porque nos foi ensinado que elas são más e se nós as experienciarmos, nós seremos maus.)

5 – Vocês experienciam a liberação quando o medo é integrado e a lição é aprendida. Nesta liberação vocês experienciam emoções tais como alegria, êxtase, gratidão ( pela pessoa que desempenhou o papel Escuro ) e compaixão (pela dor que a pessoa do papel Escuro) teve que experienciar a fim de desempenhar a sua parte). Quando vocês sentem compaixão, há uma sensação de formigamento em seu corpo, e em muitos casos, uma explosão orgásmica de energia em seu chacra coronário superior (isto é, a raiva, a vergonha, etc., sendo transmutada em compaixão), enquanto vocês liberam as pessoas envolvidas em sua lição, da culpa.

6 – A compaixão que vocês sentem transmuta um pouco mais do seu DNA baseado no carbono para o DNA baseado no cristal ou na sílica, permitindo assim mais luz em seu corpo. Ao mesmo tempo, quaisquer implantes (também conhecidos como padrões de comportamento), associados a este medo/lição são mudados (equilibrados). Se vocês estiveram trabalhando neste medo em todos os seus vários aspectos, estes implantes recentemente mudados liberam então sua partícula dos seus 10 cordões adormecidos do seu DNA, de modo que eles possam ser realinhados.

Quanto mais nos movemos através destas fases, (leiam a “Fórmula da Compaixão” para mais detalhes neste processo de integração/transmutação), mais recodificamos o nosso DNA, mudando a consciência para mais e mais próxima ao ponto de integração entre a Luz e a Escuridão. A Compaixão é a aceitação incondicional e igual de todas as coisas (Luz e Escuridão), em relação a quem ou o que vocês são. Agora vamos observar algumas das concepções errôneas sobre a ascensão.

Concepções Errôneas da Ascensão

Há muitas concepções errôneas sobre a ascensão ocorrendo nestes dias. A maior parte delas parece vir de uma falta de informação básica e de tentar formular o nosso conceito de ascensão no que nos foi ensinado no passado. Uma vez que nos foi dada a perspectiva superior em relação a alguns destes conceitos, podemos verificar que onde já tenha outro nível de conhecimento fará com que tudo isto tenha sentido. Vamos observar alguns dos mais predominantes.

Nós podemos ascender sem experienciar a dor ou o medo.

Como eu disse anteriormente, eu desejaria que isto fosse verdade, mas como verificamos pela informação acima, nós devemos ter algo que possamos usar para conquistar a compaixão. Nós devemos ter alguma forma de estímulo. Nós não transmutamos o amor ou a alegria em compaixão, transmutamos? Tanto o amor como a alegria são emoções de freqüência mais elevada, como a compaixão, não são? Compreendo que nós usamos a energia das emoções de freqüência inferior da raiva, vergonha, culpa, ressentimento, etc. para transmutarmos em compaixão. Assim, se isto for verdadeiro, então devemos ser capazes de acessar estas emoções para que haja a possibilidade de transmutá-las, certo? E, a fim de acessá-las devemos senti-las de alguma forma, porque isto é o que se pretende ao acessá-las, não é verdade? E não é quando as experienciamos o mesmo que senti-las?

Prosseguindo, as emoções de freqüência inferior não criam dor emocional e, algumas vezes, dor física? Por exemplo, a raiva não cria a dor emocional, ou culpa, ou a vergonha? Assim, para resolvermos isto, se precisamos de emoções transmutáveis como estímulo para ascender, então devemos acessá-las. Isto significa sentirmos a dor destas emoções, e se sentirmos a dor destas emoções, eu suponho então que significa que nós não ascenderemos sem experienciar a dor. Isto faz sentido? E tenham em mente que a dor é um catalisador para a mudança. Nós não mudamos até que compreendamos que precisamos... A dor é o indicador que é o momento para a mudança. Da perspectiva superior, como eu a compreendo, a dor é uma ferramenta mais valiosa porque sem ela nós não teremos catalisador para nos mover para fazer o trabalho que é necessário, a fim de crescermos espiritualmente.

Nós podemos recodificar o nosso DNA apenas através da intenção ou é preciso que tenhamos alguém mais para fazê-lo por nós?

Bem, pensem sobre isto. Se vocês estão fazendo a purificação emocional e isto muda o seu DNA, não é o mesmo que Recodificar o DNA? E, se vocês precisam de estímulo (medos e emoções de frequência inferior), para transmutar em compaixão para recodificar o seu DNA... e experienciar todo este processo de transmutação para que ele funcione, então como poderiam fazer isto meramente pela intenção? Assim, como poderia alguém mais fazer isto por vocês? Como eles poderiam experienciar os seus medos, integrá-los e aprender as suas lições por vocês? Eu não vejo como eles poderiam. Seria o mesmo que ter alguém vivendo a sua vida por vocês enquanto vocês se sentam de lado e observam. Mas, se eles pudessem certamente eu seria a primeira na fila! Eu não quero experienciar qualquer outra dor e desconforto que eu tenha.

Através do processo da ascensão nós ganharemos a habilidade de bilocarmos, levitarmos e movermos objetos com as nossas mentes.
Foi uma verdadeira desilusão para mim quando descobri que estas habilidades não faziam parte do processo e do plano da ascensão planetária. Eu queria muito aprender como fazê-las e achei que no início elas eram uma das razões para continuar. Mas, por outro lado, nós não somos solicitados a atingi-las a fim de ascender e isto é um grande alívio! Pensem em quanto tempo e energia levariam para sermos capazes de conquistar estas habilidades. Isto é uma habilidade de escola de mistério que leva anos para dominar. Assim, não, estas habilidades não fazem parte do processo de ascensão. As habilidades exigidas são:

1 – A habilidade de conquistar a compaixão ao transmutar bloqueios emocionais.

2 – A habilidade de valorizar a escuridão de todas as formas

3 – A habilidade de viver em harmonia com todas as outras espécies no universo, não obstante as diferenças.

Algo que eu aprendi há não muito tempo e que vocês poderiam estar interessados em saber, é que há dois processos diferentes de ascensão. Há o processo Reptiliano e o Processo Humano. O Processo Reptiliano, ensinado através das antigas escolas de mistério, habilita-os a ascender através da mestria mental e requer que o estudante viva à parte do mundo, a fim de se concentrar em suas habilidades. O Processo Humano os habilita a ascender através do coração e requer que o estudante viva no mundo para conquistar as suas habilidades. Está certo, assim eu posso ter aberto uma lata de vermes nisto... Imagino que seria melhor escrever um artigo para explicar isto também.

Quando ascendermos nós estaremos em um planeta diferente.

Realmente em um sentido, seria como estar em um planeta diferente, mas na realidade, nós estaremos em um plano diferente deste. Como as estações de rádio existem em freqüências diferentes, mas vocês podem acessá-las, no mesmo rádio, a 3ª, 4ª, 5ª dimensões serão dimensões/freqüências/estados de consciência diferentes que podem ser acessadas no mesmo planeta Terra. Pelo menos é esta a minha compreensão neste momento.

Quando ascendermos viveremos em total união e unidade... Não haverá Escuridão ou negatividade... Tudo será amor e luz.

As pessoas não ficarão surpresas quando verem que ainda há Luz e Escuridão na 5ª dimensão? Mais uma vez, como o compreendo, nós teremos uma sociedade mais unida, mas não às custas da individualidade. Ter somente Luz/Unidade significa, em seu extremo, uma mentalidade de colméia como as abelhas ou as formigas. Nós queremos realmente isto? Como o compreendo, nós queremos viver sabendo que estamos todos conectados, de modo que possamos parar toda a hostilidade e a luta que é provocada pelo pensamento de que “estamos separados”. Mas não queremos desistir de nossa individualidade e livre arbítrio para nos tornarmos parte de uma consciência de unidade onde todos pensem o mesmo, queremos? Bem, se for este o caso, não contem comigo.

Quando ascendermos, seremos capazes de ver e ouvir fisicamente os nossos guias.
Talvez, mais adiante no processo de ascensão, isto ocorra quando a 4ª e a 5ª dimensões se tornarem mais fortes, mas por agora, é através do olho interior e do ouvido interior que vemos e ouvimos os nossos guias. Há aqueles que já vêem e ouvem com seus olhos e ouvidos de 3ª dimensão, mas isto não se deve à Recodificação do DNA ou à Ascensão, me falaram. É porque eles nasceram com glândulas endócrinas funcionando plenamente como parte de sua missão terrestre.

Quando ascendermos, deveríamos abandonar nossas vidas de 3ª dimensão e nos movermos para a Luz.

Bem, isto também não é parte do plano neste momento. Pela minha compreensão, nós estamos para viver no mundo e sermos parte dele, mas viver nele com uma consciência multidimensional. Isto foi difícil de imaginar. No início do meu caminho, eu queria me separar do mundo, viver em uma comunidade fechada com pessoas da mesma opinião, desistir de meus cartões de crédito e contas bancárias e viver no amor. Logo, descobri, apenas fazendo parte disto, que não funcionava. Nós estamos para ficar ancorados e no mundo, porque o mundo é o lugar de onde virão as nossas lições. É o lugar onde podemos acessar os nossos medos e integrá-los, acessar nossas emoções de freqüência inferior e transmutá-las dentro de nossos corpos físicos de 3ª dimensão.

Se nos separarmos do mundo e passarmos o nosso tempo nos projetando em outras dimensões ou no plano astral, perderemos as experiências que nos levam a crescer. Lembrem-se, sem as lições se manifestando, não poderemos crescer espiritualmente. Nós evoluímos do desequilíbrio para o equilíbrio. Se tentarmos viver em um mundo perfeito, nós nos tornaremos estagnados espiritualmente, não é? Pensem nisto. Bem, já há suficientes concepções errôneas, e este artigo já está longo. Vamos prosseguir.

Como poderei dizer que estou ascendendo?

- Vocês têm tomado mentalmente a decisão de passar pelo processo de ascensão. Isto é diferente do que estar no caminho espiritual. A Ascensão é uma escolha de mover-se para a 5ª dimensão. O caminho espiritual é uma escolha para acessar o que está além da 3ª dimensão e para acessar o seu lado espiritual.

- Seus medos estão se manifestando em sua vida como lições.

- Seu corpo físico começa a reagir ao processo de ascensão através de novas dores e sofrimentos. Esta é a sua criança interior que está sendo impulsionada pelos medos que estão surgindo para serem integrados. Estes medos estão armazenados em diferentes locais. Exemplo: Um medo de dinheiro está guardado na parte inferior de suas costas e vocês experienciam este medo como dor na parte inferior das costas.

- Vocês começam a estar mais conscientes das sincronias e das ocorrências incomuns em sua vida, em contraste a estar inconscientes delas. (As sincronias os seus guias e o seu trabalho que criam os eventos em seu Projeto de Vida que vocês escolheram durante o seu tempo no intervalo de suas vidas.)

O que pretendemos quando dizemos que a 3ª, 4ª, 5ª dimensões estão surgindo?


Esta é uma notícia interessante que eu não pude resistir em compartilhar com vocês. Como muitos de vocês sabem, há muitas conversas surgindo sobre as dimensões e os efeitos físicos, mentais, emocionais, que estamos experienciando por causa disto. Eu gostaria de compartilhar o que penso que isto significa desde que tantos têm contatado comigo sobre isto.

Enquanto mais e mais pessoas se movem ao longo dos caminhos Espirituais e da Ascensão, conquistamos níveis de compreensão. Por exemplo, aprendemos que somos seres espirituais que têm uma experiência físico/humana. Quando um número suficiente de pessoas imaginarem esta experiência, criarão uma nova consciência. Segundo a minha compreensão, esta crença particular que é uma das mais básicas no caminho Espiritual, é um conceito de 4ª dimensão. Assim, este grupo ancorou uma oitava da 4ª dimensão na 3ª dimensão porque eles vivem em um mundo físico de 3ª dimensão, conseqüentemente, eles fundiram a 3ª e a 4ª dimensões. A mesma coisa ocorre quando um número suficiente de pessoas ancorarem um conceito de 5ª dimensão na 3ª dimensão. Isto é o que se pretende pelas dimensões que estão se fundindo. Grupos de pessoas estão criando novas dimensões de consciência, enquanto vivem em uma dimensão diferente. Espero que isto faça sentido.

Bem isto resume esta coisa da ascensão para este artigo. Há muito mais que pode ser compartilhado na ascensão e eu tenho incluído algo disto em outros artigos que escrevi. Sintam-se à vontade para conferi-los. Vocês o acharão em “Ascensão”, na área de Artigos de nosso site.

* O Centésimo Macaco se refere à “consciência coletiva” (um fenômeno para os cientistas), através de um autor chamado Ken Keyes. Jr. Em uma ilha, os cientistas observaram os macacos comendo batatas doces que os cientistas esconderam na areia antes de dar aos macacos. Os macacos comeram as batatas, mas não gostaram da areia. Uma das fêmeas começou a lavar a sua batata na água, antes de comê-la. Vagarosamente os outros seguiram o seu exemplo, e eventualmente este comportamento se espalhou através da ilha, alcançando a última geração mais velha. Subitamente os outros macacos, nas outras ilhas começaram a fazer a mesma coisa! Simplesmente, Keyes explica sobre esta consciência coletiva: “Quando um certo número crítico conquista uma consciência, esta nova consciência pode ser comunicada de mente a mente.” Para vocês, nestas coisas de filmes, este fenômeno foi também parcialmente observado na abertura do filme, “2001, Uma Odisséia no Espaço”.

Jelaila Starr


O Caráter Imutável de Deus



Por um tempo grande demais o homem pensou em Deus como um ser semelhante a si próprio. Deus não tem, nunca teve e nunca terá rivalidade ou ciúme do homem, nem de qualquer outro ser no universo dos universos. Sabendo que o Filho Criador pretendia que o homem fosse a obra-prima da criação planetária, que fosse o soberano da Terra inteira, quando Deus teve a visão do homem sendo dominado pelas suas próprias paixões mais baixas, e viu o espetáculo da Sua criatura prostrada diante de ídolos de madeira, de pedra, de ouro, e diante da própria ambição egoísta — essas cenas sórdidas levaram Deus e os Seus Filhos a tomar-Se de zelo e de cuidado pelo homem, mas nunca por rivalidade nem por ciúme do homem.

O Deus eterno é incapaz de ira ou de raiva, no sentido que essas emoções humanas têm e como o homem entende tais reações. Esses sentimentos são mesquinhos e desprezíveis; são indignos de serem chamados até de humanos e mais ainda de divinos; e tais atitudes são totalmente alheias à natureza perfeita e ao caráter pleno de graça do Pai Universal.

Uma parte muito grande da dificuldade que os mortais de Urântia têm de compreender Deus deve-se às conseqüências, de longo alcance, da rebelião de Lúcifer e da traição de Caligástia. Em mundos não segregados pelo pecado, as raças evolucionárias são capazes de formular idéias muito melhores do Pai Universal, pois os seus conceitos sofrem menos distorções, confusões e deturpações.

Deus não se arrepende de nada que haja feito, que agora faça ou que venha um dia a fazer. Ele é onisciente, bem como onipotente. A sabedoria do homem vem das provações e dos erros da experiência humana; a sabedoria de Deus consiste na perfeição inqualificável, ilimitada, do Seu discernimento universal infinito e irrestrito; e esse pré-conhecimento divino efetivamente dirige o Seu livre-arbítrio criador.

O Pai Universal nunca faz nada que cause dor ou arrependimento subseqüentes. Mas as criaturas volitivas, planejadas e feitas pelas Suas personalidades Criadoras, nos universos remotos, pela própria escolha desafortunada dessas criaturas, algumas vezes, causam emoções de pesar divino nas personalidades dos seus pais Criadores. Todavia, embora o Pai não cometa erros, nem abrigue arrependimentos, ou experimente o pesar, Ele é um Ser que tem uma afeição de Pai, e o Seu coração fica pesaroso, sem dúvida, quando os Seus filhos falham em atingir os níveis espirituais que seriam capazes de alcançar, com a assistência que foi tão livremente provida pelos planos da realização espiritual e pelas políticas de ascensão dos mortais nos universos.
A infinita bondade do Pai está além da compreensão da mente finita do tempo; por isso é que deve haver sempre uma forma de contraste com o mal comparativo (não o pecado) para a exibição efetiva de todas as fases da bondade relativa. A perfeição da bondade divina pode ser discernida pela intuição mortal imperfeita apenas porque ela se destaca, por contraste, da imperfeição relativa das relações entre o tempo e a matéria, nos movimentos do espaço.
O caráter de Deus é infinitamente supra-humano; e é por isso que essa natureza da divindade deve ser personalizada, como o é, nos Filhos divinos, antes que possa ser captada com a fé, pela mente finita do homem.

Do Livro de Urântia
(Documento 4: Seção 3)

Fonte: Minha Mestria