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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Triângulo Das Bermudas: Alguns Relatos Bizarros






Segue alguns relatos. Para quem não conhecia, só dar uma pesquisada.

E até mesmo uma belonave da Marinha Americana, o destróier USS Vogelgesang, ficou totalmente paralisado naquelas águas por durante uma noite inteira, no ano de 1974, sem que tivessem encontrado quaisquer explicações técnicas ou lógicas. E, para o mais absoluto terror de toda a sua tripulação, alguma coisa invisível tentava puxá-lo, sacolejando e fazendo-o vibrar intensamente por durante toda a madrugada!
Aliás, alguns estranhos e aparentemente inocentes nevoeiros são uma constante naquelas paragens e por vezes, reunindo o útil ao desagradável, costumam tentar capturar também os barcos e navios. Uma própria unidade da Guarda Costeira Americana, o cutter Yamacraw em 8 de agosto de 1956 estava próximo ao Mar dos Sargaços quando seus tripulantes avistaram aquilo que parecia uma estranha massa de terra bem à frente do barco, fato também confirmado pelo radar de bordo. Não seria nada de mais se acaso ali não fosse uma região de mar aberto e sem qualquer sombra de terra por milhas e milhas de distância!
Como detalhe curioso, note-se que naquela madrugada o mar estava calmo e a visibilidade era excelente. Aproximando-se cautelosamente da tal “massa de terra”, o comandante do barco verificou tratar-se na verdade de uma grande barreira escura, tal como uma nuvem muito baixa que, partindo desde a superfície do mar se estendia por todo o horizonte, subindo muito alto na direção do céu!
Curiosamente, os potentes holofotes da embarcação não conseguiam sequer penetrá-la e os espantados tripulantes viram algo verdadeiramente incrível: a tal cortina nebulosa marrom-escura não estava tocando na água e sim principiava a cerca de alguns centímetros acima dela! Costeando a tal nuvem surrealista, subitamente as caldeiras paravam de funcionar quando o Yamacraw tentou forçar a passagem. Estranhos distúrbios físicos começaram a acometer os assustados tripulantes e foi lançado o pedido de SOS. O barco foi então manobrado às pressas para sair dali, o que conseguiu logo após – ocasião em que os motores e os instrumentos de navegação voltaram a funcionar. Quando o dia começava a amanhecer a tal nuvem foi discretamente embora e tudo voltou ao normal nas águas fatídicas do Triângulo das Bermudas.

Outros curiosos fenômenos, porém, se fazem ali presentes: as chamadas “águas brancas”, citadas pelo tenente Charles Taylor pouco antes de desaparecer com toda a sua esquadrilha, são uma realidade, inclusive já fotografada por aviadores e pelos próprios astronautas americanos! São enormes extensões do oceano que esporadicamente se tornam intensamente brancas e brilhantes, não se tratando de qualquer fenômeno atmosférico. A coisa vem, logicamente, de baixo. O que é, não se sabe!

Os nevoeiros esverdeados, ou mais apropriadamente intensos campos eletromagnéticos que tentam capturar os nossos navios e aviões, andam também fazendo das suas naquelas paragens. Alguns pilotos de aviões civis que conseguiram deles escapar, relatam que tiveram as suas aeronaves literalmente neles aprisionadas, ocasião em que todos os instrumentos de bordo enlouqueciam e se fazia impossível controlar a máquina. Um deles mencionou que tudo sumia dentro daquele verde infernal e a coisa parecia literalmente estar sugando o seu avião!
Aliás, e por falar nisso, os OVNI parecem ter naquelas regiões malditas o seu ponto favorito de atividades, ou interesses. Vários deles já foram flagrados mergulhando em altíssimas velocidades, da mesma forma que saem das profundezas abissais. Alguns quase se chocaram com navios e aviões! O Dr. Morris Jessup, que morreu pouco tempo depois vítima de um “suicídio” muito misterioso, foi um dos maiores pesquisadores de OVNI e era da opinião que na área do Triângulo das Bermudas eles seriam os responsáveis pelos desaparecimentos, uma vez que acreditava na formação de redemoinhos temporários magnéticos, potentes formas de ionização, capazes de causar a desintegração de tudo aquilo que estivesse por perto das suas trajetórias, ou eventuais manifestações.

O certo é que milhares de pessoas já desapareceram sem deixar quaisquer vestígios. Aparentemente, os navios e os aviões seriam circunstâncias acessórias de uma espécie de caçada que vem, desde tempos imemoriais, sendo promovida sabe-se lá por quem e porquê. Barcos à deriva com tudo intacto nos seus interiores já foram recolhidos pela Guarda Costeira e por muitos outros navios. Somente os tripulantes desapareceram, como num passe de mágica!
E até mesmo os brasileiros já engrossaram as sinistras estatísticas do Triângulo da Morte. Em 1976 o cargueiro panamenho Sylvia L. Ossa, que levava uma carga de minérios de ferro para a Filadélfia, informou pelo rádio que enfrentava problemas naquela região. A partir daí somente o silêncio. O navio e toda a sua tripulação, que incluía nove cidadãos brasileiros, sumiu para sempre!
A experiência vivida pelo capitão do rebocador Good News, Don Henry, em 1966, talvez possa elucidar como essas caçadas são feitas: seu navio rebocava de Porto Rico para Miami uma barca avariada. Subitamente os instrumentos de navegação enlouqueceram. A bússola girava ao contrário! Apesar do céu claro, aquela noite se transformou em uma estranha massa leitosa, onde não havia mais o mar nem o horizonte. Um desligamento foi sentido e a barca que era rebocada subitamente desapareceu, apesar de o cabo estar devidamente pendurado na popa e esticado. Atonitamente procurando pela barca desaparecida, todos os vinte e quatro intrigados tripulantes então a viram… Envolta em um outro estranho nevoeiro que sutilmente a encobrira.

Henry ordenou força total à frente, quando então algo muito mais estranho aconteceu: uma estranha briga pela posse da barca rebocada, pois o que quer que fosse que queria levá-la, desde lá de dentro daquele estranhíssimo nevoeiro, também puxava o barco rebocador, a ponto mesmo de pará-lo com um imenso tranco, apesar da força dispendida pelos seus potentes motores Diesel! O cabo de aço de três e meia polegadas parecia querer partir-se e uma intensa vibração tomava conta do Good News. A energia elétrica interrompeu-se subitamente e os geradores se apagaram sem maiores explicações. Até mesmo as baterias das lanternas se fundiram misteriosamente. Vendo que estava perdendo a batalha, o capitão já ia liberar o cabo para dar o fora dali o mais rapidamente possível (pois segundo disse não queria fazer parte das estatísticas), quando o tal nevoeiro, assim como surgiu, sumira e tudo voltou ao normal. Examinando posteriormente a barcaça rebocada, notou-se que estava exageradamente morna, como se tivesse sido submetida a uma força de tração descomunal.
Don Henry, a partir daí, tornou-se um estudioso e pesquisador da área do Triângulo do Diabo, procurando entender o quê de fato acontecia e que forças estranhas lá atuavam. Mais tarde, equipado com um barco provido de sonares específicos para prospecções submarinas, revelou ao mundo o mapa gráfico mais sensacional que se teve notícias na área da Arqueologia: nada menos que uma imensa pirâmide submersa a grande profundidade, muito maior do que a de Gizé, no Egito, cuja altura – de acordo com os registros do sonar – é superior a 160 metros, além de estar cercada por outras estranhas edificações, obviamente não naturais!

E, contudo, ela não é a única! Por um golpe de sorte fotografada pelo aviador Robert Brush, em 1967, uma curiosa formação submersa não natural foi detectada em outra região do famigerado triângulo, localizada próxima às grandes fossas abissais que chegam a atingir mais de seis mil metros de profundidade! Baseado nessas evidências, a expedição chefiada pelo Dr. Ray Brown, um ano depois, encontrou uma outra gigantesca pirâmide, muito maior do que aquela, repousando sob as águas do Atlântico. Os atônitos mergulhadores que, na medida do possível conseguiram examiná-la, constataram que sua superfície é polida como um espelho! Segundo o Dr. Brown, existiria uma abertura através da qual podia-se ver uma espécie de altar no seu interior, com um estranho monumento no qual se erguiam duas espécies de mãos, sustentando uma misteriosa esfera, aparentemente de cristal, sob um teto cilíndrico que descia da sua abóbada piramidal. Em um dos extremos do teto, podia também ser vista uma estranha pedra vermelha que emitia luminosidade. E de todo o seu interior, emanava um a luz intensa que não parecia provir de qualquer fonte!
Aliás, vestígios arqueológicos ainda inexplorados e não de todo inteiramente identificados são uma realidade em toda as regiões submersas do Atlântico Norte, onde precisamente se supõe que estivesse localizado o perdido continente da Atlântida. A famosa Muralha de Bimini, descoberta em 1968 e inclusive já explorada por mergulhadores, é de fato um prodígio arquitetônico submerso, incrivelmente bem elaborada por intermédio de gigantescos blocos de pedra perfeitamente ajustados entre si. Nas suas proximidades existem pilares e outros vestígios de antigas construções!

Nos Baixios das Bahamas, por sua vez, fotografias aéreas já revelaram que nas proximidades das grandes quedas abissais existem ruínas de templos e estradas, bem como outras grandes muralhas submersas. Em Andros, também, existe uma região chamada de “Zona do Templo”, onde sobressaem nas profundezas do oceano os restos de uma enorme estrutura artificial, daí a sua denominação. A quase dois quilômetros dali, os arqueólogos e os mergulhadores encontraram nada menos que um total de doze outras estruturas de natureza semelhante!
Vários muros, calçadas e pilastras submersos já foram detectadas em diversos outros pontos abrangidos pelo chamado Triângulo das Bermudas e denotam que em tempos muito recuados esses monumentos, obras de uma civilização muito adiantada e, sobretudo, desconhecida, estiveram na superfície, tendo submergido em razão de um cataclismo qualquer.
Mas o quê exatamente estaria por trás de todas essas insólitas ocorrências? Estranhas ruínas submersas não fariam desaparecer navios, aviões e milhares de pessoas. Porém uma das hipóteses mais discutidas seria precisamente aquela que diz respeito à existência de certas “centrais de força” do perdido continente atlante que, de acordo com certas conjunções terrestres, ou quem sabe planetárias ou ainda cósmicas, entrariam momentaneamente em operação, emitindo poderosas correntes eletromagnéticas desde as profundezas do oceano até as camadas mais altas da nossa atmosfera, literalmente destruindo tudo que porventura cruze as suas trajetórias, agora erráticas e descontroladas. Lembremos que a antiga tradição diz que no topo da Pirâmide Suprema da Atlântida existia uma pedra muito poderosa, talvez um cristal de natureza e propriedades desconhecidas, que brilhava intensamente, como um enorme farol visível desde o espaço sideral!
Ivan T. Sanderson, pesquisador e notável autoridade no assunto, acreditava por sua vez que possam também existir certas civilizações que habitem os fundos dos oceanos terrestres, coexistindo conosco; inteiramente desconhecidas e sequer sonhadas pela nossa humanidade! Seriam, talvez, originárias de civilizações inteligentes que eventualmente tivessem por algum motivo emigrado para a Terra, encontrando no fundo dos nossos mares condições análogas às dos seus habitats de origem, ou então mais adaptáveis a elas. Ou, quem sabe, seriam originárias daqui mesmo, tendo se desenvolvido muito mais do que os seres que habitam as terras firmes.
Há quem sustente, contudo, que no chamado Triângulo das Bermudas opere uma gigantesca base submarina de OVNI, ou Discos Voadores. Isso explicaria a inusitada freqüência com que eles se manifestam nessa área. O falecido Dr. Morris Jessup acreditava e inclusive tinha uma teoria na qual a força dos campos magnéticos gerados pelos seus deslocamentos poderiam transformar e inclusive transportar matéria de uma dimensão para outra. E mais: que essas máquinas fantásticas poderiam entrar na nossa dimensão, capturando homens e amostras da sua tecnologia!

Efeitos desconhecidos relativos a certas peculiaridades ainda não bem definidas e presentes naquela área, são igualmente apontados por alguns especialistas, os quais acreditam que verdadeiras distorções do espaço e do tempo poderiam se manifestar em certas ocasiões, lançando tudo aquilo que encontrem no seu caminho em direção ao passado, ou quem sabe ainda no futuro! Quanto a isso, existem alguns testemunhos bastante intrigantes: navios e aviões fantasmas são vistos e relatados nos diários de bordo das embarcações. Mas muitos deles estão desaparecidos há decênios, ou talvez mesmo séculos!

Em 1946, por exemplo, a tripulação do navio Cyrus Field viu uma antiga caravela, que vinha em curso de colisão. As manobras de evasão foram tomadas, porém, o navio fantasma que veio do passado sumiu da mesma forma como apareceu. Aviões que surgem do nada e somem são outro tipo de ocorrência diversas vezes relatadas. Porém, são aeronaves silenciosas que, assim como os navios fantasmas, parecem ter vindo do passado e mergulham no mar sem fazer qualquer ruído. Os próprios tripulantes e passageiros do navio Queen Elisabeth I, testemunharam um Piper Comanche fantasma vindo na direção do grande navio, para logo em seguida – sem fazer qualquer barulho – entrar nas profundezas do oceano, como se tivesse sido sugado! Obviamente aquilo não estava acontecendo, mas deve ter sucedido em algum período passado do tempo que não aquele!

Um outro caso espantoso foi o encontro pela Guarda Costeira de uma moderna escuna dada como desaparecida há apenas alguns meses, porém tão envelhecida como se tivesse sumido há séculos. No porão, os cadáveres dos dois tripulantes, reduzidos a osso extremamente límpidos – coisa impossível de acontecer em tão curto período. Foi como se o barco tivesse misteriosamente voltado ao passado, ou talvez ido para o futuro, retornando então ao nosso continuum espaço-tempo!

Em uma praia da Flórida, dia limpo e sol claro, todos que nela estavam viram um pequeno monomotor surgir no ar, igualmente em total silêncio, mergulhar no mar e desaparecer. Unidades de socorro foram acionadas e após vasculharem extensamente toda a área nada encontraram. Foi outro viajante do tempo que surgiu do nada? Assim parece, mas o que dizer de um outro avião, dessa vez com os ruídos normais, que voava em círculos e que logo após sobrevoar uma região costeira densamente habitada, isso diante de dezenas de testemunhas, partiu em direção ao alto mar e jamais reapareceu? Nada demais se acaso o seu piloto não tivesse desesperadamente pedido socorro através do rádio à torre de controle daquele mesmo Estado, dizendo que não localizava a terra e não avistava nada, a não ser o mar abaixo de si? Isso significava que o avião estava em outro lapso de tempo, naquele exato lugar, mas não naquela época! Lembra, sem dúvida, o caso dos Avenger-TBM em 1945.

Por: ufoleague

Fonte: Retirado do Facebook

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Os Casos Mais Misteriosos do Triângulo das Bermudas



Quem nunca ouviu alguma história de desaparecimento envolvendo o triangulo das bermudas? Alem de famoso, esse assunto é muito polêmico, sendo enredo de vários filmes, livros e etc.
Mas o que é o triangulo das bermudas? Não, não tem nada a ver com a bermuda que a sua mãe te deu naquele aniversário de oito anos, mas sim com uma região delimitada por três países:
Se existe alguma coisa sobrenatural que age nesse perímetro, ninguém sabe, mas o fato é que existem inúmeros casos de desaparecimento, alguns inexplicáveis, e outro nem tanto. Quem para pra estudar um pouco mais sobre esse assunto, acaba descobrindo que alguns desses casos misteriosos têm uma solução bem simples, mas para os conspiradores de plantão, há bastante assunto pra se basear e fazer suas teorias.
Nesse post, vou mostrar alguns casos famosos que aconteceram dentro do triângulo das bermudas.


01- Teignmouth Electron
Esse talvez seja um dos mais “normais” entre os casos. Em 1968, uma corrida de iate ao redor do mundo, prometia dar o que falar aos jornais da época. A Sunday Times Golden Globe Race tinha uma regra bem interessante “A corrida não deve ter paradas”. Ou seja, depois da largada, o competidor deveria tentar cruzar a linha de chegada sem parar em nenhum porto, caso contrario, deveria ser desclassificado. Em outubro 1968, Donald Crowhurst saiu da Inglaterra, e partiu atrás da vitória, porem, nunca cruzou a linha de chegada. Seu barco, o “Teignmouth Electron”, foi encontrado abandonado no meio do triangulo das bermudas em julho de 1969.
Após uma verificação dos diários de bordo de Crowhurst, se descobriu que o mesmo estava enganando os organizadores do evento, mentindo sobre suas posições, e também foi constatado que ele teria começado a apresentar sinais de doenças mentais. A hipótese mais plausível, é que Crowhurst tenha se jogado do iate, e se afogado.


02- Star Ariel

Este foi o primeiro desaparecimento de uma aeronave no triangulo das bermudas registrado. Uma aeronave Tudor 4 as Bermudas em 17 de janeiro de 1949 com 7 tripulantes e 13 passageiros, com destino a Jamaica, mas nunca mais foi visto!
O capitão J. C. McPhee relatou no dia do acidente, que estaria não tendo problemas com avião, porem, mais tarde, um novo contato desesperado do capitão relatava problemas na comunicação, e que mudaria a freqüência da aeronave. Depois disso, nunca mais se teve noticias do Star Ariel.
Mais de 60 aeronaves e 13 mil homens saíram em busca da aeronave, mas não encontraram um destroço sequer. Após esse acidente, as Tudor 4 pararam de ser fabricadas.


03- Star Tiger

Mais uma aeronave desaparecida (Criatividade não era o forte dos capitães desaparecidos no triângulo das bermudas). O capitão B. W. McMillan tinha a missão de chegar nas Bermudas levando consigo 31 pessoas a bordo, saindo da Inglaterra. A previsão de chegada era às 5h do dia 30 de janeiro de 1948, e, pra variar, o avião nunca mais foi visto.
Buscas foram organizadas, e mais tarde, descobriu-se que S.S. Troubadour havia visto uma aeronave voando baixo em direção da Baía de Delaware. Se essa aeronave fosse mesmo o Star Tiger, ele estaria totalmente fora do rumo!
Até hoje, também não se sabe nada sobre a aeronave, e nenhum destroço foi encontrado durante todos esse anos.


04- USS Cyclops

O primeiro caso de desaparecimento que envolve o Brasil! O USS Cyclops era um navio da marinha americana que, 1918 teve a missão de vir ao Brasil abastecer os navio aliados. Com 309 pessoas a bordo, o navio deixou o Rio de Janeiro em fevereiro e alcançou Barbados em março, sendo que, depois disso, nunca mais foi visto novamente!
Conspiracionistas diziam que um submarino alemão havia afundado o navio (já que a primeira guerra mundial havia estourado de vez), E os EUA fizeram todo o possível para tentar descobrir o que havia acontecido ao USS Cyclops. Até hoje se afirma que esse é um dos casos de desaparecimento mais desconcertantes do anais da marinha americana.
Mais tarde, foi comprovado que não havia nenhum submarino inimigo na rota do Cyclops, e que os alemães sequer sabiam da manobra re reabastecimento do navio.


05- Vôo 201

Esse é bem sucinto, em 31 de março de 1984 o vôo 201 deixou Fort Lauderdale, partindo em direção as ilhas Bimini, nas Bahamas, porem nunca chegou lá. Segundo os controladores do vôo, no meio do caminho o avião diminuiu drasticamente a velocidade, não informando se estava tendo algum tipo de problema, e minutos depois caiu no mar, desaparecendo completamente.
Uma mulher nas ilhas Bimini jura que viu o avião cair a mais ou menos 1 milha de distância da ilha, mas (pra variar) nenhum destroço jamais foi encontrado!


06- Vôo 19

Mais um que saiu de Fort Lauderdale, na Flórida. Em 5 de dezembro de 1945, cinco bombardeiros Avenger comandados pelo tenente Charles Taylor saíram da base com 13 pilotos em treinamento. Cerca uma hora depois, Taylor reportou via rádio que a bússola não estava funcionando, mas que de acordo com seus cálculos, eles deveriam estar sobre Florida Keys.
O outro tenente que recebeu a informação de Taylor, pediu para que eles rumasse ao norte, desde que tivessem certeza de estar sobrevoando Keys. Taylor era um excelente piloto, mas mesmo assim, deu meia volta, e quanto mais ele tentava sair de Keys, mais mar adentro ele se colocava. À medida que a noite chegava, o rádio foi ficando mais fraco, até que o contato com o vôo 19 se perdeu de vez. Uma investigação da marinha relatou que a confusão do tenente Taylor causou o acidente, mas a mãe do tenente convenceu-os a alterar o relato, e botar a culpa em “forças desconhecidas”. Os aviões jamais foram encontrados.

Fonte:
 Ufo & Seres da Luz (Página no Facebook)

Relato de Mario Restier, Volta Redonda (RJ)


Às 17 horas do dia 4 de dezembro de 1949, Mario Restier, que morava na cidade de Barra Mansa, regressava do sítio de seu pai, em Volta Redonda (RJ), quando notou, ainda perto do sítio, um objeto discoidal sobrevoando silenciosamente um grupo de arvores, aterrissando em seguida a 10 ou 15 metros da estrada. Surpreso, assustou-se mais ainda quando ouviu uma voz que lhe dizia: "Não tenha medo... Quer saber do que se trata? Sabemos que você acredita em nós".
À sua aproximação abriu-se uma portinhola no aparelho e apareceram dois tripulantes, de estatura aproximada de 1,65 (mesma altura de Mario), os quais acenaram amistosamente, como convidando-o à entrar. Usavam uma espécie de saiote romano e tinham a cabeça coberta por um gorro ou capacete.

A primeira pergunta que Mário lhes fez foi se acreditavam em Deus, ao que responderam imediatamente: "Deus é um só!.
Mais encorajado, o jovem entrou no disco, sendo conduzido por um corredor e uma sala com painéis cheios de ecrãns, quadros e botões. Apareciam nas telas esquemas indicando dados da locomoção da nave.
Os tripulantes convidaram-no à uma viagem. Restier respondeu que aceitaria se eles prometessem trazê-lo de volta são e salvo. Após a confirmação por parte dos tripulantes do objeto deitaram-no dentro de uma espécie de urna ou banheira, cheia de um líquido que, segundo os seres, servia para eliminar problemas relacionados à grandes acelerações, alem de hidratar e alimentar o corpo. Apenas a face ficou fora do líquido.
Quando os tripulantes anunciaram que iriam decolar Mario adormeceu. Quando acordou foi informado de que estavam chegando. Ele foi retirado da urna e levado à outro compartimento da nave onde suas roupas e seu corpo secaram imediatamente. Foi-lhe fornecido um uniforme semelhante aos dos tripulantes do objeto.

Ao olhar pelas vigias do disco, Mario percebeu que estava em uma espécie de hangar com vários discos semelhantes ao que embarcara. Quando olhou novamente para os tripulantes Mário surpreso percebeu que eles estavam sentados numa espécie de sofá aparentemente "desligados". Foi então que abriu-se a portinhola por ela entraram algumas pessoas que com simpatia dirigiram-se à testemunha. Estes informaram que Mario era a terceira pessoa a estar no local e que estavam felizes por ele ter vindo.
Em seguida estes seres levaram-no a passear por uma espécie de cidade onde haviam outros seres. Ele foi levado à uma espécie de museu onde mostraram-lhe uma tela com imagens da humanidade. nossa índole, nossas ambições, violência, etc.
Após algumas horas Mario foi levado de volta ao disco, onde suas roupas foram devolvidas. Ele foi novamente colocado na urna com o estranho liquido. Quando acordou foi levado até o local onde havia embarcado. Ao chegar no sítio do seu pai este reclamou muito por Mario ter desaparecido tanto tempo sem dar notícias, deixando preocupados todos os seus amigos e familiares. Foi então que percebeu que era 14 de abril de 1950. Mário lembrava-se de algo em torno de 6 horas de sua experiência. Praticamente 4 meses de sua vida estavam em branco.
O caso encontra-se detalhadamente descrito no Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores, edição 61 de 15 de abril de 1968.


Fonte: Ufo & Seres da Luz (Página no Facebook)

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O Caso Roswell (Parte 2)


roswell5Manchete do Jornal , Daily Record, de Rosewell, 1º de agosto de 1947 RANCHEIRO ATORMENTADO QUE LOCALIZOU "DISCO" DIZ ESTAR ARREPENDIDO Robert Ungar, de 47 anos, criador de ovelhas do município de Lincoln, que reside em seu rancho, 45 Km a sudeste de Maricopa, declarou hoje ter encontrado destroços que o exército  a princípio descreveu como um disco voador, mas a publicidade que se seguiu a sua descoberta o levou a acrescentar que, se algum dia encontrar mais alguma coisa que não seja uma bomba, vai ficar calado a respeito. Ungar contou que ele e seu filho Bob Jr., de 8 anos, estavam cerca de 11 ou 12 Km afastados da sede do rancho de J. H. Foster, que ele administra, quando encontraram uma área cheia de destroços compostos de tiras de borracha, pedaços de folhas de alumínio fino, um tipo de papel bastante resistente e pedacinhos de madeira. No dia 3 de julho, seu filho Bob Jr. E a filha Mary de 12 anos, voltaram ao local e juntaram uma boa quantidade dos destroços. Não havia sinal algum de metal em toda área que pudesse parecer um motor e nem sinal de hélices ou coisa parecida, embora ele tenha visto uma armação que parecia ser um estabilizador de papel, colada a um dos pedaços de alumínio.

Não foram encontradas quaisquer palavras nos destroços, mas ele disse ter visto letras em alguns pedaços. Uma grande quantidade de fita adesiva transparente, e algumas tiras  com flores impressas tinham sido usadas na construção do objeto. Ungar afirmou já ter encontrado antes dois balões meteorológicos no rancho, mas que eram diferentes dos destroços encontrados dessa vez. "Estou certo de que o material encontrado não é de um balão meteorológico", disse ele, "mas eu juro que, se encontrar alguma outra coisa por lá, que não seja uma bomba, vão ter que me torturar para eu falar a respeito".

Noite de Tempestade


Faltavam dez minutos para as 10 horas da noite tempestuosa de 2 de julho de 1947. Na varanda de sua casa , num bairro da cidade de Roswell, no Estado norte- americano do Novo México, o casal Wilmot espantou-se ao ver surgir velozmente no céu um objeto enorme, oval e incandecente. Um outro homem, William Woody também viu. Tudo foi muito rápido... na seqüência, o fazendeiro William Mac Brazel e seua vizinhos ouviram um estrondo. Algo ocorreu em meio à tempestade.

Na manhã seguinte o fazendeiro Brazel saiu para verificar os danos causados pela tempestade. Numa área remota de sua fazenda, encontrou destroços de algo que havia se espatifado no chão na noite anterior. Muitos pedaços de uma folha metálica maleável, que, após ser apertada, voltava para a forma original. Ele também encontrou bastões de uma matéria semelhante à uma rocha basáltica, resistente, que não podia ser queimada nem cortada. Nesses objetos estavam impressos estranhos sinais, na cor lilás, que lembravam uma escrita oriental ou hieroglífica. Recolheu certa quantidade e guardou em seu galpão, sem saber bem o que fazer. Mesmo relutante, acabou indo à delegacia no dia seguinte.

Depois de falar com Brazel, o xerife George Wilcox entrou em contado com o major Jesse Marcel, oficial do setor de Inteligência do Grupo 509 de Bombardeiros da Força Aérea americana. Ao mesmo tempo em que Marcel era designado para visitar o suposto desastre, seu superior, o general Roger Ramey, enviava um comunicado ao Pentágono a respeito do incidente. Começava nesse momento um intrincado jogo. Enquanto Marcel examinava os destroços, constatando que não eram radioativos, o governo americano empreendia uma busca sigilosa no local da queda do misterioso objeto.
Algumas versões dão conta que, além dos destroços do suposto disco voador, alguns de seus ocupantes teriam sido localizados e recolhidos à basa aèrea do Grupo 509 . Hoje é difícil aquilatar a credibilidade desses relatos, mas não há dúvida de que o fato tinha implicações mais profundas do que um simples desastre de avião. Tanto que no dia seguinte, o governo fez de tudo para abafar o caso.

roswell6Diz- se que Glenn Dennis, agente da Funerária Ballard, teria recebido um estranho telefonema da base aérea. Um oficial qieria saber se ele tinha um estoque de caixões pequenos, hermeticamente fechados. Dennis, perplexo, suspeitou ter havido algum acidente onde várias crianças morreram, mas o militar recusou-se a dar explicações. Uma hora e meia depois, ele ligou de novo. Dessa vez, queria saber como conservar cadáveres que haviam ficado muito tempo no deserto. Dennis recomendou que os corpos fossem congelados e ofereceu seus serviços, mas foi recusado. Intrigado, o agente funerário teria ido até a base, onde uma amiga sua, Naomi Self, trabalhava como enfermeira. Ao encontra a amiga ouviu dela um apelo: "Desapareça já, se não quizer se meter numa grande encrenca". Antes que pudesse se recobrar da surpresa, Dennis foi alcançado por dois guardas que o levaram para fora.

Nessa noite, a maior parte dos destroços já havia sido analisada. E ninguém sabia de onde viera aquilo! Seria um disco voador, uma experiência secreta do governo?!
Depois de uma reunião secreta entre Marcel e a cúpula da Força Aérea, a acessoria de imprensa da base divulgou um comunicado confirmando os boatos a respeito da possível queda de um disco voador. Nesse mesmo dia os jornais e as rádios locais anunciaram o fato aos quatro ventos. De uma hora para a outra, Roswell se tornava uma cidade conhecida em todos os continentes. Mas isso não agradou nem um pouco ao governo. Ao emitir um telex para a agência United Press, um radialista recebeu a seguinte advertência de Washington: "Atenção! Aqui FBI. Finalizar relato. Repito: Finalizar relato. Assunto de segurança nacional".

A farsa começava a ser montada nesse momento, na opinião dos que sustentam a hipótese da queda de um disco. Os destroços começaram a ser levados para a Base Aérea de Wright Patterson, em Ohio. No lugar onde eles estavam, na fazenda de Brazel, teriam sido colocados fragmentos de um balão meteorológico, juntamente com um aparelho de orientação de radar. O passo seguinte foi uma declaraçõa feita pelo próprio Marcel, que disse que a versão inicial, de que o objeto era extraterrestre, era um lamentável engano, e quem em suma, era mesmo um balão meteorológico.
Mais ou menos a mesma coisa aconteceu nas declarações de Brazel. Num primeiro momento, acredita-se que ele andou falando sobre um disco voador, mas de repente, sua conduta mudou, assim como sua situação financeira.

O agente funerário Dennis, teria recebido um telefonema de sua amiga enfermeira, que lhe revelou em sigilo absoluto, ter acompanhado, a pedido dos médicos, uma autópsia preliminar de corpos de extraterrestres. Segundo o relato da moça, os corpos não tinham mais de 1,2 metros de comprimento, exalavam um odor quase insuportável. Teriam uma cabeça proeminente, sem cabelos, dotada de olhos grandes e profundos, diminutos orifícios nasais e uma boca bem fina. Os braços seriam compridos e delgados. A pele, escura, macia e lisa, sem pêlos. As mãos teriam quatro dedos, com orifícios similares aos dos polvos. ( Depois desse dia, Dennis jamais voltaria a ver sua amiga. Ela teria sido transferida para um país distante, talvez a Inglaterra. Ele lhe escreveu algumas semanas depois, mas a carta voltou com o carimbo "falecida". Mas anos depois, um pesquisador do caso descobriu que jamais uma enfermeira com esse nome teria trabalhado na Base, então Dennis revelou ter dado um nome fictício a ela. Por que? )

Em 24 de setembro de 1947, o presidente Truman inaugurou uma operação secreta chamada "Majestic 12", cujo objetivo era investigar ao máximo tudo o que havia acontecido em Roswell - o que dá a entender que a versão do balão meteorológico não passava de uma farsa.

Roswell: confissão no leito da morte traz novos detalhes sobre o fenômeno extraterrestre


O incidente de Roswell, conhecido de todos os ufólogos e entusiastas da ufologia, ocorreu em julho de 1947 - há exatos 60 anos, portanto, e envolveu o resgate de materiais nas imediações da cidade de Roswell. Logo no primeiro dia, os militares do 509º grupo de bombardeiros envolvidos na coleta divulgaram um press release oficial afirmando que haviam localizado os destroços da queda de um “disco voador”, e este material foi publicado por jornais de todo o país no dia seguinte, atraindo a atenção de autoridades superiores que logo providenciaram a publicação de um segundo release informando que não se tratava de um OVNI, mas sim de destroços de um balão meteorológico - posteriormente “promovido” a balão de espionagem.

roswell7Desde então há incessante especulação e visões completamente divergentes sobre o que é verdade e o que é ficção nesta história. William “Mac” Brazel, o fazendeiro que localizou inicialmente os destroços em suas terras, já havia recolhido anteriormente balões militares que caíram em sua fazenda, e declarou imediatamente para a imprensa que os destroços de julho de 1947 não eram de um deles - mas a rádio local foi pressionada a não divulgar a entrevista gravada (MP3). O agente funerário da cidade também testemunhou ter fornecido vários caixões em tamanho infantil para os militares naquele dia, e ter sido informado de que seria para transportar os corpos dos alienígenas encontrados mortos junto ao aparelho. A fotografia de um dos corpos foi entregue a ele, e logo desapareceu misteriosamente de dentro de seus arquivos.

Moradores da região que visitaram o local do incidente antes da sua interdição pelos militares foram visitados por eles repetidas vezes e intimidados até entregar todos os fragmentos metálicos e outras recordações que haviam recolhido, e desde então relatam que o local ficou interditado por meses, enquanto os militares literalmente peneiravam o solo até remover todos os indícios e evidências do que ocorreu, enviando o material para 3 bases do exército, incluindo a de Muroc, hoje conhecida como Base Aérea Edwards, Fort Worth e Wright Field.

A controvérsia continuou por décadas, mas em junho de 2007 surgiu um fato novo. Walter Haut, o tenente encarregado das relações públicas da base áerea de Roswell na época do incidente e autor do press release original que anunciava oficialmente a captura de um disco voador acidentado, faleceu mas deixou um testemunho assinado e certificado, com instruções para ser revelado apenas 1 ano após sua morte.
No testemunho, o Tenente Haut nega as declarações de sua vida inteira, e afirma que a história do balão era falsa, inventada para encobrir a captura de um objeto não identificado. Segundo ele, o objeto foi armazenado inicialmente em um hangar da base, e peças dele foram entregues a militares de alta patente, nenhum dos quais soube identificá-los. Ele também afirma ter visto 2 corpos de alienígenas, com aproximadamente 1,2m de altura e cabeças desproporcionais, bem como o objeto em si, que ele descreve como sendo oval e metálico.

Uma matéria da imprensa internacional descreve o testemunho do tenente Haut, que guarda sintonia com as suas declarações de 2005 (MPEG) ao WMBI do Novo México. As declarações do Tenente Haut ao WMBI integram o Dossiê Roswell, que incluem também o áudio de uma entrevista com Mac Brazel pouco antes de sua morte, fotos da escavação de 2002 no local do incidente e o relatório secreto da Força Aérea realizado durante o governo Clinton.
O depoimento de John Titor (MP3) sobre os mistérios do século XX, registrado em 2000 pelo WMBI Florida, também é consistente com as novas declarações do Tenente Haut.

Fonte: OArquivo

O Caso Roswell (Parte 1)


roswell1Considerado o maior marco da Ufologia Mundial o caso Roswell foi o mais impressionante relato e a mais absoluta prova do encobrimento do assunto Ovnis do mundo. O caso já faz mais de 50 anos e continua sendo referente no mundo. Mostramos abaixo a cronologia dos acontecimentos sobre o assunto.Nova Testemunha de Roswell  - O jornal inglês The Observer [www.observer.co.uk] publicou matéria com declarações sobre uma nova testemunha do Caso Roswell, desconhecida até então. Anne Robbins acompanhou de forma indireta todas as ocorrências do mais famoso dos incidentes ufológicos, ocorrido há mais de 50 anos. Ela era esposa do então sargento Ernest Robert Robbins, falecido em 2000, que ajudou a resgatar três extraterrestres depois que o disco voador em que estavam se acidentou. Um deles ainda estava vivo. Aos 84 anos, Anne conta que nunca desejou que sua história se tornasse pública.

Segundo ela, o marido morreu jurando que os destroços encontrados naquela noite não eram de um mero balão, como alega a Força Aérea Norte-Americana (USAF) . Ela conta ainda que na noite do incidente, Robbins recebeu ordens para que comparecesse na base militar, de onde só sairia 18 horas depois, contando uma “história confusa sobre um disco voador”.

Quando voltou, estava com o uniforme enrugado e molhado porque teve que mergulhar num tanque de desinfecção na base. Robbins nunca falou detalhadamente sobre o assunto, e a cada nova investida da família, alegava sigilo militar. Das poucas informações que deu, comentou apenas que a nave era semelhante a dois pratos juntos, tinha diversas janelas e três tripulantes. Anos depois, chegou a desenhá-los. Tinham cabeça protuberante, olhos grandes e negros, sem nariz ou boca, a pele era marrom. “Ele me contou essas coisas com muita frieza e franqueza. Não teria mentido para mim por 56 longos anos”. Entretanto, Anne só se convenceu da veracidade dos fatos quando visitou o local exato da queda e viu uma mancha no chão, muito parecida com vidro preto, como se o chão tivesse sido queimado. A última vez que Robbins tocou no assunto com a esposa foi há vários anos, quando assistiam a um documentário sobre o tema.

Cronologia: 1947


Quarta-feira, 2 de Julho, 21:50hrs


O casal Wilmot está sentado em sua varanda, num bairro tranqüilo em Roswell, quando observa um grande objeto oval cruzar o céu. O objeto estava incandescente e voava em alta velocidade no sentido nordeste. Ao mesmo tempo, William Woody e seu pai vêem no céu um objeto brilhante indo em direção norte. Durante uma tempestade, o rancheiro MacBrazel e seus vizinhos ouvem uma explosão nas proximidades de onde moram, há algumas milhas de Roswell.

Quinta- Feira, 3 de Julho


Pela manhã, Brazel sai à cavalo para verificar os danos causados pela tempestade. Surpreende-se ao ver um campo de destroços de aproximadamente 4km quadrados, onde encontra lâminas de um metal muito maleável, mas que sempre retornava à forma original. Vê também bastões de matéria análogo ao basalto - objetos altamente resistentes, impossíveis de serem cortados ou queimados. Brazel percebe que há sinais impressos nos objetos: desenhos de cor lilás, parecendo com algum tipo de escrita oriental, talvez hieróglifos.

Sexta - Feira, 4 de Julho


Feriado nacional. Brazel leva alguns destroços ao seu galpão, entre eles há uma peça de, aproximadamente, 3m. Suas ovelhas não querem passar pelo campo de destroços. Os animais parecem sentir que algo estranho aconteceu no local. À noite, Brazel encontra alguns amigos, que o aconselham a contar tudo para as autoridades.

Domingo, 6 de Julho, 8:00hrs


Pela manhã Brazel vai até o escritório do xerife George Wilcox em Roswell. Leva alguns destroços na caminhonete. Ao ver os pedaços da suposta nave, o xerife envia alguns de seus subordinados para a fazenda para examinar o local do acidente. Chegando lá, não encontram mais os destroços, mas somente uma camada vitrificada sobre a terra. No mesmo dia da visita ao xerife, Brazel concede uma entrevista à radio local.

Domingo, 6 de Julho, 13:00hrs



roswell3O major Jesse Marcel vai ao escritório do xerife em Roswell com a finalidade de se encontrar com Brazel. Olha o material e decide visitar o rancho em que aconteceu o acidente. Seu superior, o general Roger Ramey, é informado sobre o achado e se comunica com o Pentágono.



Domingo, 6 de Julho, 17:00hrs


Chegando ao rancho, Brazel mostra os destroços no galpão para o major Marcel, que os examina com um contador Géiser. O aparelho não capta sinais de radiatividade nos objetos. Enquanto Marcel e seus homens pernoitam no galpão, o Pentágono organiza uma busca sigilosa no local da queda.

Domingo, 6 de Julho, 19:00hrs


Os oficiais localizam os destroços e seus ocupantes. Imediatamente chegam ao local varias equipes de resgate e escavação. Também participa do processo o arqueólogo Cury Holden, que ao fazer pesquisas sobre povos pré-colombianos, descobre os destroços por acaso.

Segunda - Feira, 7 de Julho


Pessoas das proximidades encontram objetos pelo chão, como pequenos bastões de 1cm, com gravações parecidas com hieróglifos. Ninguém conseguia decifrar as inscrições, tampouco descobrir o tipo de material de que eram feitas as peças. Encontram também um pergaminho muito comum, além de fragmentos de folhas parecidas com alumínio que não se amassavam. O mais curioso de tudo é que os objetos parecem ser indestrutíveis, resistindo a todos os testes.

Segunda - Feira, 7 de Julho, 9:00hrs


O Pentágono ordena o bloqueio de todas as entradas e vias de acesso a Roswell. Os auxiliares do xerife Wilcox cercam o rancho Foster, não deixando ninguém passar.

Segunda - Feira, 7 de Julho, 13:00hrs



Glenn Dennis, da funerária Ballard, em Roswell, recebe um comunicado de um dos oficiais da base: " - Qual o tamanho dos caixões herméticos que o senhor tem? - São pequenos? - Há estoque?". Dennis fica perplexo e quer saber se houve algum tipo de desastre nas proximidades. Diz que não tem estoque e que demoraria umas 24 horas para conseguir o material.

Segunda - Feira, 7 de Julho, 14:00hrs


No Pentágono, os generais Curtiss Lemay e Hoyt Vandenberg tem uma conversa sobre os UFOs, mais precisamente sobre o acidente de Roswell. Enquanto isso, o General Nathan Twinning (um dos membros do MJ-12), comandante e técnico de informações, muda seus planos e prepara uma viagem para o Novo México.

Segunda - Feira, 7 de Julho, 14:30hrs


O oficial da base liga novamente para Dennis. Desta vez, lhe pergunta como preparar corpos que ficam muito tempo no deserto e se os produtos empregados poderiam modificar a química dos corpos. Dennis recomenda o congelamento dos cadáveres e oferece assistência, recebendo a seguinte resposta ofical :" - Não se preocupe, só estamos querendo saber isso a fim de nos prepararmos para casos futuros". Dennis aceitou a resposta, mas continuou intrigado. Mais tarde, ele conheceu um soldado que havia se acidentado no resgate e o levou a enfermaria do hospital mais próximo. Dennis estaciona sua ambulância ao lado de um veiculo da base e vê diversos pedaços de metal lá dentro. Ao entrar no hospital encontra uma amiga enfermeira, que sai de uma das salas de exame e exclama: " - Suma daqui, senão você vai ter um aborrecimento gigantesco".

Segunda - Feira, 7 de Julho, 20:00hrs


Grande parte dos destroços já haviam sido recolhidos e examinados. O major Marcel vai à base, pega alguns pedaços de destroços e leva para casa para mostrar a sua esposa e filhos. " - Isto não é deste mundo. Quero que vocês se lembrem disso por toda vida", exclama Marcel.

Terça - Feira, 8 de Julho, 6:00hrs


Reunião particular entre o coronel Blanchard e Jesse Marcel, que mostra a ele as partes dos destroços achados no Rancho Foster. Meia hora mais tarde, acontece uma outra reunião secreta no escritório do coronel Blanchard, desta vez com a cúpula da Força Aérea.

Terça - Feira, 8 de Julho, 9:00hrs


O xerife Wilcox procura pelo pai de Dennis, que é seu amigo. " - Seu filho parece estar em apuros", advertiu. " - Diga a ele para não declarar nada do que viu na base".

Terça - Feira, 8 de Julho, 9:20hrs


Blanchard resolve lançar um comunicado à imprensa: " - Os muitos boatos acerca dos discos voadores ontem se tornaram realidade quando o assessor de imprensa divulgou que o 509 Grupo de Bombardeiros da Força Aérea teve a sorte de chegar a possuir um disco - tudo isso graças à cooperação de um rancheiro local e de um xerife". E o relatório do general continua: "O objeto aterrizou em um rancho perto de Roswell na ultima semana. Como o rancheiro não tem telefone, guardou o disco até poder informar ao xerife, que por sua vez, notificou o major Jesse Marcel. Imediatamente, entramos em ação e o disco foi resgatado do rancho, sendo depois inspecionado na Base Aérea de Roswell e encaminhado a uma repartição superior".

Terça-feira, 8 de Julho, 11:00hrs


O tenente começa a distribuir o comunicado à imprensa. Ele visita as estações KGL e KSWS, depois vai aos jornais locais Roswell Daily Record e Morning Dispatch, que publicam no mesmo dia a informação. As emissoras de rádio passam o comunicado para a agência Associated Press, que se encarrega de distribuir a notícia para o mundo. Algumas horas depois, o escritório do xerife Wilcox recebia telefonemas de todas as partes do mundo, como Roma, Londres, Paris, Alemanha, Hong Kong e Tóquio. Porém, este clima de liberdade de expressão não durou muito tempo. Frank Joyce, da emissora KGFL, remete um telex para a agência United Press International (UPI) e, como resposta, recebe um comunicado de Washington desmentindo o caso. Parte do telex informava o seguinte: "Atenção. Aqui FBI. Finalizar relato. Repito: finalizar relato, assunto de segurança nacional. Aguardar.".



Terça-feira, 8 de Julho, 11:00hrs


Dennis recebe um chamado de sua amiga enfermeira: " - Eu preciso falar com você. Você deve fazer um juramento sagrado de nunca mencionar o meu nome, senão eu terei enormes dific
uldades...". Dennis então promete à enfermeira que jamais diria nada a ninguém. Ela começa a contar tudo o que sabe sobre o caso: dois médicos pediram a ela para que fizesse apontamentos enquanto executavam uma autópsia provisória. Então ela desenhou o que tinha visto: uma cabeça com olhos fundos e grandes, pequenos orifícios nasais, boca fina, sem pêlos, braços compridos e finos. As mãos tinham 4 dedos cada, que terminavam com orifícios, parecidos com ventosas de polvos. Ela também descreve que os seres não tinham cabelos e sua pele era preta. A enfermeira diz ter visto 3 corpos, sendo que estavam muito mutilados, provavelmente por coiotes. Os corpos tinham somente 1,20 m e exalavam um terrível mau-cheiro. Os médicos chegaram a desligar o sistema de ar condicionado com medo de que o cheiro se alastrasse por todo o hospital. Mais tarde, a autópsia foi transferida para o hangar de aviões.


Terça-feira, 8 de Julho, 11:30hrs


A enfermeira se despede de Dennis. Algumas hora depois, fica sabendo que será transferida para outro continente, provavelmente para Inglaterra. Após algumas semanas, escreve para Dennis contando as novidades. O amigo responde a carta e, em vez de uma resposta, recebe em sua casa um envelope com o carimbo "Falecida".

Terça-feira, 8 de Julho, 12:00hrs


No aeroporto de Roswell pousa um avião de Washington trazendo uma equipe especial de técnicos e fotógrafos. Os destroços do UFO são levados para a base aérea de Wright Patterson, em Ohio, num avião pilotado pelo capitão Oliver Popper Handerson. Ao embarcar, o capitão vê 3 cadáveres extraterrestres no hangar guardados em gêlo seco.

Terça-feira, 8 de Julho, 12:30hrs


Fotógrafos da imprensa americana vão ao rancho Foster e se encontram com Brazel, que lhes faz a seguinte declaração: " - Foi um erro notificar as autoridades. Se acontecesse novamente, eu não diria nada, porque isso é uma bomba". Os fotógrafos também encontram alguns oficiais que vasculham o campo de destroços. Percebem que ninguém tenta impedi-los de fazer o trabalho.


Terça-feira, 8 de Julho, 16:30hrs


Voltam para Roswell, onde o xerife Wilcox lhes comunica que estão proibidos de fazer qualquer manifestação sobre o que viram. Enquanto isso, os militares também deixam o rancho, levando Brazel para Roswell. Chega à base um avião carregado com destroços. Logo após, Marcel levanta vôo com os destroços para o Forth Worth. Chegando lá, mostra o material para o general Ramey. No Rancho Foster, no lugar dos destroços são colocados pedaços de um balão meteorológico com um aparelho de orientação pelo radar no chão. É montada uma grande farsa, em que Marcel é obrigado a admitir que o acidente com um UFO não passava de um engano. O que antes era um disco voador, passou a ser visto como um simples balão.

Terça-feira, 8 de Julho, 18:30hrs


Um memorando interno da polícia federal comunica ao FBI que a história do balão meteorológico não corresponde aos fatos. Brazel é intimado a comparecer na base de Roswell, onde recebeu orientações para desmentir tudo à imprensa, Brazel é obrigado a ouvir coisas como: " - Olha meu filho, guarde esse segrêdo com você, senão ninguém sabe o que pode lhe acontecer". A esta altura, já circulavam em Roswell os mais absurdos boatos. Um deles dizia que os homens vindos de Marte se acidentaram no local e que, inclusive, um deles ainda permaneceu vivo por um bom tempo, gritando como um animal até a morte. Outro destes boatos dizia que um dos seres escapou do esquema de segurança e correu toda a noite pela cidade.

Quarta-feira, 9 de Julho, 8:00hrs


O coronel Blanchard sai de Roswell e visita o lugar da queda. Sua intenção é supervisionar o término do trabalho de resgate, pois logo entraria em férias.
Quarta-feira, 9 de julho, 8:30 h Três aviões de transporte C-54 são carregados com destroços. A ação é acompanhada por inspetores de Washington, que supervisionam o carregamento. As aeronaves então levantam vôo em direção à Base Aérea de Kirtland, onde se encontra o general Twinning.

Quarta-feira, 9 de Julho, 9:00hrs


Walt Whitmore e seu repórter Jud Robert tentam ir ao Rancho Foster, mas não conseguem devido aos bloqueios dos militares. Curiosos de vários pontos do país - além de muitos repórteres - também tentam sem sucesso chegar ao local.

Quarta-feira, 9 de Julho, 10:00hrs


Pousa na base um avião de Washington trazendo um representante oficial do presidente Truman. Em Washington, o presidente recebe o senador Carl Hatch, do Novo México.

Quarta-feira, 9 de Julho, 12:00hrs


Os cadáveres dos ocupantes dos UFOs são preparados para o transporte. Oficiais da Base Aérea de Roswell visitam jornais e emissoras de rádio. O objetivo da visita era recolher cópias de um relatório para a imprensa do tenente Haut.

Quarta-feira, 9 de Julho, 14:30hrs


Em uma reunião de oficiais, o Ministério da Defesa comunica ao FBI que os discos voadores não são de responsabilidade nem do Exército nem das Forças Armadas.

Sexta-feira, 11 de Julho


Tem início a operação Corretivo Mental em todos os soldados que trabalharam na operação de resgate. São conduzidos em grupos a um pequeno recinto, onde um oficial lhes explica: " - ... isto foi uma questão de segurança nacional e está sob o mais severo sigilo. Não falem a ninguém sobre o que aconteceu. Esqueçam tudo o que viram".


Terça-feira, 15 de Julho


MacBrazel é advertido mais uma vez, mas pode finalmente retornar ao rancho. Embora antes da queda fosse muito pobre, retornou para sua terra com uma caminhonete nova e com dinheiro suficiente para comprar uma casa e uma fornecedora de gelo.

Epílogo da Operação

No prazo de um mês, todos os participantes da operação são transferidos para outras bases. Em setembro, o professor Lincoln La Paz procura determinar a estrutura do objeto acidentado e afirma veementemente que os destroços são de uma sonda extraterrestre não tripulada. Em 24 de setembro, o presidente Truman cria a ultra-secreta operação Majestic 12, com a finalidade de explorar o que acontecera em Roswell. Já no fim de outubro de 1947, o general Schulgen do Pentágono faz um memorando secreto, incumbindo às Forças Armadas a função de compilar todas as informações existentes sobre os discos voadores. Essa é uma forte evidência de que o governo mentiu quando disse que o objeto acidentado era um balão meteorológico.



Setembro de 1949


Um parente de MacBrazel conta, num bar, que durante os dois últimos anos a família continuou encontrando vestígios da nave acidentada. No dia seguinte, foi procurado por militares, que trataram de confiscar as peças. Já em 1978, o ufólogo e físico nuclear Stanton Friedman localiza Jesse Marcel e o entrevista sobre o Caso Roswell. O silêncio finalmente estava rompido. Nos 16 anos seguintes foram editados 5 livros, baseados no depoimento de testemunhas do caso. A imprensa pôde também se manifestar, de forma que os jornais e emissoras de rádio e TV não pararam mais de explorar o assunto.


Rumoroso Acontecimento

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Qualquer que seja a vertente na polêmica sobre o chamado "Incidente de Roswell", todos são obrigados a concordar, pelo menos, com um fato indiscutível: algo despencou do espaço na noite de 4 de julho de 1947 e espatifou-se num dos muitos barrancos da paisagem desértica do município de Roswell, Novo México, EUA.

Um impacto direto e que deixou sinais ainda visíveis. Muita gente garante que o veículo desastrado era um disco-voador. Mas a Força Aérea dos Estados Unidos, seguindo a linha oficial do governo, assegura que tudo não passa de um mal-entendido. Nem todos acreditam: a rede de TV CNN recentemente pesquisou 1.024 pessoas sobre o assunto. Segundo esta enquete, 54% acham que existe vida fora da Terra. Desses, nada menos do que 80% estão convencidos de que o governo esconde fatos ocorridos em Roswell. Conta-se que morreram entre quatro e seis criaturas. Seres extraterrestres, baixinhos cabeçudos, com enormes olhos negros e oblíquos.


No dia seguinte, militares da base aérea foram até o local do incidente, o rancho Hub e recolheram alguns destroços. A operação foi feita de modo secreto. Um cordão de isolamento foi estabelecido na rodovia US 285, impedindo a entrada na estrada vicinal que dá acesso ao rancho. Muita gente viu essa barreira. E a tarefa de limpeza teria ficado guardada sob sigilo se, a pouco mais de 50 quilômetros dali, outros destroços não estivessem sendo recolhidos por outras mãos.

No dia 6 de junho, MacBrazel, um empregado do rancho Foster, foi ver como estavam as ovelhas. Havia chovido e relampeado muito durante a madrugada e os bichos poderiam estar nervosos. Em meio ao pasto, Brazel encontrou o que parecia ser pedaços de uma aeronave. Ele juntou tudo, num total que calculou pesar dois quilos e meio. Os destroços foram tirados das mãos de Brazel pelo major Jesse Marcel, que antes de levar tudo para seus supervisores passou em casa e mostrou os objetos à família. O filho do major é hoje um médico de 60 anos e mora em Montana. Ele diz que lembra bem do episódio: "...meu pai chegou excitado dizendo que a Força Aérea tinha achado um disco-voador. Mostrou à minha mãe e a mim umas barras finas e varetas feitas de um metal muito leve. Havia também umas folhas de algo que parecia papel alumínio, mas não amassava. Vi distintamente numa das barras sinais que lembravam hieróglifos. Não tenho dúvida de que fosse algo alienígena".

Outra grande testemunha que dá munição às fileiras dos que acreditam no OVNI é alguém que entende muito de mortos. Glenn Dennis é o mais renomado papa-defuntos da cidade desde a época do incidente. Ele jura que foi chamado pelo pessoal da base para ensinar, pelo telefone, as técnicas de construção de sarcófagos para criança, herméticamente fechados. Conclui-se com isso que os militares estavam arranjando meios para transportar os pequeninos ETs para a base de Fort Worth, no Texas. Glenn também diz que teve contato com uma enfermeira de nome Naomi Self. Esta moça teria auxiliado nas autópsias feitas nos cadáveres dos ETs e contou horrores para o agente funerário.

Há três anos um produtor inglês revelou ao mundo o suposto filme da autópsia dos ETs que teriam sido recolhidos no acidente. O documentário chamava-se The Santilli alien autopsy film. Na ocasião a necropsia foi saudada como tão espetacular quanto o quadro Lição de Anatomia (1632), do pintor flamengo Rembrandt. Houve muito rebuliço e o filme foi exibido em muitos países, inclusive no Brasil. Mas os analistas acabaram por desmoronar a fraude e denunciar erros grotescos.
Nos EUA persiste o interesse pelos encobrimentos, colisões e a hipótese extraterrestre.


O Caso mais pesquisado e discutido

Não há dúvidas que o incidente Roswell é o caso OVNI mais escrito, discutido e pesquisado do mundo. Aconteceu em Julho de 1947, quando uma tempestade de trovões acontecia sobre o deserto próximo de Corona, Novo México (EUA).

William “Mack” Brazel, gerente de um enorme rancho, escutou um barulho muito alto no meio da noite. Não parecia soar como um trovão, então no dia seguinte ele percorreu seu rancho para ver se os raios haviam feito algum estrago e para checar suas ovelhas. O que ele encontrou foi uma profunda “fenda” na terra, como se algo grande tivesse se chocado e arrastado por mais de 1200 metros espalhando pelo local destroços muito estranhos.

Um visinho se juntou a Brazel no local e, juntos, levaram consigo amostras dos fragmentos. Isso incluía um material coberto por símbolos estranhos. Eles logo perceberam que esse estranho material não queimava. Os destroços eram também feitos de um material leve mas muito resistente, que quando dobrado ou amassado voltava a sua forma original e se recusava a ser cortado.

Quatro dias após sua descoberta, Brazel – cujo rancho não estava ligado ao mundo externo por telefone – recolheu os fragmentos e levou-os à cidade mais próxima, Roswell, e entregou-os ao xerife.

Tendo em vista que algumas semanas antes do acidente, diversos moradores do local haviam reportado estranhos “discos voadores” zigue-zagueando pelos céus do Novo México, o xerife optou por notificar a Base da Força Aérea de Roswell.

Um oficial da inteligência, Major Jesse Marcel, foi enviado para investigar o local, e encheu seu Buick com os destroços, levando-os para a base militar de Wright Field, em Ohio, onde se armazenavam os equipamentos inimigos capturados.

Ao chegar a base com os destroços, foi feito um anúncio para a imprensa pelo oficial de relações públicas tenente Walter Haut, o qual dizia:

“Os rumores sobre discos voadores se transformaram em realidade ontem quando o oficial da inteligência do 509° Grupo Bombardeiro do Oitavo Quartel da Força Aérea – Campo Aéreo Roswell – teve sorte suficiente para ter em suas mãos um disco, através da cooperação de um dos rancheiro locais e do escritório do xerife. O objeto voador pousou em um rancho próximo a Roswell na semana passada.”

A nota de imprensa dizia ainda que os fragmentos haviam sido levados para uma outra base.
Tão rápido quanto surgira, a história foi retratada pela mesma fonte oficial que dera a informação inicial, o tenente Walter Haut. Tudo não passava de um engano embaraçoso, admitiu ele. O local do acidente foi selado e Brazel foi mantido sob prisão domiciliar durante uma semana. Lhe foi comunicado para não comentar com ninguém sobre o que ele viu.

Para acalmar a especulação da imprensa – e haviam chamadas chegando de todo o mundo – um pronunciamento oficial anunciou que os destroços nada mais eram que um balão meteorológico, e fora enviado para o Oitavo Quartel da Força Aérea, em Fort Worth, no Texas, onde foi exposto para os fotógrafos.

Nesse momento, realmente pareciam destroços de um balão meteorológico. O que ninguém perguntou, foi como foi possível a oficiais militares experientes ter confundido fragmentos delgados de alumínio e pedaços de madeira com restos de um OVNI, nem se pensou em perguntar como um balão poderia ter produzido a enorme quantidade de detritos que foram encontrados espalhados pelo local.


O Encobrimento


O circo estava armado e tudo permaneceu quieto até trinta anos depois, quando em 1978 Marcel, aposentado da Força Aérea Americana, foi procurado pelo físico nuclear e pesquisador de OVNIs Stanton Friedman, e resolveu então falar para o mundo o que sabia.

Segundo disse aos investigadores, ele estava convencido que os destroços exibidos em Fort Worth não eram os destroços que ele havia recolhido. As fotos que tirara para a a entrevista coletiva no dia seguinte, com os fragmentos do balão, foram feitas contra a vontade dele, por ordens de oficiais superiores. Roswell era na época a base para a unidade da bomba atômica americana, e Jesse Marcel era o oficial de informações. Ele sabia que os destroços com que lidara não eram os de um balão. Na verdade, não se pareciam com nada que tivesse visto antes.

A quantidade de material no local era absolutamente maior que qualquer balão pudesse produzir, e o material espalhara-se por uma superfície de mais de 1200 metros, indicando que o objeto teria explodido antes de atingir o chão, enquanto se deslocava em alta velocidade. “Ficou bem óbvio para mim”, explicou ele, “que estava acostumado com atividades aéreas, que não se tratava de um balão meteorológico nem de um avião ou míssil.”

No caminho de volta para a base, o major Marcel parou em casa para mostrar os destroços do aparelho para a esposa e o filho pequeno Jesse, o que provavelmente não teria feito se os restos se tratassem de um balão ou sonda militar secreta.

Quando os relatos de Marcel ressurgiram, iniciaram uma avalanche de especulações e informações sobre o incidente de Roswell, e sobre a possibilidade de na mesma época, a USAF (Força Aérea do Estados Unidos) houvesse recolhido um ou mais OVNIs intactos de outros locais no Novo México, contendo os corpos de tripulações alienígenas.


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Corpos Alienígenas - A 240 quilômetros de Roswell, o engenheiro Grady Barnett, descrito por todos que o conheciam como uma testemunha confiável, reportou a descoberta de um OVNI completo mas avariado, contendo os corpos sem vida da tripulação. Em sua descrição, os seres recolhidos não eram como humanos. Suas cabeças eram redondas, seus olhos pequenos e não tinham pelos. Os olhos eram estranhamente espaçados. Eram muito pequenos para os nossos padrões, e suas cabeças maiores em proporção aos seus corpos do que as nossas. Suas roupas pareciam ser de uma peça e de cor cinza.


Algumas testemunhas afirmam que pelo menos um alien foi recuperado vivo. Houve o testemunho de uma enfermeira que viu vários pequenos corpos; um piloto voou sobre alguns pequenos engradados os quais segundo fora informado, continham os corpos dos aliens que seriam enviados para a Base Aérea de Wright Patterson; e um coveiro local, Glenn Dennis, funcionário da casa funerária Ballard Funeral Home que prestava serviços fúnebres para a base militar, afirma que em julho de 1947 ele fora procurado pelos militares e lhe foram encomendados vários de seus menores caixões.

Em 1994, a USAF assumiu que os fatos foram encobertos – mas sua versão é que eles estavam encobrindo um projeto “top-secret”, chamado Projeto Mogul, que teria como finalidade por sensores acústidos em balões para detectar testes de armas atômicas soviéticas.

Apesar do caso Roswell ter acontecido há muito tempo atrás, e muitas das principais testemunhas estarem mortas (algumas mortes de testemunhas-chave aconteceram sob circunstâncias misteriosas), o nível de minúcia e de qualidade das pesquisas realizadas significa que a maior parte dos investigadores estão convencidos em um achado OVNI espetacular, e adiciona à enorme quantidade de evidências as quais indicam que os governos do mundo todo estão unidos para deixar o público em geral no escuro.

Manchetes Escandalosas

As manchetes eram escandalosas: "A RAAF captura um disco voador em um rancho de Roswell", "O Exército declara que encontrou um disco voador", "O Exército encontra um disco voador em um rancho do Novo México". Em 08 de julho de 1947, o porta-voz da base das Forças Aéreas norte-americanas em Roswell (Roswell Army Air Field, RAAF) havia divulgado a notícia mais importante do século.

A notícia foi divulgada ao meio-dia, hora do Novo México. Porém, devido aos diferentes fusos horários nos EUA, a notícia chegou tarde na maioria dos jornais matinais, apenas aparecendo em algumas edições vespertinas. A nota da imprensa inicial foi divulgada pela base aérea, e tanto a delegacia como os jornais locais, foram assediados por uma ansiosa opinião pública. Rapidamente, em meio a tanta expectativa, o Exército mudou sua versão: não era um OVNI e sim apenas um balão meteorológico.

As manchetes do dia seguinte davam por encerrada a história: "A notícia sobre os discos voadores perde o interesse. O disco do Novo México é apenas um balão meteorológico". Ainda por alguns dias, apareceram imagens dos supostos destroços em muitos jornais, mas durante os trinta anos seguintes nunca mais tornou-se a falar sobre o incidente.

A história do disco acidentado teria permanecido no esquecimento se não fosse por uma conversação casual entre o físico nuclear Stanton Friedman e o diretor de uma televisão da Louisiana. Em 1978, enquanto esperava ser entrevistado sobre seus trabalhos sobre OVNIs, Friedman começou a conversar com o diretor da emissora, que lhe disse que deveria falar com um homem chamado Jesse Marcel. "Quando esteve no Exército, Marcel chegou a tocar em fragmentos de um desses discos voadores.

Atualmente vive em Houma, Lousiana


No dia seguinte, Friedman entrou em contato com Jesse Marcel, oficial de informação da RAAF na época em que ocorreu o suposto acidente, nas proximidades de Corona, a 120 quilômetros de Roswell. Marcel disse que ele recebeu a ordem de recolher os destroços e entregá-los em Wright Field (Ohio), onde o Exército armazenava material capturado do inimigo. Marcel não lembrava as datas exatas. Enquanto isto ocorria, o porta-voz, Walter Haut, anunciava oficialmente a notícia que seria desmentida nesse mesmo dia, afirmando de que se tratava apenas de um balão meteorológico.

O ufólogo William Moore, colaborador de Friedman, obteve o depoimento de uma testemunha que dava um marco temporal aos acontecimentos. No primeiro número de "Flying Saucer Review", a apresentadora de televisão Highie Green declarava que, nas proximidades da Filadélfia, escutou no rádio de seu carro que o Exército havia encontrado um OVNI. Procurou averiguar algo mais sobre o caso, porém não o conseguiu. Mesmo que não fosse muito, tinha uma data: finais de junho ou princípio de julho de 1947.

Moore encontrou jornais do dia 08 de julho de 1947 que cobriam o acontecimento de Corona-Roswell. Nos artigos apareciam as datas e os nomes do fazendeiro, do delegado e do pessoal da RAAF. Friedman e Moore entrevistaram 62 pessoas relacionadas com o acontecimento, entre elas: Bill Brazel (filho do fazendeiro que encontrou os destroços); alguns vizinhos, como Loretta Proctor, que inclusive haviam recolhido peças; e o filho de Jesse Marcel. Haut, o porta-voz que havia revelado a história, ainda vivia em Roswell, e graças à sua agenda, foi possível localizar outras testemunhas e obter detalhes do acontecimento.

Em 1986, Friedman e Moore já tinham entrevistado 92 pessoas e publicado seis artigos. Friedman convenceu os produtores de "Mistérios Não Solucionados" da importância de se transmitir uma reportagem sobre Roswell em seu programa na NBC-TV. Em agosto de 1989, enquanto filmavam em Roswell, Friedman conheceu Glenn Dennis, um amigo empregado da Funerária Ballard, que prestava à base aérea. Pela primeira vez, Glenn mencionou os fatos estranhos que ocorreram no hospital da base, no verão de 1947. Não só foi consultado sobre a forma de tratar "corpos pequenos", como também foi expulso pela segurança do hospital na sua visita seguinte.

Foram achados corpos de extraterrestres no local do acidente? Dennis acredita que sim. Segundo diz, conheceu uma enfermeira da base que comentou que dois médicos haviam realizado a autópsia de alguns cadáveres "muito fétidos". Segundo Dennis, esses corpos tinham a pele cinza-amarronzada, cabeças grandes, cavidades e orifícios que seriam o nariz, orelhas e boca, quatro dedos finos sem polegares e sem pelos no corpo. Depois de vários encontros com Dennis, a enfermeira desapareceu. Aparentemente foi transferida para a Grã-Bretanha, mas quando tentou entrar em contato com ela, suas cartas foram devolvidas com o carimbo “Falecida”.

A transmissão de "Mistérios Não Solucionados", em setembro de 1989, foi um sucesso. Foi assistida por 28 milhões de pessoas nos EUA. Surgiram em seguida, toneladas de livros, programas de TV e ataques de difamadores. Então, os pesquisadores dividiram-se em duas facções, embora ambas concordassem que um OVNI havia se estilhaçado no rancho Foster. Uma das facções, à qual Friedman pertencia, acreditava que havia ocorrido um segundo acidente, em San Agustín (Novo México).

A teoria de um segundo acidente se baseia, sobretudo, nos depoimentos das testemunhas mais importantes. A primeira testemunha, Gerald Anderson, entrou em contato com Friedman depois de assistir em 1990 a reprise do documentário "Mistérios Não Solucionados". Naquela época, a outra testemunha, Grady Barnett, havia relatado a sua história para dois amigos que posteriormente a informaram para Friedman.

As duas testemunhas contaram quase a mesma história: a descoberta dos corpos de extraterrestres no mesmo local do disco acidentado. Segundo Anderson, um dos alienígenas sobrevivera à aterrissagem forçada. Entretanto, Barnett havia falecido e a história de Anderson não pôde ser averiguada. Muitos ufólogos não deixam de acreditar no acidente de San Agustín. Os acontecimentos de Corona possuem uma maior credibilidade. Na obra de Friedman, "Crash At Corona", escrita com a colaboração de Don Berliner e publicada em 1992, são resolvidas algumas das incógnitas da história.

A história do acidente de Roswell começou em 02 de julho de 1947, quando Mac Brazel escutou uma forte explosão em plena tempestade. Na manhã seguinte, Brazel, o administrador do rancho Foster, situado entre Roswell e a cidade de Corona, saiu para inspecionar uma bomba de água. No caminho descobriu uma área de um quilômetro repleta de destroços de um material estranho que parecia ter vida própria.

Também haviam pedaços do que, mais tarde, foi chamado de "vigas em I", que estavam marcadas com estranhos símbolos de cor azul lavanda. Essas vigas eram tão leves quanto uma madeira balsa e não quebravam nem queimavam.

No dia 06 de julho, Brazel retornou ao mesmo lugar, carregou o máximo que pôde dos destroços em sua velha camionete e os entregou ao delegado de Roswell que, por sua vez, os mostrou ao comandante Marcel. Este examinou os destroços e comentou que eram feitos de um material muito estranho e completamente diferente de tudo o que já havia visto. Como porta-voz da única unidade de bombardeio atômico do mundo, o parecer de Marcel merecia alguma credibilidade. O chefe da base de Roswell, William Blanchard, designou Marcel e Sheridan W. Cavitt, um oficial de contra-espionagem, para acompanharem o fazendeiro até o local do acidente e que recolhessem os destroços.

Em seu livro "Crash At Corona", Friedman inclui o depoimento de Marcel: "Os destroços estavam espalhado por uma superfície enorme. Não eram destroços de algo que pudesse ter se estilhaçado ou explodido ao se chocar no solo. Eram destroços de algo que explodiu enquanto voava em alta velocidade (...). Minha opinião como especialista em aviação, é que aquilo não se tratava de um balão meteorológico, nem de um avião, nem de um míssil". Os dois homens carregavam em seus veículos todos os pedaços que puderam, deixando no local uma grande quantidade de destroços. Na viagem de regresso a Roswell, Marcel parou em casa para mostrar alguns destes destroços para sua esposa e seu filho.

Na manhã seguinte, o coronel Blanchard ordenou que a área fosse isolada. Enviou um grupo de soldados e policiais militares ao rancho, e foi iniciada uma busca minuciosa por toda a área. De volta a Roswell, o porta-voz, tenente Haut, anunciou a captura de um disco voador. A notícia foi divulgada pela rádio local e apareceu nas edições vespertinas dos jornais da região.

Enquanto isso, o comandante Marcel recebeu a ordem de enviar os destroços do suposto disco voador em um avião B-29 e levá-los para Wright Field (atual base de Wright-Patterson), em Ohio, fazendo uma escala no quartel general da 8ª Força Aérea, no Fort Worth (Texas). Entretanto, em Washington, o chefe do Comando Aéreo Estratégico havia recebido a notícia do caso e entrara em contato com o chefe do Estado Maior de Fort Worth, a quem encarregou que inventasse uma história alternativa e que deixasse a gestão do incidente nas mãos do general Roger Ramey, o chefe desta base.

Quando Marcel aterrissou em Fort Worth, Ramey lhe disse que não era para comentar nada, pois ele mesmo estava cuidando do assunto. Irving Newton, o meteorologista da base, levou ao lugar dos acontecimentos alguns pedaços de um balão meteorológico e de um refletor de radar, feito de folha de alumínio e varas de madeira. Marcel tirou fotografias ao lado destes falsos destroços e disse à imprensa que tratava-se de um engano, que não era um disco voador, e sim um refletor de radar.

A nova versão da história foi transmitida às 17 horas, muito tarde para os jornais, exceto para a última edição do "Los Angeles Herald Express". A manchete dizia "O general acredita que tratam-se de fragmentos de um radar meteorológico".

A limpeza do rancho Foster e dos arredores durou uma semana, durante a qual Marcel foi proibido de falar com qualquer pessoa. A busca dos destroços foi ampliada e, dois dias mais tarde, foi encontrado o principal elemento do disco voador há apenas 1.600 metros deste, e os cadáveres de alguns supostos extraterrestres.

Em 1990, Stanton Friedman entrevistou um fotógrafo militar (identificado apenas como FB), que declarou ter visto alguns corpos em um campo próximo de Corona. FB estava designado para a base aeronáutica de Anacostia (Washington, DC), quando ele e outro fotógrafo receberam a ordem de ir para Roswell. Em Roswell, os dois homens foram conduzidos para uma tenda montada no campo e foi dito que fotografassem seu interior. "Vi quatro corpos", afirmou TB. As cabeças eram desproporcionais em relação ao corpo, parecendo ser muito maiores.

Em 1994, Steven Schifft, congressista pelo Novo México, pediu à GAO (General Accounting Office - a auditoria federal) que buscasse a documentação referente ao Caso Roswell. Quando a USAF recebeu a petição da GAO, publicou rapidamente um relatório de 25 páginas. Nele admitia que havia mentindo sobre a história do balão meteorológico, quando declarou que o OVNI acidentado era um balão Mogol altamente secreto, projetado para detectar testes nucleares soviéticos. Quando, em 1995, foi publicado o relatório da GAO, soube-se que vários arquivos da época do acidente haviam sido destruídos. Posteriormente, a USAF publicou "O Relatório Roswell: a verdade diante da ficção no deserto do Novo México", uma versão atualizada de seu primeiro relatório, sem mencionar nenhum dos arquivos.

O Caso Roswell continua aberto e, com o passar do tempo, novos detalhes vão sendo adicionados ou corrigidos conforme o aprofundamento das investigações, incluindo novos depoimentos de outras testemunhas diretas e indiretas. Esse Caso é considerado o número um da casuística ufológica mundial.

Parte 2