sábado, 19 de novembro de 2011

Os Homens de Preto (Parte 1)


O primeiro relato de Homens de Preto ( MIBs, sigla em inglês ) ocorreu em 30 de março de 1905 em Barmouth, País de Gales. Descrevia homens de aspecto oriental, de comportamento estranho, que faziam perguntas grosseiras e andavam em carros grandes e pretos. Desde então o mito acerca destas estranhas pessoas se estabeleceu principalmente nos Estados Unidos. Geralmente os relatos contêm detalhes duvidosos, alguns são até ilógicos; em quase todos os casos, aparentemente, existem mais razões para se descrer do que para crer. Os homens de preto já foram descritos com várias tipologias, mas uma coisa se mantém inalterada, ternos pretos à moda antiga e carros modelo Cadillac também negros. Os investigadores desses relatos passaram a alertar: "...Não tentem prendê-los pessoalmente. Não os agridam fisicamente. É preciso uma abordagem cautelosa, pois eles usam técnicas hipnóticas"... Pouco depois de avistar um OVNI, a testemunha ou um investigador do caso, recebe a visita dos homens de preto. Freqüentemente ela ocorre logo depois do próprio incidente, quando não houve nenhum relatório oficial ou publicação na imprensa. A vítima está quase sempre sozinha na ocasião da visita, normalmente em sua própria casa.


Os visitantes, geralmente três, chegam num grande carro preto. Nos Estados Unidos, freqüentemente num imponente Cadillac, mas raramente num modelo recente. Ao mesmo tempo que velho em termos de época, é provavelmente novo e imaculado em aparência e estado, por dentro e por fora, tendo até mesmo aquele inconfundível cheiro de "carro novo". Se a pessoa guarda o número da placa e a verifica, invariavelmente descobre que ela não existe.

A entrevista é, às vezes, um interrogatório, outras, uma simples advertência. Em ambos os casos, os homens de preto, embora façam perguntas, estão claramente muito bem informados, com acesso a informações restritas. Falam com uma entonação e sintaxe perfeitas, por vezes demasiadamente perfeitas.

Em maio de 1975, duas semanas depois de ver, de dentro do seu avião Piper Pa-24, a aparição de um OVNI, confirmada nas telas dos radares do aeroporto da Cidade do México, um jovem piloto foi seguido na estrada por quatro homens numa limusine preta:"... usavam terno e pareciam escandinavos pois eram altos, de uma cor branca estranha e não piscavam"... O piloto, que ia para uma emissora de televisão dar uma entrevista, foi forçado a parar no acostamento e intimado a não falar do que vira. Um mês depois, um dos estranhos voltou a aparecer e a ameaçá-lo, pois ia encontrar-se com J. Allen Hynek, eminente astrônomo americano e investigador dos OVNIs. Foi a última vez que o jovem viu os MIBs. Assossiados à inteligência dos EUA, KGB ou, ainda, à intervenções extraterrenas, os misteriosos MIBs já foram tema de vários filmes em Hollywood e ainda movimentam a opinião popular.,

De acordo com algumas pessoas, os Homens de Preto existem, mas eles não são tão bonzinhos ou divertidos quanto Will Smith e Tommy Lee Jones.

Normalmente eles aparecem depois que alguém tenha visto um Óvni. Seus ternos são estranhos e brilhosos e suas vozes são monótonas. Alguns dizem que na verdade eles são andróides empregados pelo governo ou alienígenas para abafar a verdade sobre seres de outros mundos.

Supostamente eles são telepáticos e capazes de exercer o controle da mente de suas vítimas.

Ou será que os Homens de Preto são simplesmente uma alucinação? Robôs do governo em ternos pretos parecem bastante obedientes se comparados com pequeninos homens verdes voando em discos voadores.



O Mito


Os Homens de Preto (M.I.B.) são seres que aparecem em qualquer lugar onde aparições importantes de ÓVNIS tenham acontecido. Alguns dizem que eles são agentes do governo americano, outros dizem que são extraterrestres. Ou então que são agentes americanos que fazem parte de um esquema secreto de cooperação com os extraterrestres... De qualquer forma, sua missão seria a de encobrir avistamentos de naves extraterrestres. Para isso, eles avisam testemunhas e pesquisadores para que não divulguem suas informações, fazendo diversos tipos de ameaças e apreendendo evidências materiais.

A concepção clássica de um M.I.B. é um homem de idade indefinida, de porte médio e totalmente vestido, obviamente, de preto. Sua aparência é descrita como estranha, com uma forma mecânica de falar e andar, o que fez com que fossem comparados a robôs ou andróides. O tecido de seus ternos pretos seria estranhamente brilhante e fino, diferente dos tecidos conhecidos.

Combinando com suas roupas, os carros que os M.I.B. dirigem são sempre pretos e em geral grandes e caros. Os carros apresentam símbolos desconhecidos nas laterais e suas placas são irreconhecíveis. Em geral eles andam com os faróis apagados, mas o seu interior é iluminado por luzes "fantasmagóricas" verdes ou púrpuras. Os M.I.B. também teriam sido avistados em helicópteros (pretos, é claro) e até mesmo em discos voadores.
A aparência misteriosa dos M.I.B. é complementada por relatos estranhos, como o de que teriam sido vistos cruzando um campo encharcado após fortes chuvas e chegando ao outro lado sem nenhum traço de lama em seus sapatos brilhantes. Ou então vestiriam apenas um fino casaco em dias de um frio congelante. Uma testemunha teria sido visitada por um M.I.B. que apresentava um fio verde implantado ao longo de sua perna (exposto quando a perna de sua calça subiu ao sentar-se). Um M.I.B. teria desintegrado uma moeda em sua mão, avisando à testemunha que o mesmo aconteceria com seu coração se ela contasse o que tinha visto.

Talvez a teoria mais exótica sobre os M.I.B. diz que eles seriam representantes de uma "Nação do Terceiro Olho": "Baseados em algumas informações que conseguimos, podemos afirmar que Sírius tem estado em contato conosco por um longo tempo. De acordo com George Hunt Williamson (um dos primeiros contatados), em seu livro “Other Tongues, Other Flesh", os aliados de Sírius na terra, ou seja, as sociedades secretas, usam o Olho de Hórus como uma insígnia. Este também tem sido o símbolo dos M.I.B.. Sociedades secretas acreditam que há um local na Terra, chamado Shambala, que eles consideram o centro espiritual do mundo, também conhecido como Grande Loja Branca. Agora, teósofos tais como Alice Bailey dizem que a Grande Loja está em Sírius. Se o "Olho-Que-Tudo-Vê" é um símbolo dos aliados de Sírius na Terra, e os M.I.B. usam este símbolo, e se Shambala representa a Grande Loja Branca na Terra - então os M.I.B. são emissários de Shambala. Sírius e Shambala são dois lados de uma mesma moeda. Isto é comprovado no livro "The Undiscovered Country", de Stephen Jenkins. Jenkins ouviu de sacerdotes budistas que Shambala se localiza na constelação Órion.”.

Origens


Uma outra versão diz que a primeira aparição registrada dos M.I.B. foi relatada por Albert K. Bender, editor de uma revista ufológica chamada Space Review. Em outubro de 1953, ele publicou um comunicado informando que havia descoberto informações que iriam desvendar o mistério dos discos voadores, mas não poderia publicá-las por ter recebido ordens contrárias. Bender alertou para que outros pesquisadores do ramo tomassem muito cuidado e sua revista deixou de ser publicada após este número. Mais tarde, Bender relatou, em uma entrevista, que havia sido visitado por três homens usando ternos pretos que haviam ordenado que ele parasse de publicar material relacionado a discos voadores. Esta história foi posteriormente contada em mais detalhes em seu livro "Flying Saucers and the Three Men in Black" (1962).

Em 1956, a lenda dos M.I.B. foi reforçada com a publicação de "They Knew Too Much about Flying Saucers", livro escrito por Gray Barker. Barker era o investigador chefe da organização ufológica chefiada por Albert Bender (o International Flying Saucer Bureau), dissolvida rapidamente após a suposta visita dos M.I.B., e compilou em seu livro inúmeros relatos de encontros com M.I.B. (incluindo o de seu colega). Estes relatos viriam a ser transformados em histórias em quadrinhos por Lowell Cunningham, na década de 80.

Gray Barker tornou-se, ao longo de seus trinta anos de carreira, um dos escritores mais prolíficos da ala mais fanática da ufologia americana. Um de seus colegas foi John Keel, escritor responsável pela introdução da abreviação M.I.B. Keel, que sugeriu a ligação dos M.I.B. com a "Nação do Terceiro Olho", escreveu o livro "The Mothman Prophecies", recentemente transformado em filme (lançado no Brasil com o título "A Última Profecia"). Neste livro, Keel apresenta um relato de supostas aparições que teriam ocorrido em uma pequena cidade americana, incluindo um misterioso pássaro gigante, ÓVNIS e, é claro, os M.I.B.

Outro documento interessante na história dos M.I.B. foi o chamado relatório Krill, disseminado no final da década de 80. De autoria de um suposto Dr. O.H. Krill e entitulado "Um relatório a respeito de nossa aquisição de tecnologia avançada e de nossa interação com a cultura alienígena", o relatório Krill faz extensas considerações sobre os M.I.B., incluindo descrições de relatos e sua ligação com uma civilização extraterrestre em Sírius. Segundo este documento, a primeira aparição documentada dos M.I.B. teria ocorrido em 1947, nas ilhas Maury, onde dejetos caídos de um disco voador teriam sido recolhidos por oficiais americanos e colocados a bordo de um avião que viria a se acidentar durante a decolagem

Em 1991, outro livro sobre os M.I.B. foi publicado: "The Ufo Silencers: Mystery of the Men in Black", de autoria de Timothy Green Beckley. Outro autor prolífico, a lista de assuntos abordados por Beckley é, digamos, curiosa. Defensor da teoria da Terra oca, Beckley coleciona relatos sobre o assunto em seu livro "Subterranean Worlds inside Earth". Um destes relatos é de um soldador em uma fábrica de automóveis em Detroit que começa a ouvir vozes misteriosas durante o trabalho. Investigando as vozes, ele descobre que elas vêm de uma raça subterrânea chamada "Deros" (abreviação de "degenerate robots" - robôs degenerados). Já em "Smoky God and Other Inner Mysteries", Beckley relata uma entrevista com um habitante de uma civilização subterrânea! Outros de seus livros abordam as profecias de Fátima e Nostradamus, o fenômeno ufológico e, talvez o mais interessante, o chamado Conde de Saint German, o homem mais misterioso que já viveu. A descrição é bem adequada, já que ele viveria há séculos sob uma variedade de disfarces que incluem Cristóvão Colombo e Francis Bacon (sob cuja identidade teria escrito todas as peças de Shakespeare).

Levando em consideração os outros textos de Beckley, seu livro sobre os M.I.B. talvez não seja a fonte mais confiável de informações, mas, de qualquer forma, ele oferece um relato mais detalhado do incidente das ilhas Maury e sugere que estes seres estariam ativos há séculos. Por exemplo, ele cita a "misteriosa" origem do Selo dos Estados Unidos, que teria sido entregue a Thomas Jefferson, em uma noite em que este andava por seu jardim, por um homem vestindo uma capa preta - um M.I.B. ? O selo seria uma reprodução da cidade perdida de Petra, onde teria vivido uma raça misteriosa muito avançada tecnologicamente para sua época. Beckley também é o autor de uma foto que seria a única existente de um M.I.B., flagrado em frente à casa de um editor de uma revista ufológica.

O Outro Lado da História

Existiriam indícios de que os M.I.B. não passam de personagens fictícios, perpetuados em meio ao folclore ufológico? Sim, existem. Vamos a eles.

Um relatório sobre as atividades da CIA relacionadas ao fenômeno UFO, elaborado pelo historiador Gerald K. Haines, revela que esta agência realmente esteve envolvida em um esforço para encobrir relatos de avistamentos de discos voadores durante a década de 50. Em 1955, a CIA deu início aos vôos do U-2 (e, posteriormente, do SR-71), um avião secreto utilizado para reconhecimento a alta altitude. Voando a alta velocidade a 60.000 pés e pintado inicialmente na cor prata, o U-2 foi responsável por mais da metade dos supostos avistamentos de UFOs no final da década de 50 e início da década de 60. Além de não poder divulgar a verdadeira natureza destes avistamentos, para não expor o U-2, a CIA enviou agentes para coletar fotos e gravações obtidas por testemunhas.

Desta forma, é possível que o folclore do M.I.B. tenha sua origem nestes eventos reais. Isto explicaria sua descrição - homens usando ternos pretos em grandes carros negros, com uma forma mecânica (ou seria burocrática?) de se portar - o estereótipo do agente do governo americano daquela época. Mas o seu crescimento foi certamente alimentado pela imaginação, desonestidade e/ou brincadeiras de muitas pessoas.

Tomemos Gray Barker, por exemplo, um dos grandes cultivadores do mito. Segundo John Sherwood, um de seus colaboradores, Barker atingiu a fama inventando alguns relatos, aumentando outros e incentivando outras pessoas a fazê-lo: "Gray Barker ... não se importava se as histórias de discos voadores sensacionais que publicava eram inventadas - desde que elas fossem apresentadas como fato. Para ele era tudo uma grande brincadeira."

James Moseley também revelou a verdadeira natureza das histórias de Barker, de quem era amigo desde 1954, após a morte deste em 1984: "O público tem o direito de saber quantas fraudes de UFOs existem, como são fáceis de se armar e o que isso mostra sobre a ingenuidade do campo da ufologia". Moseley participou de várias fraudes com Gray Baker, incluindo a produção de documentos "oficiais" do governo americano e filmes falsos de UFO. Suas experiências neste campo são descritas no livro "Shockingly Close to the Truth: Confessions of a Grave-Robbing Ufologist".

E quanto ao relatório Krill, que além de informações sobre os M.I.B. "explica" vários outros fenômenos, como as mutilações de animais? Outra fraude, uma brincadeira armada por John Lear (filho do engenheiro aeronáutico Bill Lear, criador do Learjet). Alegando que suas conexões com o governo americano haviam permitido que obtivesse documentos secretos da Força Aérea, publicou este relatório falso em um BBS voltado para fenômenos paranormais.


Conclusão

Bem, é claro que apesar de todas as fraudes existentes sobre este assunto, alguém sempre pode acreditar que os M.I.B. realmente existem e têm feito um excelente trabalho de encobrir seus rastros. Por outro lado, considerando a impressionante freqüência com que relatos de UFOs são publicados, os M.I.B., se existirem, não me parecem muito competentes em sua missão principal.

Ou talvez os M.I.B. sejam tão eficientes que encobrem totalmente todos os avistamentos de UFOs verdadeiros, o que significaria que todos os casos publicados são falsos.

De qualquer forma, para saberem exatamente quais são os casos reais dignos de sua intervenção (supondo que exista algum), os M.I.B. precisariam ter pelo menos um bom contato com os alienígenas visitantes ou então serem eles mesmos alienígenas. Neste caso, sinto-me decepcionada. Para uma civilização tão avançada a ponto de conseguir viajar de uma estrela distante até nosso planeta, eu esperaria métodos mais inteligentes de cobertura do que mandar agentes com cara de mau fazerem ameaças verbais de porta em porta..
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Descrição


Espécie Extra-Terrena: homens de preto
Motivo de Visita: a.k.a MIBs
Altura: 1 metro e 60 centímetros - 1 metro e 80-90 centímetros
Peso: 74-90 kilos (estimado)
Olhos: sensíveis à luz, usualmente usam óculos escuros
Cabelo: preto
Pele: branco pálido
Sexo: masculino
Origem: desconhecida

Características Peculiares:
• Rosto sem expressões emocionais.
• Se vestem de preto ex: chapéu, blazer, terno, casaco.
• "Deselegante", movimenta-se como um robô.
• Pronuncia-se em voz monótona.
• Lábios finos.

Homens de Preto (também chamados MIBs) são identificados como os que visitam individuais que tiveram algum tipo de contato com um O.V.N.I. e avisam a eles para não contarem à outros o que eles viram. Homens de Preto, supostamente, usam todas as opções possíveis para silenciar uma testemunha-incluindo a ameaça de morte, ou até mesmo a própria morte da testemunha se necessário. Esses Homens de Preto são vistos usualmente em grupos de três e são: agentes que obrigam os extra-terrestres à cumprir as ordens no planeta Terra, ou
agentes de inteligência do governo. Os Homens de Preto são responsáveis por silenciar as testemunhas de O.V.N.I.s e assegurar que o assunto O.V.N.I. continue escondido do público.

Os Homens de Preto trabalham como vendedores, trabalhadores utilitários (como por exemplo os encanadores, bombeiros, marceneiros), ou como agentes especiais do governo para ganhar acesso à testemunhas de O.V.N.I.
Eles surpreendem testemunhas de O.V.N.I. atravéz de ligações via telefone e inesperadas "visitas". Os Homens de Preto são também marcados por dirigir carros antigos de cor preta das cidades de "Buicks" ou "Lincon". Eles foram imortalizados, virando mito, no filme "Homens de Preto" lançado em 1997 o qual se trata de dois agentes Homens de Preto protejendo a Terra da escória do Universo. Porém fique sabendo que Homens de Preto é, ou foi, uma realidade. O Filme apenas utilizou os fatos que já existiam...


Teorias e conspirações


- Em meio a um emaranhado de dúvidas, teorias, enganos e conspirações a Ufologia segue seu caminho em busca de respostas. Muitos leigos acreditam que a pesquisa ufológica envolve apenas o fato de vermos objetos voadores não identificados no céu e bizarros relatos de seqüestros por extraterrestres. Engana-se quem pensa dessa forma, a Ufologia constitui-se na verdade, em uma junção de vários temas que vão desde religião até política internacional e é exatamente nesta vertente de “conspirações” que tratarei de um tema ainda pouco explorado e de certa forma, até ridicularizado por muitos pesquisadores: Os MIB (Men in Black) ou Homens de Preto que, ao contrário da fantasiosa comédia hollywoodiana que vimos nos cinemas, mostra-se também como uma problemática real, fascinante e, principalmente, preocupante.

Gostaria de pedir ao leitor para que, ao ler esta matéria, esqueça tudo o que foi visto no cinema a respeito desse assunto e que abra sua mente para o que será colocado aqui.

Os chamados MIB, integram um assunto que merece a atenção da comunidade ufológica, muito mais do que é dada. Falar sobre “homens de preto” chega a ser bizarro ou aterrorizante. Alguns relatos dão arrepios na espinha, enquanto outros dão vontade de rir (!). É triste, mas em certos casos, saber o que é verdade e o que é fantasia chega a ser quase impossível.

Os MIB não se diferem muito de qualquer outro assunto dentro da Ufologia, pois há muitas perguntas, teorias e poucas respostas. O que tentarei mostrar é uma visão do que concluí durante minhas pesquisas sobre o assunto.

Histórias sobre os MIB são tão antigas quanto à própria Ufologia. Se formos falar sobre datas e considerarmos o dia 24/06/1947 como o início da era moderna dos discos voadores, os MIB ganham por serem mais velhos, em exatos dois dias.

CLÁSSICO MIB: UFO DERRAMA SUBSTÂNCIA NO MAR - No dia 21/06/1947, três dias antes do caso Kenneth Arnold [N.E.: de qual marco nasceria a chamada Ufologia], o senhor Harold Dahl protagonizou um contato que ficou conhecido como “O Caso das Ilhas Maurício”.

O senhor Dalh vinha em sua embarcação próximo a Tacoma, próximo ao Estado de Washington quando avistou seis objetos a cerca de 600m de altura. Dahl vinha com mais dois tripulantes e seu filho de 15 anos, que também presenciaram o contato. Em determinado momento, um dos objetos se aproximou mais da água e despejou o que parecia ser uma espécie de material derretido, inclusive o mesmo chegou a atingir o braço de seu filho e supostamente matar um cachorro que também se encontrava na embarcação.

Quando os UFOs sumiram Dahl conseguiu colher uma amostra do misterioso material jogado no mar, além de ter tirado quatro fotos dos objetos não identificados. Dahl entregou as fotos para seu superior, o senhor Fred L. Chrisman, juntas com os pedaços do material colhido no mar.

A história foi vendida para uma revista algum tempo depois, mas não ganhou muita repercussão, nem ao menos os fatos que se seguiram ao dia seguinte do contato, quando um homem vestido de terno e chapéu pretos procurou Dahl em sua casa a fim de tratar de negócios.

Dahl não achou nada estranho, afinal ele negociava madeira e era comum que as pessoas viessem interessadas em seu trabalho. O tal homem de preto disse a Dahl onde estava hospedado e os dois marcaram um encontro. Ao chegarem no hotel, o homem o convidou para ir até um bar onde chegou a pedir um café. Dahl surpreendeu-se bastante quando, no meio da conversa o homem de preto começou a lhe relatar tudo o que havia acontecido na noite do avistamento.

No final das conversa o estranho homem o ameaçou dizendo que ele tinha presenciado algo por acaso e para o bem de Dahl e de sua família, seria melhor esquecer o ocorrido. Para piorar a situação o avião que vinha trazendo as fotos e o material recolhido no mar se acidentou.

Assustador? Certamente! E muito, imaginem-se na pele do senhor Dahl. Sendo ameaçados desta forma por um estranho homem desconhecido como esse? Quantos de vocês agora lendo essa matéria ignoraria a ameaça do MIB e se arriscaria levando-a ao conhecimento sua história? Muitos devem estar dizendo que não, afinal, para quê correr tamanho risco? É bom que muitos ufólogos façam essa pergunta, afinal, vamos pensar um pouco na seguinte possibilidade:

Tomando o caso do Senhor Dalh como exemplo, podemos imaginar perfeitamente que casos como o dele aconteceram e acontecem em muitos lugares do mundo e a testemunha de um caso assim tem até um certo interesse de tornar sua história pública. Mas digamos que essa mesma testemunha receba a visita de um homem vestido de preto, com um olhar frio, postura séria e ameaçando-a e também a seus familiares, para não revelar sua experiência para ninguém? Quantas dessas testemunhas correriam o risco de revelar sua história?

Poucas pessoas, uma parcela mínima de gente correria tal risco. Outra pergunta que surge quando o assunto é MIB e Ufologia é: “Quem estaria interessado em esconder a verdade e ameaçar pessoas dessa maneira?”. Quem é ufólogo ou no mínimo conhece ufologia, sabe: “Muitos teriam esse interesse”. Desde governos até organizações religiosas. Mas os maiores inimigos da Ufologia continuam sendo os governos nacionais, sobretudo, o norte-americano.

Particularmente, é óbvio que qualquer pessoa minimamente informada está ciente de que o governo norte-americano tem em seu histórico diversos casos de conspirações políticas, historias mal contadas e desculpas esfarrapadas para calar a opinião pública. Não seria paranóia imaginar que a maior potência militar e política do mundo tenha um grande interesse no fenômeno UFO e que deseja estudá-lo e, logicamente, ocultá-lo, por diversos motivos que vão do político ao social. Também não seria paranóia imaginar que outras potências mundiais como os EUA queiram estudar o fenômeno UFO e, conseqüentemente, ocultá-lo da população e, possivelmente, outras nações menores, aliadas das maiores, sejam orientadas a não revelar nada a respeito do assunto UFO às suas respectivas populações.

'Toda lenda urbana que se preze, tem boa dose de misticismo e exagero,

quando tratamos de algo que não se pode controlar, provar ou tocar e, que só ouvimos falar'

ACOBERTAMENTOS & CONFUSÕES PROPOSITAIS - Sabemos que de fato ocorre e que essa manipulação política está presente em nossas vidas, não somente quando o assunto é Ufologia, mas em todos os campos de vital interesse das elites. Nós que moramos no Brasil sabemos muito bem disso. Estaria aí então o segredo dos MIB? Seriam eles, agentes secretos das mais diversas potências mundiais? Seriam eles então da CIA (Central De Inteligência Norte-americana)? Seriam do MI-6 (Serviço Secreto Inglês)? Seriam da inteligência militar de ambos os países?

Nick Redfen, autor de The FBI Files e outras obras que denunciam o acobertamento ufológico imposto pelos governos, apresentou em 2004 um documento secreto que vazou do Public Relations Office, o órgão responsável pela interface entre a população e o governo inglês.

Tal documento é intitulado Política Sobre UFOs e diz claramente que o governo inglês pesquisava secretamente o fenômeno UFO, além de instruir os pilotos da RAF (Força Aérea Inglesa) para que, no caso de um contato com um UFO no ar, informasse somente aos seus superiores e evitasse qualquer comentário sobre o assunto com civis ou a imprensa.

“Havia ordens vindas da força aérea que insinuava as testemunhas civis de contatos ufológicos a não falar sobre o tema com ninguém, exceto as autoridades, sob pena de sofrerem represálias”. O documento ainda solta outra bomba ao colocar que, “ O governo não só autorizava a intimidação, quanto os depoimentos eram distorcidos e usados para ridicularizar as testemunhas, afastando assim uma pesquisa séria sobre o assunto”.

Isto tudo está num documento Top Secret, vazado da Inglaterra. Se este país tem uma política tão rígida a respeito do assunto UFO, não fica difícil imaginar como deve ser a dos EUA, algo bem mais secreto, requintado e violento. Talvez esse documento tenha nos ajudado a desvendar um pouco mais sobre o enigma dos MIB e oficializar o que vários ex-agentes da CIA, NSA e USAF dizem no anonimato.

Então, por que o assunto MIB continua envolto ao mais bizarro mistério? A explicação não é fácil, tem muito mais a ver com uma questão cultural, do que mesmo com uma suposta origem mística do mito, sem considerar exageros e acréscimos que certas histórias ganham com o passar dos anos.

Só para citar as mais diversas teorias a respeito da origem dos MIB, alguns muitos pesquisadores acreditam que eles possam se tratar de seres de origem extraterrestre disfarçados, intraterrestres, demônios, agentes da inteligência, membros de seitas ou sociedades secretas e até mesmo integrantes da Máfia.

Castilo Rincón um auto proclamado contatado afirmou que os MIB seriam na verdade “extraterrestres criados em laboratório”. A pergunta que vos faço depois de ler estas teorias é essa: É Para Tanto? É cabível que existam tantas teorias sobre esse assunto? A resposta talvez não seria mais simples do que realmente parece. Aí é que vem a questão cultural que citei no começo.

O CASO HERBERT HOPKINS - Toda lenda urbana que se preze, tem boa dose de misticismo e exagero, quando tratamos de algo que não se pode controlar, provar ou tocar e, que só ouvimos falar. Mas por outro lado, alguns relatos dão mesmo margens a esse tipo de teorias bizarras, frutos de boatos populares e histórias mal-contadas.

Para ilustrar uma dessas lendas urbanas, recordemos o incidente conhecido como “Caso Herbert Hopkins”, ocorrido no Maine, em setembro de 1976. O Dr. Hopkins era hipnólogo e estava trabalhando como consultor num caso ufológico. Um dia o telefone chamou e o interlocutor se identificou como sendo o vice-presidente de um centro de pesquisas ufológicas de Nova Jersey.

O tal homem desejava abordar a respeito de um caso que estava pesquisando. Dr. Hopkins concordou em recebê-lo em casa e conversar com ele. Mas, para sua surpresa dentro de pouco tempo o homem já estava batendo à porta de sua residência. Sua mulher e filha não se encontravam em casa e o Dr. Hopkins ficou só, à mercê daquele estranho personagem.

O tal homem trajava camisa branca, terno preto, sapatos e gravatas da mesma cor, luvas cinzas e um chapéu. Consta que, durante a conversa, fatos inusitados aconteceram. O homem de preto tirou seu chapéu mostrando uma careca de cor cadavérica, além de algumas vezes passar a mão pelos lábios e as luvas saírem manchadas e algo vermelho parecido com batom.

'A CIA teve e tem grande interesse no fenômeno UFO e principalmente interesse em mantê-lo
em segredo, além das comprovações de que esta agência usou e abusou
de drogas alucinógenas em experiências do Projeto MK-Ultra'

O Dr. Hopkins ficou bastante perturbado e confuso durante aquela visita, sobretudo, perante às ameaças que se seguiram contra ele. O MIB o ordenou a apagar todas as gravações que havia feito com as testemunhas sob hipnose. O mais estranho da história ocorreu quando o MIB pegou uma moeda numa das mesas da casa e a desmaterializou nas mãos, perante os assustados olhos do Dr. Hopkins. Completou ainda com a ameaça de que, se não parasse com as pesquisas ufológicas, o mesmo aconteceria com seu coração.

Profundamente aterrorizado, consta que o Dr. Hopkins não discutiu com o MIB durante a conversa e nem questionou nenhuma de suas ameaças (ou pelo menos não se lembra disso). Ele apenas obedeceu tudo, exatamente como foi ordenado e apagou todas as fitas que continham os depoimentos das testemunhas sob hipnose e se afastou do caso de estava pesquisando.

O mais estranho foi quando a filha e a mulher do Dr. Hopkins chegaram em casa e o encontraram profundamente perturbado, com todas as luzes da casa acesas, sentado junto a mesa sob a qual havia um revolver. Confirmaram ainda marcas de passagem de carro na estrada próxima e uma série de distúrbios telefônicos que começaram a ocorrer logo depois da visita do MIB.

Esses detalhes da história confirmam que realmente algo de muito grave aconteceu e que não foi fruto da imaginação do Dr. Hopkins. O mais correto, seria pensar que ele realmente teve uma espécie de surto psicótico, mas, certamente, provocado pela presença do próprio MIB.

Então, seria ele realmente uma espécie de alienígena disfarçado? A natureza do caso nos faz pensar que pode ser mesmo isso, mas antes de tirarmos conclusões é bom que certos fatos históricos sejam levados em consideração.

Como se sabe, a CIA teve e tem grande interesse no fenômeno UFO e principalmente interesse em mantê-lo em segredo, além das comprovações de que esta agência usou e abusou de drogas alucinógenas em experiências do Projeto MK-Ultra que era (ou ainda é) um ambicioso projeto para controle da mente humana.

Experiências com esse tipo de droga, principalmente o LSD, já eram desenvolvidas desde os anos 1960 e, em muitas das vezes, experimentadas em pessoas inocentes que não sabiam que estavam sendo usadas como cobaias, observadas, chegando em alguns casos, à morte. A CIA, em tempos atuais, responde por processos impetrados por parentes de vitimas fatais que buscam indenizações pelas mortes causadas a seus familiares que de alguma forma foram expostos a elementos nocivos ou forçados à experimentações diversas.

Não seria ilógico pensar que o Dr. Hopkins tivesse sido dopado por alguma droga alucinógena que o induziu a ver o que viu e fazer o que fez. Pode ser o começo de uma explicação para o caso já que, assim aconteceu com um ex-piloto da USAF que inocentemente teve o azar de ler documentos secretos da NASA.

Ao que se sabe ele foi drogado e interrogado por MIBS que também o sugestionaram a esquecer o que havia lido. Talvez aí esteja a explicação do surto psicótico que o Dr. Hopkins sofreu após o encontro com o MIB.

Quem conhece os efeitos de uma droga como o LSD sabe do que ela é capaz de fazer: perda total e completa da realidade. Contudo, teria sido mesmo isso que ocorreu ao Dr. Hopinks? Talvez essa explicação, pelo menos, esteja um pouco mais próxima da realidade.

'Frank Scully publicou um livro chamado Behind the Fliyng Saucer.
Neste livro ele narra todo o Caso Aztec, onde uma nave extraterrestre teria caído
na cidade de Aztec, Novo México, em 25 de março de 1948'
AGENTES DO TERROR - Ameaçar testemunhas das mais diversas formas parece ser o forte dos MIB, o que, na verdade vem confirmar a natureza humana do mito.

Um dos casos clássicos aconteceu na década de 1950 e envolveu um senhor chamado Albert K. Bender que na época mantinha um grupo de pesquisas ufológicas chamado IFSB (Birô Internacional para Investigação de Discos Voadores) e editava um folhetim informativo chamado Space Reviem dedicado a publicar noticias envolvendo UFOs.

O grupo ufológico IFSB estava em crescimento e o Space Reviem ganhava, a cada dia, novos assinantes. Até que um dia Albert Bender noticia aos quatro ventos que tinha contatado uma fonte plenamente confiável que podia dar uma explicação final para o fenômeno UFO e dar fim ao mistério dos discos voadores... E ficou por isso mesmo, por que? Porque sem mais nem menos o IFSB fecha suas portas, o folhetim Space Reviem encerra suas atividades e Albert Bender desaparece do mapa.

Muita gente ficou sem entender coisa alguma e até mesmo assustada já que a última matéria publicada no Space Reviem dizia: “Recomendamos aos envolvidos na pesquisa dos Discos Voadores que tomem muito cuidado”. E assim esse mistério permaneceu por algum tempo.

Anos mais tarde, Albert Bender deu uma entrevista explicando o motivo do fechamento do IFSB e do encerramento da Space Reviem. Conta ele que foi visitado por três homens vestindo ternos pretos que o ordenou a parar de publicar noticias a respeito de UFOs ou ele e sua família sofreriam muito. Albert Bender explica também que a ameaça foi tão incisiva que ele ficou aterrorizado de tanto medo. Afirmou que não conseguia comer e nem dormir, além de ter sofrido de fortes dores de cabeça depois da infame visita.
Nota-se aqui, que Albert Bender sofreu um forte estresse logo após a visita dos MIBs, o que vem a mostrar a gravidade das ameaças em que uma pessoa é violada em seu direito de liberdade de informação e se vê impotente diante de ameaças contra sua família e contra si mesmo.

Essas atitudes dos MIBs não tiveram nada de sobrenatural ou algo do tipo, mas mostraram-se atitudes das mais humanas e eficientes, trazendo medo e pavor a quem venha sofrê-las.

Anos após a citada entrevista Albert Bender faleceu, alguns dizem que em circunstâncias misteriosas, outros dizem que não. Se Bender morreu pelas mãos de um MIB, esse será um fato, que infelizmente ele levou para o túmulo.

Afinal, MIBs e mortes, até onde? Teriam eles chegado a tanto? Pessoas teriam mesmo morrido pelas mãos desses agentes do terror? Alguns casos levam mesmo a pensar neste extremo.

James Mcdonald era professor da Universidade do Arizona e entusiasta do fenômeno UFO. Homem inteligente, reclamava muito pelo fato do congresso norte-americano tratar o assunto com descaso.

Pesquisava alguns casos e chegou a receber ameaças anônimas por isso. Ele as ignorou. Foi encontrado morto no deserto de Del Oro, após pedir aos cidadãos norte-americanos que exigissem uma investigação oficial para o fenômeno UFO.
Ainda na década de 1950, o pesquisador Frank Scully publicou um livro chamado Behind the Fliyng Saucer. Neste livro ele narra todo o Caso Aztec, onde uma nave extraterrestre teria caído na cidade de Aztec, Novo México, em 25 de março de 1948. O que ocorreu depois da publicação desse livro ainda deixa muita gente de cabelo em pé. Foi deflagrada pelo governo uma campanha contra a credibilidade da história e até contra a dos pesquisadores envolvidos que, além de Scully, incluía o geofísico Silas Newton e o cientista Leo Arnold Gebauer.

'Lammer acredita que militares e agentes de serviços secretos, principalmente o norte-americano, estariam abduzindo pessoas que já foram contatadas por extraterrestres'

A USAF e a CIA desenvolveram uma manobra de desinformação e acobertamento tão grande que simplesmente acabaram com a vida dos três pesquisadores. Eles foram processados e desmoralizados publicamente e suas vidas acadêmicas manchadas para sempre, mas o pior de tudo ainda estava por vir.

Consta que Nicholas Von Poppen havia sido contratado para tirar fotografias do UFO caído e dos tripulantes mortos. Aceitando o segredo que o impuseram sobre o assunto, Poppen ficou calado durante vários anos, até que um dia resolveu contar tudo para seu amigo George C. Tyler.

Impressionado com tudo o que ouviu do amigo, Tyler saiu contando para todo mundo o que sabia. Pouco tempo depois Tyler foi encontrado caído no chão do quarto onde vivia, inconsciente e com sinais de que havia lutado ferozmente com alguém, pois os móveis e objetos de sua casa encontravam-se completamente fora de ordem.

Enquanto estava no hospital, pessoas que pareciam agentes do governo (vestidos de terno preto e gravata) foram até sua casa e realizaram uma busca em todos os seus papeis e documentos.

Tyler morreu no hospital sem nunca ter recobrado a consciência e levando consigo a identidade do culpado pela sua morte. Vom Poppen não teve sorte melhor. Conta-se que os vizinhos escutaram barulhos de briga vindo de sua casa e mais tarde o encontraram desmaiado no chão do apartamento. No hospital, pessoas com identificações falsas entraram em seu escritório e levaram vários envelopes grandes, onde, supostamente, Poppen guardava as fotos do UFO de Aztec. Ele também morreu pouco depois de chegar ao hospital.

CADÁVER ET - O Caso Salinas vem a mostrar com certeza, que o mistério MIB tenha provável origem humana, podendo se encontrar longe das teorias mirabolantes que falamos no decorrer deste trabalho.

Certo dia em meados do ano de 1981 um certo jovem passeava por uma floresta, quando foi surpreendido por pequenos seres que se aglomeram aos pés dele. Assustado, o jovem pegou um pedaço de pau que encontrou no chão e acertou com ele contra um dos seres.

Impressionado com o que viu, o rapaz pegou o corpo e o levou para casa, colocando em seguida em um vaso com formol para evitar a decomposição. A história se espalhou pela pequena cidade, muitos curiosos vieram ver o corpo, o rumo que o caso tomou deixou o jovem tão assustado que ele decidiu esconder o corpo do suposto ser no buraco no banheiro de casa.

Segundo consta, algum tempo depois, homens se dizendo da NASA, realizaram uma busca completa pelo corpo do suposto ET, até que o encontraram e levaram embora sem dar mais explicações ao rapaz.

Chino, como era conhecido entre os amigos, passou muitos dias triste e assustado. Uma semana depois, os homens que levaram o corpo do suposto ET procuraram Chino em uma bar onde ele freqüentava e o convidaram para ter uma conversa particular. Os homens o levaram para um matagal por onde ele passou por uma sessão de espancamento.

“Ele apanhou e os homens além de ameaçá-lo, bateram nele com a coronha de um revolver”. Apavorado, Chino nunca mais falou do assunto com ninguém.

PROJETO MILAB - Helmut Lammer é um ufologista austríaco que faz um excelente trabalho a respeito do envolvimento de serviços secretos, militares e o fenômeno UFO. Seu Projeto Milab, como chama sua pesquisa, trata de diversos casos envolvendo abduzidos, helicópteros negros e abduções por militares. Lammer acredita que militares e agentes de serviços secretos, principalmente o norte-americano, estariam abduzindo pessoas que já foram contatadas por extraterrestres para pesquisar e desenvolverem experiências ilegais.

A pesquisa se Helmut Lammer tangencia com diversos casos que poriam ser muito bem interpretados como casos de Homens de Preto. São relatos de pessoas que viram homens vestidos de preto em salas médicas, escritórios e até bases subterrâneas. Contudo, em muitas dessas passagens a palavra MIB nunca é mencionada. Eles são vistos sim, como agentes de serviços secretos como a CIA e a NSA, no entanto, o teor dos casos é o mesmo.

Na verdade, analogamente, os MIBs se mostram como figuras bem humanas, alguns são até belos e se comportavam de uma forma diplomática, que lembra sim, muito mais agentes secretos do que seres de natureza extraterrestre. O mistério dos MIBs não acaba aqui, na verdade, ele apenas começa mais uma vez, dando voltas e mais voltas sobre si mesmo, mostrando-nos que a verdade é perigosa e se encontra muito mais longe do possamos imaginar. A Confraria dos Homens de Negro.

O Projeto Majestic 12


Documentos fornecidos por um ufólogo mencionam um grupo governamental secreto que suportamente estaria relacionado com discoos voadores. Porém estes documentos são verdadeiros? Em dezembro de 1984, Jaime Shandera, produtor de cinema em Hollywood e ufólogo, recebeu por correio um pacote contendoapenas um rolo de filme preto e branco de 35 mm ainda não revelado. O pacote não vinha acompanhado de nenhuma carta e tampouco de remetente. Apenas o carimbo dos selos dava uma pista sobre sua origem: Novo México. Ao revelar o filme, viu que continha negativos do que parecia ser um relatório, de 18 de novembro de 1952, para o presidente eleito Dwight D. Eisenhower. Na primeira página havia uma advertência: "Este é um documento ALTAMENTE SECRETO – APENAS PARA LEITURA, que contem informação classificada, essencial para a segurança nacional dos Estados Unidos".

Na Segunda página, havia uma lista de doze influentes cientistas, chefes militares e conselheiros de informação dos EUA. Até a terceira página não se percebia com clareza o tema do documento:

a descoberta de um disco voador acidentado e de corpos de extraterrestres próximos de Roswell, Novo México, em julho de 1947. A última página do documento era um memorando do presidente Harry Truman dirigido ao ministro de Defesa, James Forrestal, datado de 24 de setembro de 1947. Nele, Truman dava instruções a Forrestal para que colocasse em andamento a "Operação Majestic-12", mas sem dar nenhum indício do que poderia se tratar.


REVELAÇÕES SURPREENDENTES

Sozinho, este memorando não faz sentido. Porém, ao ser lido juntamente com o relatório de 1952, a história parece ser clara: em julho de 1947, uma "nave aérea em forma de disco" se estilhaçou perto de Roswell e os militares acharam "entidades biológicas extraterrestres". Quando o presidente Truman foi informado do acidente, autorizou o ministro de Defesa -Forrestal- a formar um comitê que tratasse do caso.

Em 1952, quando Eisenhower foi eleito presidente, foi levada a seu conhecimento, a operação Majestic-12. O relatório contém uma lista dos doze membros do comitê e uma descrição dos detalhes do acidente. O parágrafo final insiste na necessidade de "evitar, a qualquer custo, a propagação do pânico", e confirma que o governo está ocultando a verdade sobre os OVNIs. Porém, a questão é: estes documentos são verdadeiros?

Em 1980, durante sua pesquisa para um filme sobre OVNIs, o produtor de cinema Jaime Shandera estabeleceu vários contatos no âmbito militar. É possível que algumas destas pessoas com informação privilegiada tivesse passado para ele os documentos do Maiestic-12?

As análises demostram que um memorando do MJ12 foi impressa sobre papel cebola, muito utilizado pelo governo dos EUA entre 1953 e 1970. Conhecido em ufologia como "documento Cutler-Twining', este memorando foi encontrado no Arquivo Nacional, depois que Bili Moore recebeu um cartão postal dizendo onde ele estava escondido.


EM BUSCA DA VERDADE

Entre os ufólogos, as opiniões se dividem. No campo "pro-Majestic" existem pesquisadores, como o físico nuclear Stanton T Friedman, que dedicou mais de dez anos ao assunto, e os ufólogos Bill Moore e Jaime Shandera. Para aumentar o mistério que rodeia o Majestic-12 (também conhecido como MJ2 ou MAJIC), durante os últimos anos chegaram outros pacotes às caixas de correio dos pesquisadores. O primeiro era um cartão postal enviado a Bill Moore em 1985.

Enviado da Nova Zelândia, aconselhava que procurasse nos Arquivos Nacionais dos Estados Unidos alguns fichários recém-arquivados. Moore e Shandera fizeram a busca, e encontraram um memorando que confirmava a existência do MJ12, escrito por Robert Cutler, assessor especial de Eisenhower na Segurança Nacional e dirigido a Nathan Twining, chefe do Estado Maior das Forças Aéreas dos EUA.

Entre 1992 e 1996, outro ufólogo recebeu vários documentos relacionados com o MJ-12, e os mostrou a Friedman. Foi comprovado que dois documentos eram verdadeiros. O primeiro é uma ordem breve dirigida ao general Nathan Twining (um suposto membro do MJ-12), concernente a suas atividades durante a viagem que fez no mês de julho de 1947 ao Novo México, o local onde supostamente o disco voador havia se acidentado.

O segundo documento é um memorando para o presidente Truman, ditado pelo ministro de Estado George C. Marshall e dirigido ao vice-ministro. Embora não seja mencionado diretamente o MJ-12, o cabeçalho é: "NUJIC EO 092447 MJ-12".
Na época do acidente em Roswell, Eisenhower era o chefe do Estado Maior do Exército. Os críticos dizem que, quando foi eleito presidente, já sabia do caso e não teve necessidade de ler nenhum relatório.

* Contra-almirante Roscoe Hiilenkoetter, diretor da CIA (l 947-1950). Em 1960, reconheceu que existia um encobrimento do fenõmeno OVNI.

* Jerome Hunsaker, célebre desenhista de aviões e presidente do Comitê Consultivo Nacional da Aeronáutica.

* Vannevar Bush, presidente da Junta de Pesquisa e Desenvolvimento (l945-1949). Foi conselheiro do presidente.

* James Forrestai, primeiro ministro de Defesa dos EUA. Em 1949, sofreu um colapso nervoso e se suicidou. Foi substituído por Waiter Bedelí Smith.

* Contra-almirante Sidney Souers, primeiro diretor da CIA (l946). Vice-presidente do Conselho de Segurança Nacional

* Gordon Gray, viceministro do Exército. Foi conselheiro de Segurança Nacional e diretor da Junta de Estratégia Psicológica.

* Nathan Twining, chefe do Comando Logístico do Ar e, posteriormente, presidente da Junta de Chefes do Estado Maior, o mais alto cargo militar dos EUA.

* Donaid Menzei, astrofísico e crítico acérrimo dos OVNIs. Teve um cargo ultrasecreto e foi conselheiro de vários presidentes.

* General Hoyt Vandenberg, chefe de Informação Militar durante a Segunda Guerra Mundial e segundo diretor da CIA (l946-1947).

* Detlev Bronk, biofísico. Diretor da Academia Nacional de Ciincia e da Junta Médica Consultiva do Comitê de Energia Atômica.

* General de divisão Robert Montague, diretor do Projeto de Armas Especiais na Comissão de Energia Atômica de Albuquerque.

* Lioyd Berkener, da Jun!9 de Pesquiça e Desenvolvimento. Membro do comitê OVNI financiado pelo CIA nos cinos cinqüenta.



A ULTIMA EVIDÊNCIA

O documento do MJ-12 mais escandaloso foi enviado por correio em 1994 a Don Berliner, um veterano ufólogo e escritor científico. O anônimo rolo de filme continha vinte e três páginas de um "Manual de Operações do Grupo Especial Majestic-l2", com data de abril de 1954. Era um detalhado manual de instruções intitulado: "Entidades e Tecnologia Extraterrestres, Recuperação e Destruição".

Como a maioria dos documentos do MJ12 são reproduções, não é possível analisar nem o papel nem a tinta originais. Porém, existem muitos detalhes objetivos que podem ser comprovados, como as qualificações dos doze membros do comitê, as datas das reuniões e a legitimidade das assinaturas.

Evidentemente, o MJ-12 era um grupo muito seleto: além do ministro de Defesa, Forrestal, haviam três diretores do serviço secreto, um general das Forças Aéreas, um general do Exército, o ministro do Exército e cinco dos cientistas mais influentes dos Estados Unidos. Tratava-se da elite das comunidades militar, científica e de informação dos Estados Unidos. Se alguma vez existiu um grupo governamental altamente secreto relacionado com OVNIS, poderia ter sido este.

UMA HISTÓRIA SECRETA



O único membro do MJ-12 que parecia não se encaixar no grupo, era Donald Menzel, um astrônomo da Universidade de Harvard. Escrevera três livros e inúmeros artigos contra o fenômeno. Todos os membros, exceto Menzel, eram conhecidos por possuírem cargos de alto nível de segurança e, como Menzel constava na lista do MJ-12, os pesquisadores pensaram que o documento fosse falso.

Contudo, em abril de 1986, Stanton Friedman fez uma importante descoberta. Conseguiu ter acesso aos documentos de Menzel, guardados no arquivo da Universidade de Harvard, e averiguou que este astrônomo esteve relacionado durante trinta anos com a Agência de Segurança Nacional.

Aprofundando-se mais em sua investigação, Frieman também descobriu que Menzel ocupava um cargo "Ultra secreto de Alto Nível" na CIA; que realizava consultarias altamente especializadas para muitas corporações importantes dos Estados Unidos; que mantinha estreitas relações com os outros cientistas do grupo MJ12, e que assessorava o governo em muitos projetos secretos.
Portanto, parecia que Menzel possuía a qualificação necessária para estar no MJ-12. Além disso, fez várias viagens ao Novo México durante 1947 e 1948 a pedido do governo. Estas viagens poderiam ter tido relação com o acidente de 1947 no Novo México, mencionado nos documentos do MJ-12?

Os outros membros do grupo também foram investigados por Friedman. Todos haviam trabalhado em projetos altamente secretos e participado de vários comitês de pesquisa e desenvolvimento, mas não estavam mais vivos para serem entrevistados sobre suas atividades. Porém, suas idas e vindas poderiam ser confirmadas por meio de inúmeras fontes: registros de chamadas telefônicas, correspondências, atas de reuniões e outros documentos guardados nas bibliotecas presidenciais e na Divisão de Manuscritos do Congresso.

A mais antiga referência ao Majestic está em um memorando supostamente enviado por Truman ao seu ministro de Defesa, james Forrestal. O comunicado - no qual é mencionado o assessor científico do presidente, Vannevar Bush - tinha a data de 24 de setembro de 1947. Este foi o único dia, entre maio e dezembro, em que Truman se reuniu com Bush. Forrestal também o fez neste dia, fato que Stanton Friedman descobriu depois de vários meses de pesquisa.

INCERTEZAS

Esta data também é significativa, porque foi o dia depois de Nathan Twining, general chefe do Comando Logístico do Ar, enviar um memorando secreto ao Pentágono, referente aos "discos voadores". Nele, Twining afirmava que "o fenômeno descrito é algo real, não visionário nem fictício".

Além disso, um plano de vôo de 1947 demonstra que Twining viajou para o Novo México em 7 de julho de 1947. De acordo com o relatório, nesse mesmo dia "se iniciou uma operação secreta para assegurar o resgate de alguns destroços... para uma posterior análise científica". É possível que isto seja apenas uma coincidência?

Joe Nickell, analista de documentos e escritor da revista Skeptical Enquirer, acredita que trata-se de uma coincidência. Concentrando-se no formato e na apresentação dos documentos, destacou vários "problemas importantes".
"Um dos mais óbvios - opina este pesquisador- é a assinatura de Truman." O estudo de documentos verdadeiros demostrou que a assinatura que leva o memorando do MJ12 está mal situada na página. Além disso, parece praticamente idêntica à de um memorando autêntico de Truman, encontrado por Stanton Friedman. Duas assinaturas idênticas são suspeitas.

ANÁLISE - A LINGÜÍSTICA DO MJ-12

Roger Wescott, um especialista em lingüística da Universidade de Drew (Nova Jérsei), revisou mais de vinte documentos autênticos escritos pelo contra-almirante Roscoe HillenKoetter e obtidos na Biblioteca Truman. Os comparou com o documento do Mj-12 supostamente escrito por Hillenkoetter e, depois de sua análise, afirmou: "Na minha opinião, não existe nenhuma razão que obrigue a considerar fraudulento nenhum destes comunicados, nem para acreditar que foram escritos por outra pessoa que não fosse Hillenkoetter". Esta declaração corresponde à controvérsia sobre a discutida nota presindencial de 18 de novembro de 1952, assim como as das cartas privadas e oficiais.

DEPOIMENTOS SOBRE O MJ- I 2

As declarações de antigos funcionários confirmam a existência de um grupo de elite criado para tratar do fenômeno OVNI. Uma nota de 1950 do governo canadense, escrita por Wilbert Smith, engenheiro de projetos de Defesa, afirma: "Os discos voadores existem. É desconhecido seu modus operandi, mas um grupo dirigido por Vannevar Bush está trabalhando no assunto".
Em 1991, o general de Arthur Exon, antigo comandante da base aérea de Wright-Patterson (Ohio), declarou que, ainda que não tivesse conhecimento do MJ- I 2, existia um grupo secreto - "Os treze terríveis" - criado para controlar o acesso aos relatórios sobre OVNIs. Poderia se tratar do grupo Majestic-12 e o presidente? O doutor Eric Walker, antigo presidente do Instituto para a Análise da Defesa, afirmou que havia assistido a reuniões em Wright Patterson sobre a descoberta de discos voadores. Também declarou que "faziam 40 anos que tinha conhecimento dele (o grupo MJ-12)".

ESTUDO DETALHADO




Nickell também se refere em sua análise aos formatos das datas, à tipografia e ao estilo de linguagem empregados nos documentos. Novamente, mediante o estudo de documentos autentificados, demonstrou que nos documentos do MJ-12 existem certos detalhes que destoam.

A conclusão de Nickell é que "os muitos elementos irregulares e suspeitos detectados nos documentos do MJ-12 demonstram claramente que tratam-se de falsificações".

Porém, Friedman não concorda. Dedicou dez anos à pesquisa das objeções de Nickell e todavia insiste em que os documentos são verdadeiros. "Ainda não escutei nenhum argumento convincente contra o MJ-12 - afirma Friedman -. Francamente, considero que estes papéis contém os segredos mais importantes que jamais foram divulgados para a opinião pública."
Verdadeiros ou falsos os documentos relacionados ao Majestic-12 são certamente, os mais intrigantes que vieram à tona no campo da ufologia. Em seu livro TOP SECRET/MAJIC, de 1996, Friedman apresenta uma lista de trinta detalhes. Se são falsos é provável que fossem escritos por alguém que tinha conhecimento de assuntos internos. Se são verdadeiros, provam que o governo está escondendo a verdade sobre os OVNIs..

A assinatura de Harry Truman em um memorando do MJ-l 2 é quase idêntica à de um documento autêntico de 12 de outubro de 1947. Como duas assinaturas nunca são iguais, esta é uma prova, dizem os críticos, de que os documentos do MJ-12 são falsos.
Quando o presidente Truman ficou sabendo do "Caso Roswell", autorizou Forrestal (então ministro da defesa) a formar um comitê para tratar do caso. Já em 52, quando Eisenhower foi eleito presidente, foi informado sobre a "operação Majestic-12". 
O MJ-12 era uma lista dos 12 maiores especialistas em diversas áreas (entre cientistas e militares), e "funcionava como um grupo de perseguição policial" das atividades aliens. Em um documento do MJ-12, se lê no parágrafo final: "(...) evitar a qualquer custo a propagação de pânico", e confirma que o governo está ocultando a verdade sobre os UFO's. O trecho seguinte foi retirado dos documentos MJ-12 de 1954 indicam que naquela época eles já tinham mais de um acidente:

"11. Descrição de tecnologia extra-terrestre: A seguinte informação vem de relatórios de análises preliminares dos restos coletados de locais de acidentes de objetos extra-terrestres..."

A seguinte citação dos documentos militares de 1954 também indicam que objetos tinham já sido derrubados por ações militares. Também indicam que a avaliação dos especialistas do MJ-12, era a de que os aliens tinham intenções pacíficas:
"Situação atual (abril de 1954): É considerada como situação corrente atual, que existam algumas poucas indicações de que esses objetos e seus construtores não representam uma ameaça direta à segurança dos Estados Unidos, a despeito da incerteza dos seus motivos últimos ao virem até aqui. Certamente a tecnologia possuída por esses seres ultrapassa muito qualquer coisa da ciência moderna, e todavia sua presença aqui parece ser benigna, e eles parecem estar evitando contato direto com nossa espécie, pelo menos no momento.

Muitas entidades mortas e aparelhos de objetos derrubados foram recuperados com uma quantidade substancial, todos os quais estão agora sob estudo em várias localidades. Nenhuma tentativa foi feita pelos extra-terrestres para contatar as autoridades, recuperar seus companheiros mortos ou os objetos derrubados. A maior ameaça agora surge da aquisição e estudo de tal tecnologia avançada por potências estrangeiras inimigas dos Estados Unidos. Por essa razão é que a recuperação e estudo desse tipo de material pelos Estados Unidos tem recebido prioridade mais alta."
Em 1947, o presidente Trumam criou o MJ-12 (um grupo com os 12 mais altos militares e cientistas). O grupo ainda existe, mas seus membros originais não são mais os mesmos (o último do grupo a morrer foi Gordon Gray). Quando um novo membro estava para deixar o grupo, ele apontava um novo membro para preencher sua posição. Especula-se que o grupo atualmente expandiu-se para mais de 12 membros.

Na década de 40, houveram vários casos de quedas de discos-voadores. Um em Roswell, Novo México; outro em Aztec, Novo México; e um próximo a Laredo, Texas, a cerca de 30 milhas dentro da fronteira mexicana.

Considere a posição dos EUA agora. Eles conseguiram atingir a posição de líderes mundiais, e, imaginem o choque deles quando viram os corpos daquelas criaturas franzinas, com grandes olhos, pele semelhante à de lagartos e unhas/garras encobertas com tecido que funcionavam como dedos. Imagine o pavor quando viram o poder dos discos-voadores (há vários discos na Base de Força Aérea Wright-Patterson. Os discos são guardados nas bases aéreas mais próximas do local das quedas). Imaginando isso é a única forma de você compreender porque o governo utilizou-se de toda essa artimanha para esconder o fato. 
Em junho de 52, o pânico tomou conta do governo quando um esquadrão de ovnis voou sobreWashington D.C. Eles usaram de toda artimanha e intimidação possível para remover essaslembranças da memória do povo.

Em 30/4/54, a primeira comunicação entre aliens e o governo dos EUA teve lugar na Base da Força Aérea Holloman, Novo México. Três discos pousaram e prepararam a área para uma troca entre os aliens e os oficiais da Inteligência dos EUA. 
Um acordo foi feito entre o MJ-12 e os EBE's (Extraterrestrial Biological Entities, nome dado por Detley Bronk, membro original do MJ-12) entre 1969-1971. O acordo tratava-se da troca de tecnologia que eles forneciam para nós, e nós deveríamos "ignorar" as abduções e esconder os fatos. Os aliens disseram ao MJ-12 que as abduções eram meramente para monitorar o desenvolvimento das civilizações.

Em fato, os propósitos das abduções eram:

1. A inserção de uma esfera de 3 mm através da cavidade nasal. Usado para monitoração biológica, localização e controle do abduzido.

2. Implementação da "Posthypnotic Suggestion", para liberar uma determinada reação durante umtempo específico. A atuação desta costuma ocorrer nos próximos 2 ou 5 anos.

3. Extermínio de muitas pessoas (assim eles possuíam fontes materiais biológicas e substâncias).

4. Extermínio de indivíduos que representam problemas à continuidade de suas atividades.

5. Aprimorar os experimentos de engenharia genética.

6. Fertilização das fêmeas humanas e posterior terminação da gravidez para segurança da criança híbrida.

Os EUA somente exigiram uma lista dos abduzidos.

Os aliens possuem um sistema digestivo atrofiado. Para se sustentarem, eles usam secreções de enzimas e hormônios que eles removem de homens e animais (homens e vacas são geneticamente similares. Numa crise, o sangue de vaca poderia ser usados pelos humanos). As secreções obtidas são então misturadas com peróxido de hidrogênio e aplicado neles. O corpo absorve a solução e excretam os resíduos pela pele.

Nas mutilações de gado e humanas, são removidos testículos, retos descentralizados do cólon, olhos, língua e garganta removida cirurgicamente com extrema precisão. Em muitas delas o sangue também havia sido todo drenado (evidências provam que o processo é realizado com a vítima viva).

As várias partes dos corpos são levados para laboratórios subterrâneos. Um deles localiza-se na pequena cidade de Dulce, Novo México. Essa instalação é ocupada pela CIA e pelos aliens.

Durante o período entre 1979 e 1983, algo não planejado pelo MJ-12 acabou acontecendo. Eles ficaram sabendo que mais pessoas estavam sendo abduzidas do que era relatado na lista de abduções. Em 1979 houve uma disputa entre espécies pelo controle do Laboratório Dulce. Um grupo de forças especiais foi chamado, na tentativa de libertar o máximo de pessoas em cativeiro na instalação. De acordo com uma fonte, 66 soldados foram mortos e o nosso pessoal não foi liberado.

Em 1984, o MJ-12 estava em completo terror e, numa reunião, seu pessoal queria contar tudo para o povo, afim de obter o perdão e a ajuda do público. Mas a grande maioria do MJ-12 achava que não havia caminho para apaziguar as coisas.
Foram criadas várias fitas que contavam toda a verdade para serem mostradas ao público. Nelas era mostrado tudo sobre encobertação, a existência de um alien vivo (um dos três aliens vivos, nomeados EBE-1, EBE-2 e EBE-3. Eles estão em uma instalação chamada YY-2 em Los Alamos, Novo México. Nesse filme também foi incluída a filmagem da crucificação de Cristo, feita pelos EBE's que dizem Ter criado Jesus...

Outro vídeo-tape mostra uma "entrevista" com um et (como os et's comunicam-se telepaticamente, um coronel da Força Aérea serve como intérprete). Diversos homens da imprensa (Bill Moore, por exemplo) foram convidados a Washington D.C., para pessoalmente filmar o alien e distribuir o filme ao público. Isso não aconteceu...

Se o governo não nos conta a verdade, é porque uma invasão EBE já está acontecendo. Não imagine essa invasão com et's desembarcando com armas laser, mas sim uma invasão muito bem planejada, que vem sendo executada ao longo de milhares de anos.


O DOCUMENTO MAJESTIC 12 - Informação de Segurança Nacional / Documento Informativo Operação Majestic 12 / Preparado para o presidente eleito Dwight D. Eisenhower / Confidencial, 18 de novembro de 1952 / Oficial Informante: almirante Roscoe H. Hillenkoeter


Advertência: Este é um documento top secret - somente para o presidente, pois contém informação compartimentalizada essencial à segurança nacional dos Estados Unidos. O acesso ao material está estritamente limitado àqueles com nível de segurança Majestic 12. A reprodução de qualquer forma, anotação manual ou mecanicamente transcrita está proibida. 
Nota: Este documento foi preparado apenas como um relatório preliminar. Deve ser vistocomo uma introdução para um relatório operacional completo que se seguirá a este.

A operação Majestic-12 é uma operação de alto nível de inteligência para a investigação e desenvolvimento, que está subordinada apenas ao presidente dos Estados Unidos. As operações do projeto são levadas a cabo sob o controle do grupo Majestic 12 (Majic 12), que foi estabelecido por ordem especial classificada pelo presidente Truman em 24 de setembro de 1947, sob a recomendação do Dr. Vannevar Bush e do secretário James Forrestal. Os membros do Majestic 12 são os seguintes: 

Almirante Roscoe H. Hillenkoeter 
Dr. Vannevar Bush 
Secretário James Forrestal 
General Nathan F. Twinning 
General Hoyt S. Vanderberg 
Dr. Detlev Bronk 
Dr. Jerome Hunsaker 
Sr. Sydney W. Sauers 
Sr. Gordon Gray 
Dr. Donald Menzel 
General Robert M. Montague 
Dr. Lloyd V. Berkner 

*A morte do secretário Forrestal, em 22 de maio de 1949, criou uma vaga que permaneceu até 1º de agosto de 1950, quando o general Walter B. Smith foi designado como substituto permanente.

Em 24 de julho de 1947, um piloto civil voando sobre as montanhas Cascade, no estado de Washington, observou 9 aeronaves em forma de discos voando a alta velocidade. Ainda que não tenha sido o primeiro avistamento de tais objetos, foi o primeiro a ganhar ampla atenção nos meios de comunicação. Centenas de relatos de avistamentos de objetos similares continuaram. Muitos deles vinham de fontes militares e civis de alta credibilidade. Estes relatos resultaram em esforços independentes de vários elementos diferentes militares para definir a natureza e o propósito destes objetos no interesse da defesa nacional.

Um considerável número de testemunhas foi entrevistado e houve várias tentativas, sem sucesso, de utilizar aviões num esforço de perseguir discos em vôo. A reação pública chegou a casos de histeria em algumas ocasiões. Apesar destes esforços, pouco se pôde conhecer sobre os objetos voadores até que um rancheiro relatou que um tinha se acidentado numa região remota do Novo México, localizada a aproximadamente 75 milhas a noroeste da Base da Força Aérea do Exército Roswell (agora campo Walker).

Em 7 de julho de 1947, teve início uma operação secreta para assegurar o resgate dos restos do objeto para estudo científico. Durante o transcorrer desta operação, descobriu-se que 4 seres humanóides de pequena estatura tinham pulado do aparelho em algum momento antes de explodir.

Eles tinham caído na terra a uns 3 km do local do acidente. Os 4 estavam mortos e quase decompostos devido à ação dos predadores e à exposição aos elementos, visto que já havia passado aproximadamente uma semana até o momento em que foram descobertos. Uma equipe científica especial encarregou-se de recolher estes corpos para estudo. Os restos da nave também foram removidos e levados a diferentes locais. Interrogaram-se as testemunhas civis e militares na área. Aos repórteres, foi-lhes dada a efetiva história falsa de que o objeto tinha sido um balão meteorológico de investigação fora de rumo. 

Um esforço analítico encoberto e organizado pelo general Twining e o Dr. Bush, agindo sob ordens diretas do presidente, resultou no consenso preliminar (19 de setembro de 1947) de que o disco era uma nave de reconhecimento de curto alcance. Esta conclusão estava baseada no tamanho da nave e na falta aparente de provisões de qualquer tipo. Uma análise similar dos quatro ocupantes mortos foi feita pelo Dr. Bronk. A conclusão da sondagem preliminar deste grupo (30 de novembro de 1947) foi que, ainda que estas criaturas fossem de aparência humana, os processos biológicos e evolutivos responsáveis pelo seu desenvolvimento eram consideravelmente diferentes aos observados ou postulados no Homo sapiens. A equipe do Dr. Bronk sugeriu o termo Entidades Biológicas

Extraterrestres (EBEs), o qual foi adotado como termo padrão para referir-se a estas criaturas até o momento em que se chegasse a um acordo sobre uma designação mais definitiva.

Já que é virtualmente certo que estas naves não se originam de nenhum país da Terra, uma considerável especulação foi centrada sobre qual sua origem e como chegaram aqui. Marte foi e continua sendo uma possibilidade, ainda que alguns cientistas, entre eles o Dr. Menzel, considerem mais provável que estejamos lidando com seres de outro sistema solar.
Numerosos exemplos do que parece ser uma forma de escrita foram encontrados nos destroços. Os esforços para decifrá-los continuam infrutíferos. Igualmente infrutíferos têm sido os esforços para determinar o método de propulsão e a natureza ou método de transmissão da fonte de força envolvida. A investigação de tudo isto tem sido complicada pela ausência de asas, turbinas ou outros métodos convencionais de propulsão e direção, assim como uma falta total de rede elétrica, tubos de vácuo, ou componentes eletrônicos similares reconhecíveis. Assume-se que a unidade de propulsão foi destruída completamente pela explosão que ocasionou a queda.

A necessidade de informações adicionais sobre estas naves, suas características de funcionamento e seu propósito, levou à criação do Projeto Sign da Força Aérea em dezembro de 1947. Para preservar a segurança, na relação entre o Projeto Sign e o Majestic 12, o poder de decisão foi limitado a dois indivíduos dentro da Divisão de Inteligência do Comando Material Aéreo, cujo papel era passar adiante certos tipos de informações através dos canais correspondentes. O Sign transformou-se no Projeto Grudge em dezembro de 1948. A operação está sendo conduzida atualmente sob o nome chave de Blue Book, com uma relação mantida através do oficial da Força Aérea que é líder do projeto.

Em 6 de dezembro de 1950, um segundo objeto, provavelmente de origem semelhante, sofreu impacto a grande velocidade no setor de El Índio Guerrero, na fronteira do Texas com o México após seguir uma longa trajetória na atmosfera. Porém, quando a equipe de busca chegou, o que restava do objeto tinha se incinerado quase totalmente. O material que pôde ser resgatado foi transportado às dependências da Comissão de Energia Atômica, em Sandia, Novo México, para estudo. As implicações para a segurança nacional são de grande importância, dado que as intenções destes visitantes continuam sendo desconhecidas. Some-se a isto, um significativo aumento na atividade de vigilância destas naves iniciado em maio e continuado no outono deste ano, que ocasionou consideráveis suspeitas de que novos acontecimentos eram iminentes. É por estas razões, assim como pelas óbvias considerações internacionais e tecnológicas e a finalidade de evitar o pânico do público a todo custo, que o grupo Majestic 12 permanece com a opinião unânime de que a imposição das mais estritas precauções de segurança devem continuar sem interrupção até a chegada da nova administração. Ao mesmo tempo, o plano de contingência MJ-1949-04P/789 Top Secret - Confidential deve manter-se em preparação em caso de necessidade de fazer uma declaração pública.

CONSPIRAÇÃO DO SILÊNCIO

Apesar de tais provas científicas, existe uma censura oficial em torno dos OVNIs visando impedir que a verdade chegue ao público. Com efeito, sabemos que pilotos militares e civis, bem comos técnicos de radar, foram impedidos de falar pelas autoridades oficiais, recebendo ordens estritas que os proíbem de comunicar qualquer observação de OVNI a qualquer pessoa, a não ser seus superiores imediatos. Estas ordens oficiais passaram a vigorar com a JANAP 146 (Joint Army Navy Air Publication), promulgada a 6 de setembro de 1951 pelos chefes do Estado Maior Conjunto do Comitê de Comunicações e Eletrônica dos Estados Unidos, e com a AFR 200-2 (Regulamento das Forças Aéreas) dos Estados Unidos, de 12 de agosto de 1954, assinada pelo general Twining.

A Aerial Phenomena Research Organization, dos E.U.A., sediada em Tucson, Estado do Arizona, acaba de divulgar um relatório reservado que, desta forma, deixou de sê-lo. Diz mais ou menos o seguinte: As autoridades norte-americanas não desejam inteirar-se formalmente do que está ocorrendo em relação aos OVNIs. Enquanto puderam, negaram de imediato, abafando denúncias e testemunhos. Quando não puderam mais, a Secretaria de Aeronáutica convidou os especialistas do Projeto "Blue Book" a comparecer perante a respectiva comissão senatorial da aeronáutica. O projeto instalado em Dayton dependia da Força Aérea e era dirigido pelo Major Héctor Quintanilla.

Assim, ao convocar os especialistas do dito projeto, Harold Brown, secretário de estado para a Força Aérea, esperava apaziguar a opinião pública. A reunião foi realizada em março de 1966. Nela, porém, para espanto geral, o professor Allen Hynek, presidente da Junta de Astrofísica da Northwestern University e consultor do projeto, declarou-se em desacordo com o militar, afirmando que os comunicados da Força Aérea, longe de refletir a realidade, procuravam ocultar a realidade dos fatos. Acrescentou Hynek que os casos sem explicação iam-se acumulando, sem nunca terem sido estudados seriamente. Terminou dizendo que não se tratava de matéria que dependesse dos militares, uma vez que era de estrita investigação científica. 
Hynek e Quintanilla confrontaram-se abertamente diante dos senadores e, finalmente, os delegados da Força Aérea admitiram que, com o objetivo de tranqüilizar a opinião pública, se poderia criar uma comissão civil. Os jornais anunciaram que Brown proporia ao presidente Lyndon Johnson essa solução.

Fonte: O Arquivo

O Projeto Blue Book


As Forças Aéreas dos E.U.A. ativadamente investigou aparições de OVNIs baseada num projeto chamado Projeto Livro Azul (Project Blue Book). O programa começou em 1947 e terminou no dia 17 de Dezembro de 1969. O Projeto Livro Azul investigou 12.618 aparições de OVNIs e 701(5.6%) destas aparições continuam não-identificadas. Críticos acham que as investigações feitas das aparições de OVNIs eram de feitas de forma errada e não científicamente. Os críticos acreditam que o Projeto Livro Azul foi criado como uma mera campanha de relações públicas pelas Forças Aéreas americanas para acalmar o medo do público em relação aos OVNIs. Os críticos ainda acreditam que a principal meta do projeto era esconder a verdade sobre os OVNIs.

Os resultados finais do Projeto Livro Azul foram:

Nenhum OVNI encontrado, investigado e distinguido pelas Forças Aéreas nunca foi indicação para o uso de nossa segurança nacional nunca houve evidências encontradas ou descobertas pelas Forças Aéreas as aparições "não-identificáveis" representam o desenvolvimentos tecnológicos ou princípios que passam pela marca de conhecimento científico moderno nenhuma evidência indicou que as aparições possam ser consideradas como veículos extra-terrestres.

O Projeto Livro Azul determinou que as aparições de OVNIs foram o resultado de: uma leve forma de paranóia em massa indivíduos que inventam tais relatos apenas pela publicidade pessoas psicopatológicas erro na identificação de vários objetos comuns

Projeto Livro Azul foi a continuação de antigos projetos militares para a investigação do fenômeno OVNI - como o Projeto Sign e Projeto Grudge. O quartel general do projeto era em Wright-Base da Força Aérea de Patterson. A missão do Projeto Livro Azul era investigar o alarmante número de aparições de OVNIs e tirar uma conclusão que consistisse na resposta de pergunta: "Qual é a origem dos OVNIs?".

O Secretário das Forças Aéreas dos E.U.A. Robert C. Seamans, Jr., terminou o projeto porque as Froças Aéreas dos E.U.A. não conseguia mais justificar o projeto para o departamento de segurança nacional nem para departamento de estudos científicos. Depois de fechar o Projeto Livro Azul as Forças Aéreas dos E.U.A. não demonstra mais o mínimo interesse nas aparições de OVNIs.

Críticos acreditam que os membros do Prjeto Livro Azul esconderam a verdadeira estória sobre s OVNIs. Desde que o documento divulgado foi o de número 16, eles se perguntam o que aconteceu com o número 15. O programa utilizou pobres métodos de procura e os seus investigadores eram muito impulsivos para marcar uma aparição misteriosa como um 'fenômeno identificado'. O objetivo do Projeto Livro Azul era de explicar cada caso como 'identificado'mesmo que não houvesse nenhum tipo de evidência suportando a explicação. Os críticos acreditam que os membros do Projeto Livro Azul foram pressionados para 'identificar'as aparições de OVNIs para deixar o público calmo. Esta teoria foi comprovada com a recente divulgação de documentos atravéz da CIA. Eles também dizem que qualquer relato que não fosse explicável de qualquer forma e que fosse causar a atenção do público nunca foi incluído no Projeto Livro Azul. Eles dizem que estes relatos foram tranmitidos para uma autoridade superior que nunca divulgou estes resultados para o público.

Os críticos acreditam que mesmo assim o Projeto Livro Azul, sendo uma campanha de relações públicas das Forças Aéreas dos E.U.A., foi incapaz de identificar 5.5% dos casos. O que era o OVNI nestes casos? Será que estes casos deveriam receber um estudo mais aprofundado? Será que algum destes casos possa selar a maior descoberta do ser humano?

O Prjeto Livro Azul era suposto por um fim no debate sobre OVNIs, porém apenas intensificou a controvérsia.


Investigar OVNIS

O Projeto Livro Azul foi criado em 1952 para investigar as constantes visões de OVNIS que ocorriam nos EUA naquela época. Ele é considerado um dos maiores projetos criado para investigar fenômenos de natureza extra-terrena. Durante as décadas de 50 e 60, o Projeto Livro Azul investigou e relatou centenas de casos ufológicos. Contudo, nenhum de seus relatórios mostrou que os métodos de pequisa podiam ser seguros para negar a existência de OVNIS, senão para gerar dúvidas sobre aqueles casos em que houve uma perspectiva excelente de contato. É neste ponto que se criam as dúvidas sobre o Projeto. Aqueles casos em que ele classificou como possível o contato, não seriam eles verdadeiros? Não seria o Projeto um instrumento para criar confusão entre as opiniões científicas da época? Por que alguns relatórios não foram tornados públicos? Cabe ao internauta, agora, pequisar e tirar suas próprias conclusões, de nossa parte tentaremos recolher o máximo de informações possíveis para o discernimento do amigo. Boa Leitura...


09 OBJETOS NO AR


Em 24 de junho de 1947, um piloto comercial, especializado em vôos de montanha, sobrevoava em seu avião o Monte Ranier, Estado de Washigton EUA,. Eram aproximadamente 15H quando o piloto observou 9 objetos em forma de pratos, de cor prateada a cerca de 9500 pés de altura. Os objetos voavam em forma retilínea. Um após ao outro, formavam algo ao parecido como uma corrente; alguns desses piscavam ligeiramente. O piloto acompanhou-os por cerca de cinco milhas. A classificação data pelo Projeto Livro Azul foi de aparente confiabilidade.

GOWEN FIELD


Por volta das 13H, vários observadores de terra, entre eles três membro do Esquadrão de Caça da Guarda Nacional americana, e um piloto particular avistaram um objeto em forma de moeda e de cor negra por cerca de 15 segundos; o objeto realizou várias manobras ziguezagueando en quanto subia, manobra pouco provável de ser realizada para as aeronaves da época. O piloto da aeronave em vôo pôde filmar por cerca de 10segudos a manobra do objeto. Esses depoimentos foram considerados bons em todos os seus elementos pelos oficiais do Projeto Livro Azul.

BASE AÉREA GOOSE


O piloto da Real Força Aérea Canadense avistou no céu de Labrador (Canadá), por volta 1h28min, um objteo em forma de estrela, de cor branca-azulada e vindo em sua direção. A aproximação foi ao ponto de o objeto plainar verticalmente sobre a testemunha por cerca de 25 minutos. No relatório de investigação da Força Aérea Norte-americana constou que não havia nenhuma hipótese de se tratar de outro avião ou um satélite, pois não havia nenhum registro de aeronave na região no momento do contato e o satélite possível para avistamento não poderia ter-se deslocado na velocidade com que foi vista pelo piloto, pois não existia registro dessa velocidade nos órgãos que controlam os satélites nos EUA. Classificado pelo Projeto Livro Azul como excelente confiabilidade no testemunho do piloto.

BASE AÉREA DE RICHARDS


"Primeiro o objeto apareceu no 'Cinto de Órion' e se delocou em arco até sudoeste, passando a 1 grau ao sul de 'Sírius' antes de sumir no horizonte". Essas são as palavras do major da Força Aérea dos EUA e repetidas pelo engenheiro da Link, ambos astrônomos amadores. Em abril de 1960, no Estado de Missouri, os dois avistaram este objeto por volta das das 8h25 e por cerca de 2min. O Projeto Livrou Azul observou que a velocidade do objeto poderia ser grande devido a distância que separam a constelação e a estrela. Confiabildade do testemunho: excelente.


Fonte:
O Arquivo